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Alguém Viu Um Gatinho Por Aí?

em sábado, 23 de outubro de 2021

Não podemos deixar passar o mês de outubro sem uma review especial de Halloween.

Como não deu para fazer aquela maratona que nós estamos acostumados, trago para vocês um episódio de um desenho que está virando tradição aqui no blog: Beetlejuice!

Confira comigo uma festa de Halloween para lá de enfeitiçada!

 Nossa aventura começa com o gato de Lydia, cujo nome eu sinceramente esperava que fosse algo mais criativo do que Percy – afinal, Lydia gosta de coisas bizarras, mas deu ao seu mascotinho o nome do irmão rabugento do Rony Weasley; embora seu desenho tenha sido criado antes do Harry Potter. Sei lá, acho que ela podia ter escolhido um nome mais halloweenesco pro bichinho. Tipo Bóris Karloff... Ou Lazarento... Até a Sabrina, Aprendiz de Feiticeira chamou o gato de Salem. A Lydia podia ter tido um pouquinho mais de imaginação.

Vou chamar o bichano de Bóris Karloff, só porque eu posso.

Bóris Karloff estava fugindo da mãe de sua dona para não ser obrigado a comer as sobras do patê de atum que ela preparou para o Halloween. E acho que quando o gato foge do atum que a sua mãe oferece, é hora de prestar atenção na validade do produto. Ou de jogar fora o caderno de receitas da sua mãe...

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Quem Disse Que Só os Homens Podem Ter Um Segredo Milionário?

em quinta-feira, 1 de julho de 2021

Da atual mania hollywoodiana de produzir quinhentos remakes por ano, já apareceu de tudo, desde filmes de terror dos anos 1980 e 1990 que eram incríveis e se tornaram apenas uma versão mal contada do original, os irrelevantes e desnecessários – embora, na maioria das vezes, deslumbrantes aos olhos – live action dos desenhos clássicos da Disney, e, de vez em quando, uma versão razoável de um filme que marcou uma geração.

O escolhido para a review de hoje é uma versão mais que razoável de um queridinho da videoteca da maioria das pessoas.

Com um elenco de feras, que inclui Sandra Bullock, Cate Blanchett, Anne Hathaway e Helena Bonham Carter, Oito Mulheres e Um Segredo exalta o charme e a inteligência das mulheres, principalmente quando decidem cometer um crime.

Enquanto que o filme original precisou de onze homens para guardar o segredo do audacioso roubo de um cassino em Las Vegas, a versão de 2018 só precisou de oito mulheres para perpetrar o roubo de um inatingível colar de diamantes, trancado a sete chaves, trezentas senhas e vigiado por centenas de guardas e câmeras de segurança. E o melhor de tudo: bem debaixo do nariz de todo mundo!

Senhoras e senhores, com vocês, um dos melhores reboots dos últimos anos: Oito Mulheres e Um Segredo

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A Jornada Até... O Final

em sexta-feira, 5 de março de 2021

Eu gostaria de ter visto um final diferente.

Sim, eu sei que eu não resenhei a série inteira. O que me dá o direito de escrever uma review – um tanto atrasada – sobre o fim de Supernatural? Bem, em primeiro lugar, eu acompanhei essa série durante quinze temporadas, como todo mundo que escreveu reviews de episódio por episódio, e como fã, quero expressar meus sentimentos pelo fim dessa jornada épica.

E além do mais, o blog é meu! Me ature se puder, hehe. 😜

Só para atualizar quem – sim, acredito que tais pessoas existem – não tenha a mínima ideia de que série estamos falando, um brevíssimo resumo dessas quinze temporadas:

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Minha Irmã Matou Um Cara... Duas Vezes!

em domingo, 25 de outubro de 2020


Seguindo com o nosso especial de Halloween, hoje eu quero falar sobre um dos meus filmes favoritos, protagonizado por duas das minhas atrizes favoritas. Da Magia à Sedução é uma linda comédia romântica, baseada no romance homônimo de Alice Hoffman, que fala sobre superstição.

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O Passado – Realmente – Te Condena!

em sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Outubro chegou, e com ele, mais um especial de Halloween no nosso Admirável Mundo Inventado.

Para começar o nosso mês especial, eu cavei bem fundo desta vez, para resgatar uma série muito querida, que já foi encerrada há um bom tempo.

Fundo do Baú Pictures apresenta:

Exibida no final dos anos 1990, a série – também conhecida no Brasil como Jovens Bruxas – conta a história de três irmãs, Prudence – Prue, para os íntimos –, Piper e Phoebe Halliwell, que descobrem, logo após a morte da avó que as criou, que elas fazem parte de uma linhagem de bruxas muito poderosas. Mais que isso: o nascimento delas foi profetizado séculos atrás, como as três feiticeiras mais poderosas de todos os tempos, cuja magia unida seria praticamente invencível. As Encantadas (Charmed One). Assim que Phoebe, a irmã caçula, descobriu o Livro das Sombras guardado no sótão, e recitou o feitiço para libertar seus poderes, as irmãs Halliwell passaram a enfrentar uma porção de ameaças sobrenaturais e a lutar contra as forças do mal. Mais tarde, elas ainda descobrem a existência de uma quarta irmã, que tornará o Poder das Três novamente completo após [ALERTA DE SPOILER] a morte de Prue.

Eu não vou resenhar a série inteira – pelo menos, não agora –, mas separei um dos meus episódios favoritos para o especial de Halloween desse ano. Como esse episódio é da segunda temporada, para que ninguém fique perdido, vamos recapitular um pouquinho o início da série:

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Um Garoto, Duas Mães, E Uma Surra Que Virou Conto de Fadas

em quarta-feira, 6 de maio de 2020

A quinta temporada de Once Upon a Time começou trazendo de volta um pouco de seu antigo brilho. Camelot trouxe beleza e novos ares a uma trama que não tinha conseguido desenvolver a história de três icônicas vilãs na meia temporada anterior, mas que abrilhantara seu roteiro com o episódio final, revelando onde a história das inofensivas Rainhas da Escuridão queria nos levar. Enfim vimos a família Charming lidar com a versão Senhora das Trevas de Emma – algo que havia sido profetizado antes de seu nascimento, e que levara o casal a prejudicar Malévola, transferindo a parcela de Trevas de Emma para a filha da vilã. Apesar de a Salvadora não ter realmente se rendido às Trevas, como tentou fazer todo mundo acreditar, foi bom ver cair a máscara de perfeição daquela família, e exigir que eles enfrentassem as consequências de seus discursos cheios de açúcar e hipocrisia.
Também foi interessante ver a dimensão do amor que Emma sempre tentou esconder que sentia pelo Capitão Gancho. Depois de fazer tanto doce, e relutar tanto para manter seus muros em pé, ela precisou se render, transgredir a última barreira que a separava das Trevas para salvar a vida dele, mesmo sabendo que ele poderia se deixar levar pela Escuridão, e mais tarde lutar para trazê-lo de volta do Submundo.
Também foi interessante reencontrar certos personagens que já haviam partido, como Cora e Cruella, e ver alguns assuntos inacabados sendo resolvidos, ainda que nem todos tenham sido convincentes, como a redenção da filha do moleiro. Mas foi bom para Regina ter um reencontro com o pai, descobrir que ele a perdoou, e que se sente orgulhoso e satisfeito por ver o quanto ela evoluiu.
Pessoalmente, gostei mais de Camelot do que do Mundo Inferior. As versões da lenda arturiana divergem tanto umas das outras que é difícil apontar essa ou aquela licença que a série tenha tomado com sua história. Transformar o Rei Arthur em vilão não colaborou nem prejudicou a história, mas trouxe novas cores à lenda.
Senti falta de conclusão em relação ao destino da Rainha Guinevere, o feitiço que a fizera “amar” o Rei Arthur, e se houve ou não um reencontro com Lancelot. Apesar disso, o destino de Arthur foi até mais heroico do que ele merecia. Só espero que a Cruella não decida transformá-lo em seu novo brinquedinho, pois detestaria saber que ele voltou a ser o patife que ocupava o trono de Camelot.
Já o Mundo Inferior, desperdiçou uma grande oportunidade de ressuscitar velhos conflitos, amarrar pontas soltas, e trazer um perigo maior para os principais personagens da série.
Hades era um trunfo a ser usado. Ele poderia ter sido o vilão mais perigoso em muito tempo, ou um aliado inovador, mas acabou não sendo nem uma coisa nem outra. O roteiro simplesmente desperdiçou um personagem multifacetado, e transformou sua história em mais do mesmo: um homem ambicioso, prometendo mundos e fundos, lidando com uma suposta maldição, e supostamente em busca de um amor verdadeiro. Havia diversos caminhos para transformar esse arco em algo grandioso, mas como sempre, os roteiristas escolheram o mais fácil, o clichê, transformando essa meia temporada apenas num momento nostálgico, mas sem grandes resoluções, e com várias saídas incoerentes. Sem falar que criou mais assuntos inacabados do que as pontas soltas que amarrou.
Enfim, depois de uma temporada que, apesar de certas inconsistências, ainda dá para considerar muito boa, a Season Finale – como de costume, com episódio duplo – enunciou a trama da próxima temporada, que tinha tudo para repetir o sucesso, ao menos com o arco inicial, mas que na hora do vamos ver, amarelou geral.
Bem, não vamos nos adiantar. A 6A não acompanhou, mas a Season Finale não foi ruim, embora tenha ficado muito abaixo das anteriores. E é dela que vamos falar hoje.
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Eu Vou Literalmente Até o Inferno Para Te Encontrar

em quarta-feira, 22 de abril de 2020

Depois de passarmos uma meia temporada deliciosa em Camelot, resolvendo questões relacionadas ao Mago Merlim, ao Rei Arthur, a Excalibur, e o problema do Cisne Encardido – porque, convenhamos, não dá para chamar a Emma de Cisne Negro de verdade, né?! A mulher tentou, fingiu, fez de conta que estava má enquanto desfilava pela cidade com os trajes de Senhora das Trevas, mas a verdade é que até seus atos mais questionáveis são perfeitamente perdoáveis, e ela fez pensando num bem maior, embora Rumplestiltskin assegure que é tudo desculpa esfarrapada, e que todo Senhor das Trevas tenta justificar suas maldades dessa forma. Afinal, manipular todos os outros personagens ao seu bel prazer é um bônus, que sempre vem junto na descrição da função do Dark One.
Seja lá como for, Emma transitou pelo lado negro da força, tomou um banho de alvejante, e está de volta, linda, loira, descabelada, e vestida com sua inseparável jaqueta vermelha, e completamente determinada a ir até o inferno para buscar seu amor perdido.
Literalmente!
A trama da segunda parte da temporada de Once Upon a Time acontece no Mundo Inferior, então preparem-se para ver muita mitologia grega misturada nesse conto de fadas de cronologia extremamente bagunçada que nós tanto amamos.
Esse arco foi um presente para os fãs que estavam com saudade de alguns personagens muito queridos que já tinham partido. Cora, Peter Pan, Cruella, e até a insignificante Milah deram as caras por aqui. Só senti falta do Graham.
O grande pecado desse arco foi ter transformado o Mundo Inferior numa espécie de colônia de férias. Hades, que tinha tudo para ser um vilão digno do título, uma vez que é difícil encontrar atenuantes para o Senhor dos Mortos, acabou não sendo tão convincente, com sua suposta busca por redenção. Se era para repetir essa novela, deviam tê-lo transformado em um mocinho amaldiçoado desde o início, em vez de primeiro pintá-lo de vilão.
Sem falar que várias tramas paralelas acabaram ocupando um espaço desnecessário, somente para explicar a presença de certos personagens no Submundo, conectá-los aos heróis e mostrar porque eles eram seus assuntos inacabados. Boa parte dessas inserções teriam sido melhor administradas se a explicação tivesse sido inserida nos diálogos dentro do tempo presente da série, em vez de perder tempo com um monte de flashbacks desnecessários.
E ainda desperdiçaram a grande oportunidade de colocar nossos heróis frente a frente com todos os fantasmas de seu passado – literalmente –, expondo-os ao perigo real de enfrentar as almas atormentadas que eles mesmos despacharam. Em vez disso, nossos heróis passearam, viveram aventuras, fizeram amigos, tiraram um monte de selfies, e descobriram que a Bruxa Cega do João e Maria continua sendo uma excelente cozinheira. Voltaram até mais gordinhos dessa viagem – de lazer – ao inferno. Afinal, todos nós sabemos que é um lugar cheio de boas intenções...
Mas para quê explanar aqui o que vocês conferirão ao longo da review? Então, sigam-me os bons!
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Um Cisne Negro Na Corte do Rei Arthur

em terça-feira, 7 de abril de 2020

Depois de uma quarta temporada complicada, cheia de altos e baixos, com uma deliciosa imersão no universo Frozen – onde destaco uma Anna perfeita; uma Elsa que poderia ter sido melhor utilizada, mas que cativou pela forma singela como construiu laços fraternais com a Salvadora; uma Rainha da Neve inserida para não transformar Elsa em vilã, o que aliás, foi a grande sacada naquela Mid-Season; e a lamentável ausência de Olaf –, e depois com uma inexplicável viagem na maionese, que transformou três das mais icônicas vilãs da Disney de Rainhas da Escuridão a Rainhas do Dramalhão Mexicano – sendo mais vítimas das armações dos mocinhos do que o contrário –, e com uma Season Finale quase tão incrível quanto a da temporada anterior, que finalmente revelou onde os roteiristas queriam chegar com toda a embromação, chegamos ao clímax prometido desde a metade da temporada passada: Emma Swan, a Salvadora, fruto do amor verdadeiro de Branca de Neve e Príncipe Encantado, se transformou na Senhora das Trevas. Não por predestinação natural, como seus pais temiam desde antes de ela nascer, o que os levou a transferir as Trevas de seu bebê para o filhote de dragão de Malévola; mas como resultado de um sacrifício, para evitar que Regina regredisse todo o caminho percorrido para se tornar uma heroína, depois de terem vencido as artimanhas do Autor, e mais ou menos salvo a vida de Rumplestiltskin.
Puxa vida! Foi uma temporada bem agitada, não acham? E nos deixaram um gancho com a expectativa mais alta desde o início da série – e aqui estou deixando de lado até as especulações sobre como seria a participação da galera de Frozen –, com a promessa de uma meia temporada ambientada em Camelot, onde nossos heróis sairiam em busca de Merlim, o Feiticeiro, o único capaz de aniquilar as Trevas de uma vez por todas.
Posso adiantar que a quinta temporada – pelo menos até poucos episódios antes da Season Finale – foi uma lufada de ar puro nesse roteiro complicado que Once Upon a Time vinha jogando no ventilador nos últimos anos. Eu disse tempos atrás que a série não poderia render muitas temporadas, mas, sabe-se lá como, conseguiram sustentá-la até a sétima! Pena que o roteiro acabou na quinta...
Convenhamos, a série perdeu o gás na quarta temporada – embora muitos considerem a terceira como início da derrocada, por causa da Neverland sombria; eu gostei daquela parte justamente por esse detalhe. Que graça teria transportar os personagens para uma Terra do Nunca igualzinha a que todo mundo conhece pela versão Disney? A versão OUAT deu novos ares àquele lugar tão emblemático, a ilha do garoto que não queria crescer. E fez sentido, já que nessa versão Peter Pan era um vilão. Já a etapa Oz, apesar da Zelena – por muitos motivos, uma das melhores vilãs, e por que não dizer, uma das melhores personagens da série –, e do desenvolvimento do romance de OutlawQueen, me agradou um pouco menos do que Neverland. Zelena foi extraordinária, mas faltou aos roteiristas serem mais coerentes com sua motivação e explicarem melhor a estrutura dos ingredientes que ela precisava reunir para criar sua máquina do tempo. Mas, ao menos, esse enredo nos rendeu a melhor Season Finale – e na minha humilde opinião, o melhor episódio – da série, em que Emma e Gancho foram arrastados para a Floresta Encantada, trinta anos no passado, para viver uma versão de O Mágico de Oz bem ao estilo OUAT – sem a participação da Bruxa Má do Oeste, que seria desnecessária naquele contexto, com a Emma se auto sabotando –, e finalmente deu à Salvadora um conto de fadas para chamar de seu. Memorável!
Mas como ia dizendo, considero o início da queda de OUAT a quarta temporada. Frozen foi bonitinho – muito embora tenha forçado a barra para inserir o hype daquele momento na série –, e se não foi completamente convincente, pelo menos foi divertido. Já a trama das supostas Rainhas da Escuridão teria ido do nada a lugar nenhum se não tivessem criado aquela Season Finale – muito boa por sinal –, em que os personagens aparecem com os papéis invertidos: os vilões vivendo como heróis e vice-versa. O que não apaga o fato de ter sido uma meia temporada confusa. E ninguém explicou até agora onde diabo enfiaram a Malévola no episódio final, e nunca mais ouvimos falar da Lily depois disso.
Normal. Se não fosse assim, não seria Once Upon a Time, uma série especialista em dar chá de sumiço nos personagens secundários, sem qualquer explicação.
Finalmente chegamos à quinta temporada. E esta é a última grande história que OUAT se dispôs a nos contar. Pela primeira vez em muito tempo, a série nos entregou duas tramas razoáveis – a primeira muito melhor que a segunda, como sempre, já que a segunda não soube aproveitar a oportunidade que criou –, mas queimou o filme bonitinho nos eventos que levaram à derrota do segundo vilão, e principalmente com a Season Finale. Geralmente é o oposto que acontece, né: primeiro OUAT nos confunde o máximo que pode, para enfim nos presentear com uma Finale maravilhosa. Desta vez, escorregaram na batatinha no final, que prenunciou o desastre que estava por vir na sexta temporada. Mas não vamos nos adiantar.
Porque o tema de hoje é a etapa Camelot!
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O Que Seria da Vida Sem Os Malucos?

em terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Hora de mais uma review especial de Natal no meu, no seu e no nosso Admirável Mundo Inventado. Desta vez, escolhi um dos meus episódios favoritos de uma das minhas séries de comédia favoritas, The Big Bang Theory.
O episódio foi baseado no filme “A Felicidade Não Se Compra”, e a nossa turma favorita de nerds se divertiu imaginando como seria suas vidas se Sheldon Cooper, o membro mais extraordinário do grupo – entenda o adjetivo na conotação de sua preferência –, não fizesse parte delas.
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Trocando As Bolas

em sábado, 23 de novembro de 2019

Depois de uma meia temporada extremamente confusa, em que os roteiristas fizeram uma verdadeira salada para contar as histórias de três vilãs que entraram e saíram da série sem fazer mal a uma mosca, finalmente deixaram claro nesta Season Finale de Once Upon a Time o que realmente quiseram transmitir ao longo dos dez episódios anteriores, em que as vilãs não tocaram o terror, e em compensação os mocinhos provaram que, sem querer querendo, também são capazes de cometer algumas atrocidades – talvez mais graves do que as cometidas pelos vilões.
Operação Manguaça... Digo... Operação Mangusto promoveu uma divertida inversão de papéis, mostrando como seriam os contos de fadas se os mocinhos fossem os vilões, e os vilões estivessem a fim de trilhar um bom caminho.
Como eu disse lá no começo da review passada, não gostei muito da segunda metade da quarta temporada de OUAT, mas se há uma coisa que eu admiro nessa série, é sua capacidade de entregar bons episódios duplos para encerrar a temporada, mesmo que os dez anteriores não tenham feito o menor sentido.
Enfim, vamos direto ao que interessa:
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As Bruxas Estão à Solta... Mas Elas Não São de Nada...

em sábado, 9 de novembro de 2019

Depois de um hiato gigantesco de Once Upon a Time aqui no blog, voltamos com a conclusão da quarta temporada.
Caso queiram relembrar o que já tinha acontecido na série até esta altura, basta seguir estes links:
Primeira Temporada – Parte 1 | Parte 2 | Parte 3
Segunda Temporada – Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
Terceira Temporada – Parte 1 | Parte 2 | Parte 3
Quarta Temporada – Parte 1
A lista de links também está atualizada no final do post de apresentação da série.
De volta à review de hoje, já falamos sobre a etapa Frozen, e chegou a hora de Storybrooke ser invadida pelas “Rainhas da Escuridão”.
Entendam as aspas em Rainhas da Escuridão como um sinal de ironia. Vou resumir as três vilãs para vocês: Malévola poderia facilmente ser chamada de “Molévola”; Cruella é uma cadela que late, mas não morde; e Úrsula não passa de um peixe fora d’água. No fim das contas as três vilãs entraram e saíram dessa história sem fazer mal a uma mosca! Provando que os roteiristas estão mais perdidos que a bússola do Jack Sparrow nas mãos do Chapeleiro Maluco.
E aqui devo confessar que parte do motivo de ter demorado tanto para preparar essa review é que, de todas as temporadas e meias temporadas de Once Upon a Time até aqui, esta foi a parte de que eu menos gostei – ao menos, até ver a sexta temporada. Não cheguei a detestar, mas fiquei com a sensação de que as histórias podiam ter sido melhor desenvolvidas.
De uma só vez, os roteiristas decidiram queimar três vilãs importantes. Não que alguma delas pudesse movimentar uma mid-season sozinha – Malévola, talvez. Mas, conhecendo os roteiristas de OUAT como nós conhecemos, já devíamos esperar que não fossem conseguir desenvolver as histórias das três vilãs ao mesmo tempo. Também já era esperado que a maior trama fosse dada à Malévola – e o melhor figurino, também, convenhamos.
Pessoalmente, fiquei decepcionada com a passagem quase inexplorada da Cruella. Esperava muito mais de uma vilã tão promissora. E principalmente, esperava que ela fosse atuar ao lado de um Dálmata por algo mais que duas cenas!
Quanto à Úrsula, nunca morri de amores por essa vilã – por esse conto de fadas, para falar a verdade –, mas esperava que, pelo menos, sua participação fosse durar mais do que quatro episódios! Embora o episódio dedicado a ela tenha sido, por muitas razões, um dos melhores dessa parte da temporada – mesmo que algumas partes da trama não façam muito sentido –, senti que ela deixou a história cedo demais.
Aliás, se eu entendi bem, a premissa dessa temporada foi que uma a uma, as vilãs fossem sendo precocemente descartadas, até que os mocinhos destruíssem todo o castelo de cartas que Rumplestiltskin apenas tentara construir – antes mesmo do fim da temporada.
Mas se essa mid-season teve algo de positivo foi o fato de inverter um pouco os papéis, mostrando a escuridão que existe em certos heróis – e toda a hipocrisia de um discurso moral que eles próprios quebraram há muito tempo –, e a bondade e o amor que podem existir em alguns vilões. Afinal, se há algo que eu ressaltei desde o princípio foi a ideia dos roteiristas de trabalhar a dualidade dos personagens: nenhum herói é totalmente bom, e nenhum vilão é cem por cento mau. É isso que constrói bons personagens, é o que nos cativa e os humaniza. Regina está aí para provar; ela já esteve nos dois lados da moeda, e é a prova viva de como a linha que separa o bem e o mal é tênue.
Enfim, como o barato é relembrar a história com todos os detalhes sórdidos, vamos a ela:

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Isso Que É Noite das Bruxas!

em sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Outubro sem uma review especial de Halloween não é outubro! Esta é uma tradição do Admirável Mundo Inventado, e não vamos romper a corrente.
Nos últimos anos, eu tenho feito maratonas enormes, mas este ano está mais corrido, de modo que não deu para preparar uma maratona – para se ter uma ideia, no ano passado eu comecei a preparar as postagens de outubro em julho!
Mas não vou deixar esse Halloween passar em branco. Para o especial de 2019, escolhi um clássico do tema, com uma história espetacular e uma trilha sonora inesquecível.
O filme foi inicialmente planejado para o Disney Channel, mas quando o roteiro ficou pronto, a Walt Disney Studios se deu conta de que ele poderia fazer sucesso no cinema. Assim, como num passe de mágica, ganhamos um dos filmes mais memoráveis sobre o Halloween de todos os tempos:

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Um Pouco de Paródia, Um Pouco de Clichê, E Muito... Mas Muito Amor Envolvido – E Envolvente!

em quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Daí a criatura acabou de chegar na estante, e já quer ficar na prateleira dos favoritos... Pode isso, produção?
Claro que pode!
Não acontece toda hora, mas de vez em quando, a gente pega um livro, e ele de cara, conquista espaço no nosso Top Five de favoritos.
Foi o que aconteceu comigo, quando esta belezinha me caiu às mãos. O filme não está tão alto assim na minha lista de favoritos, mas o livro... Eu simplesmente não consegui parar de ler. E reler... E reler...


A PRINCESA PROMETIDA
Título Original: The Princess Bride
Autor: William Goldman
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
Gênero: Aventura e Fantasia Romântica

Sinopse:
A MAIOR HISTÓRIA DE AMOR DE TODOS OS TEMPOS
Buttercup é uma camponesa que se apaixona perdidamente por Westley, o jovem humilde que trabalha na fazenda do pai dela. Juntos, eles descobrem o amor verdadeiro, mas um trágico acidente envolvendo um navio pirata os separa.
Em poucos anos, Buttercup se torna a mulher mais bonita de todos os reinos e acaba sendo pedida em casamento pelo sádico príncipe Humperdinck. Mas nada, nem um poderoso príncipe amante da caça, é capaz de separar esse amor, e o destemido Westley volta para resgatar sua princesa que foi prometida a outro.

Em uma paródia aos épicos clássicos, William Goldman escreve um divertido romance com direito a tudo que o gênero tem a oferecer: piratas, duelo de esgrima, traições, tramas políticas da realeza e um romance apaixonante. Esta edição de luxo em capa dura traz os textos extras que William Goldman escreveu para as edições comemorativas de 25 e 30 anos da obra original — que misturam ficção e realidade e ajudam a compor o universo emblemático que transformou a obra em um fenômeno. 

EEEEE ❤

 


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Eu Vejo Gente Morta... Pegando No Pé De Um Pirata!

em sábado, 3 de agosto de 2019

Depois do que parece ter sido uma eternidade, aqui estamos de volta com o quinto filme da saga Piratas do Caribe – não vou cravar que tenha sido o último, embora o estúdio tenha garantido que é, porque, em se tratando de franquias de sucesso, nunca se sabe.
Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar traz de volta – ainda que em aparições muito pequenas – personagens que haviam ficado de fora da quarta aventura de Jack Sparrow – sim, estou falando do meu casal favorito, Will Turner e Elizabeth Swann –, e ainda nos brinda com novos e instigantes personagens, que só me farão lamentar se esse tiver sido mesmo o último filme da franquia.
Este capítulo apresentou várias semelhanças com o primeiro filme, desde a mocinha destemida, que está muito longe de ser uma donzela em perigo – ela chega a correr perigo em alguns momentos, assim como sua antecessora, Elizabeth, mas consegue sair da maior parte das confusões por conta própria –; algumas ações de Henry Turner que imitam os primeiros passos de seu pai; um parentesco surpreendente sendo revelado ao longo da trama; e até o momento terror no parque de diversões que eu destaquei no primeiro filme, fazendo alusão à noite de terror no Playcenter, quando Elizabeth se descobriu prisioneira num navio cheio de caveiras ambulantes, ganhou similar nesta aventura, mas desta vez tendo Jack no centro da confusão. E não vamos esquecer que homens amaldiçoados também foi o tema principal do primeiro filme da franquia.
Sem mais delongas, vamos à nossa aventura.
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♪♪ Hoje a Festa é Sua, Hoje a Festa é Nossa... E É Na Vila do Chaves!

em quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Conforme prometido, nesta sequência de postagens em homenagem ao mestre Bolaños, que completaria 90 anos no dia de hoje, teremos a primeira review.
Peguem seus sanduíches de presunto, pirulitos, churros, refrescos de limão que parecem de laranja e têm gosto de tamarindo, e sigam-me os bons!
Vamos começar com o pé direito com uma Grande Festa – pegaram o trocadilho? –, uma das sagas mais queridas do Chaves. Quatro episódios de 1976, que serão intitulados aqui:


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Juntos Não Tão Por Acaso Assim...

em terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Comédia romântica nunca é demais. E as que são estreladas por Katherine Heigl sempre merecem espaço nos nossos corações cinéfilos.
Aliás, aqui veremos uma dupla de peso, porque se Kate é uma das rainhas das comédias românticas, Josh Duhamel é, sem dúvida, o rei. Admito que vi poucos filmes dele, mas a maioria se enquadram nesse gênero. E os que não são, não foram tão bons assim.
Sem mais delongas, vamos relembrar esse belo casal vivendo entre tapas e beijos, tentando criar a filha de seus amigos mortos que caiu de paraquedas como herança para eles, quando ainda se detestavam.
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Esse Aí É Filho de Papai Noel!

em domingo, 30 de dezembro de 2018


Eu já tinha dado o ano por encerrado aqui no blog, mas calhou de me cair às mãos esse desenho, e sempre há espaço para mais uma boa história natalina, né?
Com uma história simples, porém, inusitada, cheia de trocadilhos natalinos, Operação Presente é um dos desenhos mais divertidos sobre o Bom Velhinho que já foram produzidos. Nessa aventura, o filho mais novo do Papai Noel faz uma confusão danada para conseguir entregar o presente de uma criança que foi esquecida, antes que termine a noite de Natal.
Então, com vocês:
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Um Belo Exemplo Natalino

em segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Depois de um Halloween extremamente movimentado, chegamos a uma pobreza de Natal. Uma pessoa me perguntou tempos atrás porque eu escrevo tão poucas reviews natalinas, e aqui me sinto obrigada a plagiar o Seu Madruga, e dizer que a culpa é dos energéticos.
Que na nossa realidade se traduz como “companhia elétrica”. Acontece que eu moro numa cidade do interior, numa região de serra, onde chove à cântaros em dezembro e venta mais que ventilador gigante. E mesmo que o vento não seja suficiente para derrubar uma arvorezinha sequer, nem caia raios suficientes para ressuscitar um rato Frankenstein, a companhia que distribui eletricidade nos brinda com uma grande quantidade de horas sem energia elétrica neste mês festivo. Sério! Desde que mudei para cá – há quase uma década – acho que só teve um ano em que não tivemos que passar o Natal à luz de velas.
Como eu programei a postagem dessa review no início de dezembro, para ser publicada no dia de hoje, é provável que eu esteja sem luz neste exato momento.
Sim, é um caos. Consigo pensar em alguns bons presentes de Natal que eu gostaria de enviar ao presidente da companhia elétrica local. Tipo antraz, ou uma bomba atômica... Ou um CD do Frank Aguiar. Qualquer coisa que causasse um estrago bem grande.
Enfim, vamos deixar de lado os problemas elétricos da minha cidade e focar no nosso especial de Natal.
E desta vez, preparei algo extremamente nostálgico, um episódio natalino de um dos meus desenhos animados favoritos de todos os tempos: Hey, Arnold!
Vamos nos divertir com mais uma aventura do nosso querido Cabeça de Bigorna em:
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Uma Encrenca Milenar

em sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Anos atrás, numa das minhas séries de postagens especiais de Halloween, eu resenhei o clássico filme A Múmia, de 1932, provavelmente o primeiro filme de terror com esta temática na história do cinema. O filme de hoje pode ser considerado um remake daquele clássico, embora conte uma história relativamente diferente, e não seja um filme de terror.
Inicialmente, o plano da Universal Studios era produzir um filme de terror de baixo orçamento; no entanto, inúmeras modificações durante a criação e produção do filme acabaram por transformá-lo numa aventura ao estilo Indiana Jones ambientada no Egito, e carregada de efeitos especiais “assustadoramente” reais.
Particularmente, não consigo decidir qual das duas versões é a minha preferida. O filme clássico hoje em dia não assusta mais ninguém; costumo me referir a ele como um filme de amor e morte. Este aqui pegou os melhores elementos daquele primeiro filme, e ampliou numa trama de aventura ágil, sem perder aquela nuance do Romeu e Julieta subvertido.
E mesmo não sendo um filme de terror – como a maioria dos que resenhei nos meses de outubro até hoje – teria lugar no especial de Halloween – se tivesse dado tempo –, já que é protagonizado por um dos monstros clássicos do cinema.
O fato de ser protagonizado por um dos meus atores favoritos é só um detalhe.
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Scooby-Dooby-Dean!

em quarta-feira, 31 de outubro de 2018

De longe o episódio mais aguardado em toda a história de Supernatural!
Desde que foi anunciado – mais ou menos ao mesmo tempo em que anunciaram a renovação da série para a 13° temporada – criou-se uma imensa expectativa em torno do crossover de Supernatural com Scooby-Doo, no mundo todo.
Primeiro vamos esmiuçar um pouquinho a respeito do motivo do barulho. Aqui no Brasil Scooby-Doo é um desenho extremamente querido, figurando listas de favoritos em cerca de 95% dos amantes de desenhos animados – falando por mim, se me perguntarem qual é o meu desenho favorito, há um empate técnico entre Scooby-Doo, Duck Tales e Pica-Pau. Nunca consegui desempatar a questão, e provavelmente nunca conseguirei. E se aqui o desenho da Hanna-Barbera é tão querido, lá na terra do Tio Sam, Scooby-Doo é mais ou menos equivalente ao Chaves por aqui. Ele está presente na memória afetiva da infância de quase todo mundo; e mesmo quem é adulto, gosta de assistir ao desenho. Scooby e sua gangue podem ser considerados o grande carro-chefe da Hanna-Barbera, o símbolo inquestionável do estúdio, tal como o Mickey é para a Disney.
De novo, falando por mim, Scooby-Doo é o grande responsável por eu ter me tornado escritora. Sim, eu sei, vocês devem estar pensando “mas o que tem a ver Scooby-Doo, se você escreve romances?”. Pouca gente sabe, mas as primeiras histórias que eu escrevi foram mistérios de detetive – ainda não publicados. E até hoje, a turma da Máquina de Mistérios é uma grande fonte de inspiração para mim, seja no mistério, seja na comédia.
Assim como para muita gente.
Fazendo um panorama rápido, crossovers com a turma do Scooby-Doo não são exatamente novidade. Desde que o desenho foi criado, vimos essa turma visitar os mais diferentes universos. Entre 1972 e 1973 a Hanna-Barbera produziu duas temporadas de uma série chamada Os Novos Filmes do Scooby-Doo, que nada mais eram que especiais de quarenta minutos com crossovers da turma com diversos personagens da cultura pop, num total de 24 episódios. Nessa série a Scooby Gang resolveu mistérios ao lado de Os Três Patetas, A Família Addams, Batman & Robin, O Gordo e o Magro, Jeannie & Babu – na época, o estúdio tentou transformar Jeannie é Um Gênio em desenho animado, mas só durou uma temporada –, e também com figuras menos conhecidas do público brasileiro como Don Knotts (ator e humorista americano), Josie e as Gatinhas (o desenho chegou a ser exibido por aqui, e tem um filme de 2001 sobre a banda), Don Addams (o Agente 86), e Dick van Dyke (muito conhecido por aqui como o divertido Bert, amigo da Mary Poppins). Sem falar nas duas temporadas de Os Ho-Ho-Límpicos, que colocou Salsicha, Scooby-Doo e Scooby-Loo para disputar corridas de carros com outros personagens clássicos da Hanna-Barbera, como Capitão Caverna, Zé Colmeia, Dom Pixote, Wally Gator, Bibo Pai e Bobi Filho, entre 1977 e 1979. A turma também participou de alguns crossovers com Dinamite, o Cão Maravilha e o Falcão Azul, e de um episódio do Johnny Bravo.
Como deu para perceber, crossovers com a turma já aconteceram aos montes. Então, por que tanto barulho e tanta expectativa em cima desse crossover em especial? Bem, porque, como vocês podem notar, muita gente já se misturou com a galera do Scooby-Doo, mas nenhum deles tinha uma história tão semelhante a do grupo.
Veja bem, a turma do Scooby-Doo vive rodando pelo país na Máquina de Mistério, desvendando casos que geralmente envolvem assombrações, mas os fantasmas sempre se revelam criminosos tentando espantar as pessoas para se dar bem financeiramente. E o que fazem os irmãos Winchester? Rodam por aí no Impala, desvendando mistérios que sempre envolvem assombrações – fantasmas, cruz-credos, bruxas, anjos, demônios, deuses e semideuses de tudo quanto é mitologia, etc., etc., etc... A única diferença é que, no final dos episódios do Scooby-Doo descobrimos que as assombrações não eram reais, mas apenas criminosos mascarados; enquanto que no Supernatural todos os monstros são reais, e precisam ser derrotados ou eliminados pela dupla.
Perceberam como os dois universos se encaixam?
A grande questão era equilibrar a inocência e a racionalidade lógica de Scooby-Doo com a maturidade e o tom macabro de Supernatural, sem desrespeitar nenhum dos dois universos. E isso o roteiro conseguiu fazer brilhantemente. O que vimos foi um dos episódios mais divertidos da história de Supernatural e o mais macabro do Scooby-Doo. E uma série de referências deliciosamente nostálgicas para a nossa coleção. Creio que os fãs de ambas as séries não tiveram do que reclamar.
Bem, deixemos outras comparações para comentar ao longo da review.
Para encerrar com chave de ouro a nossa maratona de Halloween...

Senhoras e Senhores, com vocês:


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