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Monstros Vemos, Malucos Não Sabemos

em sábado, 13 de outubro de 2018

Se no inicio da série Supernatural se superava quando produzia episódios com maior nível de terror, a partir da terceira temporada foram os episódios cômicos que roubaram a cena.
O escolhido desta vez é o quinto episódio da quarta temporada, que brincou com os monstros clássicos do cinema, Drácula, o Lobisomem, a Múmia... Até o Frankenstein e o Fantasma da Ópera foram referenciados no episódio. E para que ficasse mais clara a homenagem aos pioneiros do cinema de horror, o episódio inteiro foi rodado em preto e branco. E o roteiro segue o modelo básico desses clássicos da Universal Pictures, com um monstro bizarro, uma donzela em perigo, um herói disputando a mocinha com o monstro, e um caçador ajudando a resolver a encrenca.
Peguem suas pipocas e divirtam-se com:
FILME DE MONSTRO
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As Aventuras de Queijo e Goiabada No Reino do Chapolin Colorado

em sábado, 23 de junho de 2018

Esta é, talvez, a mais bela história de amor de todos os tempos. E hoje vamos relembrar uma versão contada com muito bom humor pelo Chapolin, então, sigam-me os bons!

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A Copa do Mundo é Nossa... Nossa Chance de Salvar o Papa!

em quinta-feira, 14 de junho de 2018

Copa de Elite segue os moldes de comédias americanas como Todo Mundo Em Pânico, mesclando diversos sucessos do cinema nacional em tom de paródia. O pano de fundo, claro, é Tropa de Elite, mas ao longo do filme veremos referências a Chico Xavier, Nosso Lar, Se Eu Fosse Você – numa das cenas mais hilárias dessa comédia –, Carandiru, Meu Nome Não é Johnny, Minha Mãe é Uma Peça, Bruna Surfistinha, De Pernas Pro Ar, Dois Filhos de Francisco, entre outros. Quem escreveu o roteiro estava tão ligado nos detalhes, que incluiu uma referência até ao goleiro Bruno numa das cenas no presídio.
Lançado em 2013, e pegando carona na expectativa pela Copa do Mundo no Brasil, vemos uma divertida comédia em que um ex-Capitão, expulso da corporação policial, precisa impedir uma conspiração para matar o Papa durante o maior torneio esportivo do mundo.


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Quem Deu o Habeas Corpus Para a Bruxa? – O Sexto Não Tem Sentido

em quinta-feira, 26 de outubro de 2017



Por Talita Vasconcelos
A Mina dos Monstros – Transcrição da peça
ATO I
Interior. Castelo do Drácula, Transilvânia. Noite.

NARRADOR (VOICE-OVER): Numa noite de lua cheia...

Drácula está descendo as escadas com uma mulher vestida de noiva desacordada em seus braços.

NARRADOR (VOICE-OVER): O vampiro traz a linda donzela, raptada a caminho do altar, para dentro de seu castelo. Mas se esta for sua noite de núpcias, erraram o caminho da alcova...

O vampiro a deita num divã no meio da sala empoeirada, e acaricia seu rosto pálido, parecendo muito feliz com o sucesso de sua empreitada.

DRÁCULA: Mina... Doce Mina... Finalmente será minha, Mina...

ALTO-FALANTES:
♪ Minha mina, minha amiga, minha namorada! Minha gata, minha sina do meu condomínio... ♪

NARRADOR (VOICE-OVER): Desculpa aí, pessoal, música errada. Hehe.

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Todos Dormem No Final

em domingo, 8 de dezembro de 2013

Finalmente, o tão aguardado desfecho da saga de Bella Swan, agora numa versão estupidamente imortal. Episódio de hoje “POR UM FILHO TEU NÃO FOGES À LUTA”!
Para deleite dos que se divertem com esses filmes, e para a ira dos defensores dos vampiros injustiçados e oprimidos, eu lhes apresento o final... Bem, o final (juro que tentei achar um adjetivo simpático) de uma saga que já nos proporcionou muitas risadas – e uma enciclopédia de erros de produção, coerência, interpretação, etc...
O que dizer da última parte da saga cômico-romântica de Edward e Bella?... FINALMENTE, ACABOU!
O bom de acompanhar uma saga que não é tão boa quanto dizem (ao menos nos filmes) é que você não cria expectativas sobre o final, e consequentemente, não se decepciona. Como foi o caso dos livros:
Crepúsculo perde muito tempo com o interrogatório da Bella sobre os vampiros, mas como já expliquei em outra postagem, era necessário explicar a versão Stephenie Meyer dos vampiros, então, é compreensível e perfeitamente tolerável.
Lua Nova foi o melhor livro e o pior filme da série respectivamente. O filme jogou fora tudo o que tinha de bom no livro e filmou um monte de fatos desconexos e mal interpretados. Frustrante!
Eclipse é um grande nada até no livro, uma sequência desnecessária que deveria ter sido resolvida no primeiro livro se alguém tivesse bom senso, mas ao menos a narrativa é interessante, e ainda te prende a prosseguir até a última página.
Mas Amanhecer, depois que Jacob devolveu a pena para Bella, se tornou uma narrativa extremamente maçante e incoerente, que só não foi pior que seu final completamente entediante. Não houve derrota aos Volturi. O que houve foi uma cena patética onde os diálogos foram do nada a lugar nenhum, e só serviu para que Bella e sua trupe se tranquilizassem com a informação óbvia de que “o bebê de Rosemary” terá uma vida longa. Sobre os Volturi, eles simplesmente se recolheram a sua glamorosa insignificância (usei de propósito duas palavras que discordam entre si, para ilustrar bem o que aconteceu nesse final) para pensar em outro pretexto para incomodar os Cullen.
O mundo clamava por um final menos “ZzZzZzZzZzZz” para a saga de Edward, Bella, os lobisomens, os figurantes, as aberrações e todo o resto, e foi justamente o que tivemos no filme. Não concluam por este comentário que eu adorei o filme. Foi quase tão meia-boca quanto os outros, mas a cena da batalha foi realmente de tirar o fôlego. Me decepcionou menos que o livro.
Enfim, já que chegamos até aqui...
Amanhecer – Parte 2 entra para a história do cinema como o filme que conseguiu superar o livro. Mas isso não é um elogio. Tenho a impressão de que Stephenie Meyer já estava tão cansada daquela história que só queria se livrar logo dela... Ou o tradutor teve dificuldade de compreender o verdadeiro significado do que a autora propôs. Dá quase na mesma, de qualquer modo.
O que os roteiristas do filme fizeram foi basicamente um milagre: cortaram pelo menos 80 páginas de embromação; a busca por testemunhas pelo mundo foi resumida em poucas cenas, e sua estadia na casa dos Cullen foi tão breve que deu a impressão de que eles não ficaram em Forks por mais de cinco dias, mas no livro a tensão da espera pelos Volturi durou mais ou menos um mês. O que, aliás, não faz o menor sentido.
Enfim, melhor não adiantar muitos fatos. Apenas ressalto que, apesar de ter dado uma “polida” na história, não é um filme extraordinário. Mas por que alguém esperaria isso?
Vamos ao que interessa:
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Uma Luz No Fim Do Túnel

em sexta-feira, 5 de outubro de 2012




Divirtam-se agora com mais uma aventura de “Super-Pateta No Reino dos Purpurinas”. Episódio de hoje: A NOIVA E O FILHO DE CULLEN.
Desde que eu li o livro decidi não criar grandes expectativas em torno da primeira parte de Amanhecer. Meus motivos?
1 – Kristen Stewart não é uma grande atriz. A equipe de maquiagem até poderia deixá-la facilmente com cara de moribunda, mas daí a dizer que ela conseguiria incorporar todo o drama, bem... é uma outra história.
2 – A primeira parte giraria em torno da gravidez inesperada, e eu realmente apostava no remake de uma radionovela brasileira “O Direito de Nascer”, ou, na melhor das hipóteses um dramalhão mexicano contando a história de uma garota humana patética protegendo com lágrimas e poses de Monalisa o pequeno demônio que a estava matando no ventre – estou imaginando Thalia interpretando a Bella, mas ruim por ruim, fico com a original mesmo.
3 – Eu tentava imaginar como seria feita a transformação de Bellinha, a humana, na vampira quase sexy descrita no livro que, com o perdão dos rapazes que discordam, definitivamente não se encaixa com a atriz.
Resumindo, eu não botava a menor fé no talento da nossa fajuta protagonista... E:
4 – Chris Weitz, pelo visto achou que seria muito difícil colocar na tela o pesadelo que tanto fazia a Bella gritar em Lua Nova, de modo que eu não podia esperar grande coisa do único filme em que se podia ver, digamos, um drama plausível, mesmo com um novo diretor, Bill Condon.
Ok. Depois de ver o filme, eu só posso humildemente reconhecer que estava errada, e estamos diante do melhor filme da saga até agora. Mas que não deixou de ter os seus furos. Pelo menos, desta vez, teve um elenco de dublagem um pouco mais decente.
Tudo bem, vamos por partes.
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Entre Vampiros e Lobos

em segunda-feira, 1 de outubro de 2012




E aqui começa mais um capítulo da fantástica história de Bella Swan, a garota profana que não consegue se decidir entre necrofilia e zoofilia.
Este talvez tenha sido o filme que mais se adequou ao livro, mas como nos filmes tudo parece meio escrachado, vamos por partes:
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O Circo Continua Na Cidade

em terça-feira, 25 de setembro de 2012




Estamos de volta com mais um episódio da saga cômica de Edward, Bella e o Lobisomem. Qualquer semelhança com a saga Crepúsculo não é mera coincidência...
Quem esperou meses desde o lançamento de Crepúsculo para assistir Lua Nova deve ter ficado bem decepcionado com essa continuação. Eu falo por mim! Nem tinha lido o livro ainda – aliás, o melhor da série, o que me deixa ainda mais decepcionada com a adaptação –, e achei o filme um porre.
Mas como o legal é comentar todas as partes absurdas, ridículas e grotescas, pegue sua pipoca e venha comigo num tour pelos detalhes sórdidos de Lua Nova. 
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Uma Comédia ao Crepúsculo

em segunda-feira, 17 de setembro de 2012


Ou eu deveria dizer, o espetáculo do absurdo? Não dá pra falar sério sobre isso, gente, é rir pra não chorar!
Sabem por que eu defendo tanto os livros? Porque geralmente, nos livros, as histórias fazem mais sentido. Com Crepúsculo não é diferente. Mas, devo admitir que, dos primeiros filmes da saga, Crepúsculo é o mais bem feito, apesar de alguns evidentes absurdos, como vamos conferir.
Mas, primeiro, vamos sintetizar um pouco a novela que todo mundo já conhece:
Bella se muda para Forks, uma cidadezinha no interior do estado de Washington – noroeste dos Estados Unidos, muito longe da capital Washington D.C., que fica na costa leste –, uma cidade sombria e gelada, que vive sob constantes nuvens de chuva, onde vai morar com o pai, o chefe de polícia Charlie Swan, para que sua mãe possa curtir o novo casamento em paz.
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