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Eu Vejo Gente Morta... Pegando No Pé De Um Pirata!

em sábado, 3 de agosto de 2019

Depois do que parece ter sido uma eternidade, aqui estamos de volta com o quinto filme da saga Piratas do Caribe – não vou cravar que tenha sido o último, embora o estúdio tenha garantido que é, porque, em se tratando de franquias de sucesso, nunca se sabe.
Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar traz de volta – ainda que em aparições muito pequenas – personagens que haviam ficado de fora da quarta aventura de Jack Sparrow – sim, estou falando do meu casal favorito, Will Turner e Elizabeth Swann –, e ainda nos brinda com novos e instigantes personagens, que só me farão lamentar se esse tiver sido mesmo o último filme da franquia.
Este capítulo apresentou várias semelhanças com o primeiro filme, desde a mocinha destemida, que está muito longe de ser uma donzela em perigo – ela chega a correr perigo em alguns momentos, assim como sua antecessora, Elizabeth, mas consegue sair da maior parte das confusões por conta própria –; algumas ações de Henry Turner que imitam os primeiros passos de seu pai; um parentesco surpreendente sendo revelado ao longo da trama; e até o momento terror no parque de diversões que eu destaquei no primeiro filme, fazendo alusão à noite de terror no Playcenter, quando Elizabeth se descobriu prisioneira num navio cheio de caveiras ambulantes, ganhou similar nesta aventura, mas desta vez tendo Jack no centro da confusão. E não vamos esquecer que homens amaldiçoados também foi o tema principal do primeiro filme da franquia.
Sem mais delongas, vamos à nossa aventura.
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Se A Mãe É Uma Peça, O Pai Certamente É Uma Figura

em domingo, 12 de agosto de 2018

Para muitos um herói, para outros um bandido. Vamos relembrar alguns pais na ficção que hoje mereciam um abração.

Pais Fazem Tudo Por Seus Filhos...
Vamos começar com o mais querido de todos. Mesmo sem um centavo no bolso, Seu Madruga não deixa faltar nada à Chiquinha. Nem mesmo um vestido novo. E não basta ser um paizão para sua filhota, Seu Madruga também faz o que pode pelo garoto Chaves, frequentemente convidando-o para comer em sua casa – mesmo que isso implique em mandá-lo comprar ovos ou pães fiado na Venda da Esquina em nome da Dona Florinda, só para ter mais um pretexto para apanhar da mãe do Quico mais tarde.
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Se Nada Der Errado, Eu Vos Declaro Marido e Mulher

em terça-feira, 31 de maio de 2016

Casar nem sempre é uma coisa fácil. Primeiro, você tem que encontrar a pessoa certa; depois, tem que preparar a cerimônia dos seus sonhos; escolher o vestido adequado; escolher cada item da festa; e depois torcer para que nenhum imprevisto aconteça. E quando se fala em imprevistos em casamentos, e esses casamentos acontecem no cinema ou na TV, desgraça pouca realmente pode ser bobagem, porque pode acontecer de um tudo: pode ser que um dos noivos seja preso a caminho da cerimônia; pode ser que um dos noivos tenha se esquecido de assinar o divórcio de seu casamento anterior; pode ser que precisem subornar o padre para fazer vista grossa a qualquer probleminha ocasional que poderia dificultar o bom andamento da cerimônia; ou ainda pode acontecer de, na última hora, você estar esperando uma pessoa no altar, e aparecer outra...

Pois é, minha gente... Casamento não é fácil nem na ficção. E já que maio é o mês das noivas, pensei em criar uma lista com os casamentos mais memoráveis, malucos e inusitados que já agitaram esse nosso admirável mundo da ficção.

Com vocês:


 
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Frases Mais Admiráveis do Cinema

em domingo, 10 de maio de 2015


Sabe quando você assiste a um filme, e alguma frase dita nele fica gravada na memória? Melhor ainda, é quando a frase conquista no momento em que é proferida, ou por ser realmente perfeita (dentro de alguma situação), ou por ser inspiradora.


Poderíamos listar uma infinidade de frases famosas, que mesmo pertencendo a filmes bem antigos, continuam sendo repetidas por aí, e se tornaram quase ditados populares. Por exemplo:


*    “Hasta la vista, Baby”, dita por Arnold Schwarzenegger, em O Exterminador do Futuro 2;

*    “Que a força esteja com você”, dita por Han Solo (Harrison Ford), em Star Wars;

*    “Eu sou o rei do mundo”, dita por Jack Dawson (Leonardo Di Caprio), em Titanic;

*    “Não há lugar como nosso lar”, dita por Dorothy (Judy Garland), em O Mágico de Oz;

*    “Meu precioso...”, dita por Smeagol (Andy Serkis), em O Senhor dos Anéis – As Duas Torres;


E talvez a mais famosa de todas:


*    “Elementar, meu caro Watson!”, dita por Sherlock Holmes em todos os seus filmes.


Mas nem só de frases famosas vive o cinema...


Às vezes, a frase que fica gravada na nossa memória pode não ser tão marcante para outras pessoas, mas isso não as torna menos admiráveis.


Pensando nisso, decidi listar algumas frases que já me fizeram refletir, suspirar, ou simplesmente admirá-las durante as minhas sessões de cinema. Talvez elas não sejam tão conhecidas, mas sem dúvida são inspiradoras, belas, ou simplesmente engraçadas.

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Beijou, Morreu!

em segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015



“Todos os homens matam o que amam:

alguns com um olhar amargo;

outros com uma palavra atraente;

o covarde, com um beijo”.

(Oscar Wilde)



Personagens azarados no âmbito amoroso não são nenhuma novidade na ficção (nem na vida real, tampouco). Eles existem desde que o mundo é mundo, e inúmeros autores já beberam dessa fonte através dos séculos. Mas recentemente eu tenho notado que surgiu um novo tipo de azar no amor; um azar bem específico, e particularmente cruel: o beijo mortal!


Vários personagens de filmes e séries de TV têm sido acometidos por esse mal. Eles estão quietinhos, na deles, daí aquela pessoa especial aparece, eles começam a se envolver, a se apaixonar, trocam uns beijos (e às vezes otras cositas más também), e pouco tempo depois o relacionamento acaba abruptamente. O motivo? O parceiro sofre um caso trágico de morte. Quase sempre uma morte violenta: é assassinado, amaldiçoado, devorado por um monstro mitológico bizarro, ou algo semelhante.


Eu sei, é um tema grotesco, mas alguém precisa falar disso. Então, hoje vamos abrir uma página dos arquivos sangrentos da ficção, e revelar quem são os personagens que mais vestiram trajes de viúvos por aí.


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Personagens Inesquecíveis do Cinema

em domingo, 15 de setembro de 2013


Eles dispensam apresentação! Tornaram-se ícones, referência, tendência, e são lembrados mesmo depois de décadas. E provavelmente, a maioria é inimitável.

Aqui eu listei apenas 15 destes exemplos, não necessariamente em ordem.


Carlitos, o Vagabundo


Já falei dele aqui num tributo aos mestres da comédia pastelão, mas o talento desse mestre merece muitas menções. O personagem que imortalizou Charlie Chaplin, se não é o mais imitado do mundo, está na lista dos dez mais, com certeza, porque escreveu não leu, aparece alguém com o chapéu coco, o fraque velho e o bigode de brocha imitando seu andar que eu apelidei de “caí do cavalo e esfolei as pregas”.

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Em Busca da Fonte da Juventude

em terça-feira, 27 de agosto de 2013


A quarta aventura do Capitão Jack Sparrow foi inspirada no livro On Stranger Tides (Por Estranhas Marés), de Tim Powers, e diferentemente dos filmes anteriores, nos traz uma história completa, em vez de outra trilogia.
Apenas três personagens dos filmes anteriores permaneceram na história: Capitão Barbossa, Joshamee Gibbs, e é claro, o Capitão Jack Sparrow, além de uma participação especial do Capitão Teague Sparrow, pai de Jack.
Nesta nova aventura, que apesar da troca do elenco não ficou devendo em nada aos filmes anteriores – embora eu não deixe de sentir a falta de Will e Elizabeth com seu eterno chove-não-molha, e dos divertidos Pintel e Ragetti –, somos levados em uma jornada, embora lendária, fundamentada em personagens e fatos históricos.
Aqui algumas curiosidades sobre a estruturação da história:
1) O vilão da vez, o temido pirata Edward Teach, mais conhecido pela alcunha de Barba Negra, existiu realmente, e navegou pelos mares do Caribe e pela costa leste das colônias da América entre 1716 e 1718. E embora ele tenha se valido da fama de ser extremamente cruel, não há registros de que ele tenha assassinado ou machucado prisioneiros.
2) Vingança da Rainha Ana foi, de fato, o nome com o qual Barba Negra batizou um navio mercante francês chamado La Concorde, do qual se apossou em 1717. De acordo com histórias, antes de se tornar pirata, Barba Negra foi marinheiro em navios Corsários durante a Guerra da Rainha Ana, o que certamente inspirou o nome do navio. Cerca de um ano depois, ele encalhou o Vingança da Rainha Ana num banco de areia perto de Beaufort, na Carolina do Norte. Há contradições quanto a isso ter sido um acidente ou uma escolha do capitão para deixar parte da tripulação para trás.
3) Juan Ponce de León, citado como dono dos cálices que devem ser usados no ritual da Fonte da Juventude, foi um explorador espanhol que, de acordo com algumas histórias, se engajou na busca pela tal fonte após conhecer a lenda através dos nativos do Caribe. Foi nesta busca que ele chegou à Flórida, onde, por causa da vegetação paradisíaca que supostamente envolve a Fonte, acreditou ser o local de sua existência. Foi gravemente ferido pelos índios e levado de volta para Cuba, onde morreu, sem alcançar o tão sonhado manancial.
4) A princípio, Ponce de León foi informado pelos nativos de que a Fonte da Juventude ficaria ao norte de Cuba, numa ilha chamada Bimini, também conhecida como “Isla de La Juventud”. Talvez por esta razão o mapa de Jack Sparrow mostre Cuba como sendo a localização da Fonte.
Enfim, vamos à história:
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Onde Fica o Fim do Mundo?

em sábado, 17 de agosto de 2013


Antes de começar a falar de Piratas do Caribe – No Fim do Mundo, quero mencionar algumas curiosidades a respeito da história (apenas da trilogia inicial):
1) No primeiro filme apresentam-se dois grandes portos piratas reais dos séculos XVII e XVIII no Caribe:
* Port Royal, Jamaica, que chegou a ser governado pelo Capitão Henry Morgan, a esta altura, corsário a serviço da Marinha Real Britânica, outrora um dos mais famosos piratas da história;
* Tortuga, uma ilha que recebeu esse nome porque realmente parece uma tartaruga monstruosa a flutuar quando vista de Hispaniola – outra ilha do mar do Caribe, atualmente conhecida como Ilha de São Domingos, onde ficam o Haiti e a República Dominicana.
2) Ainda neste filme é citado o Código Pirata, compilado por Henry Morgan e Bartholomew Roberts. Na verdade, existiram várias versões de Códigos Piratas, que variavam de acordo com o navio, a viagem ou o capitão, mas se assemelhavam em vários pontos. Como era comum queimar ou jogar o código no mar na iminência de uma captura para evitar que fossem usados contra eles nos julgamentos, apenas partes de alguns códigos sobreviveram.
3)no segundo filme, conhecemos a lenda de Davy Jones e do Holandês Voador. Eu cheguei a mencionar esta lenda na postagem de Halloween, mas vamos acrescentar o seguinte: o termo Holandês Voador na verdade se refere ao Capitão e não ao nome da embarcação. Todavia, Davy Jones é uma figura lendária normalmente associada a esta lenda, como sendo o Capitão do navio.
4) Calypso, cuja lenda surge no terceiro filme, foi uma ninfa do mar que, segundo a mitologia grega, tentou seduzir Odisseu quando ele esteve preso em sua ilha.
5) Há controvérsias sobre a grafia correta de Cingapura (ora escrita com “C”, ora com “S”) no entanto, historicamente, a província asiática que possui este nome nasceu no século seguinte ao retratado no filme, portanto, a “Singapura” de Piratas do Caribe é uma cidade fictícia.
6) As “peças de oito” eram moedas de prata espanholas da época colonial, que valiam oito reales cada. Mais tarde essas moedas foram chamadas peso.
Sem mais delongas, vamos ao filme:


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Um Baú de Aventuras

em domingo, 11 de agosto de 2013


A segunda parte da saga do Capitão Jack Sparrow ganha um ar mais sombrio desde o princípio, e este aspecto se estende por quase metade da produção, sem é claro, perder o bom humor.
Vamos à história:

É o dia do casamento de William Turner e Elizabeth Swann. Creio que já ouviram o velho ditado que diz que se uma mulher comer na panela vai chover no dia de seu casamento. Bem, creio que Elizabeth comeu então no caldeirão da Bruxa do 71, porque no dia de suas bodas, não apenas choveu água, como também problemas!
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Todos a Bordo!

em quarta-feira, 7 de agosto de 2013


Depois do sucesso de Crepúsculo versão Verônica Louca (ainda estou devendo Amanhecer – Parte 2, mas um dia eu posto), chegou a hora de falar da minha saga favorita: PIRATAS DO CARIBE!
Relaxem, eu não vou zoar a saga. Seria um tremendo sacrilégio, já que, como eu disse, é minha favorita. E não é só porque eu sou apaixonada por histórias de piratas.
Notem algumas peculiaridades do primeiro capítulo desta história:
1)   Os piratas do filme, diferentemente do que se espera, não estão em busca de um tesouro. Seu objetivo, na verdade, é DEVOLVER um!
2)   O protagonista é um pirata maluco, sem navio e sem tripulação, dono de uma ironia lógica impagável.
3)   O mapa do tesouro é uma bússola que não aponta para o Norte.
4)   O grande tesouro que o pirata protagonista quer conquistar é a posse de seu antigo navio.
5)   A mocinha, apesar de atrair confusão do mesmo modo que açúcar atrai formigas, se vira bem sozinha a maior parte do tempo, e, curiosamente, conhece o Código Pirata como ninguém!
6)   E os piratas perversos que atrapalham o protagonista em sua conquista, na verdade não são tão perversos assim. São mais espertos e divertidos que malvados.
Mas como o barato é recontar a história, vamos a ela...


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Como Matar Um Imortal

em quinta-feira, 28 de março de 2013



É interessante observar que em todas as histórias o conceito de imortalidade resiste até a linha dois da página um. Fulano é imortal, no entanto, há pelo menos uma forma de matá-lo. Aparentemente, o ser humano não consegue admitir, embora deseje, que a eternidade não tem fim, e que a palavra imortal significa que não se pode morrer ou matar. Ou, se me permite usar de uma licença poética: a fantasia simplesmente não consegue abandonar algumas bases de realidade.

Aqui eu cito apenas seis dos inúmeros “imortais” da ficção:


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