Desde o Início...

em quinta-feira, 21 de junho de 2012


Não faz muito tempo, ouvi alguém dizer que a parte mais importante de uma história é o final. Bem, não discordando completamente, pois o final realmente é importante, já que é a parte que faz o leitor se satisfazer ou se decepcionar com todo o resto, e normalmente é o que os faz determinar a história como boa ou ruim, acho que a parte mais importante é o começo.
O primeiro parágrafo de um livro ou de um conto é o que cativa o interesse do leitor, como se o tomasse pela mão e o conduzisse através da história até o final.
Quando eu leio as primeiras linhas de um livro, e elas não me trazem nenhuma curiosidade sobre o que está por vir, eu o deixo de lado, ou em raras ocasiões, dou uma espiadinha no final para saber se pode valer a pena ler tudo. Mas quando as primeiras linhas me prendem, a tal modo que eu só me dê conta de que já fiz esta avaliação depois de ter lido duas ou três páginas, eu vou até o fim.
Alguns autores têm a habilidade de nos cativar desde a primeira sentença. Pensando nisso, vou citar aqui alguns inícios de livros e contos que têm conquistado leitores há muito tempo – e alguns há pouco tempo:
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Cuidado! O Bicho-Papão Vai Te Pegar!

em terça-feira, 19 de junho de 2012

Este conto me caiu às mãos no fim de semana, enquanto eu buscava inspiração para dar sequência num conto que estava escrevendo. Não tem absolutamente nada a ver com o meu, mas o estilo com que Stephen King nos conduz através de suas histórias sempre me inspira.
Dizer algo sobre uma obra de Stephen King é o mesmo que dizer “o céu é azul”, porque é óbvio. Ele não é o autor vivo mais adaptado em cinema e televisão à toa. Outro dia eu li um artigo numa revista que dizia que se Stephen King decidisse publicar sua lista de compras de supermercado, ele venderia, e ainda a transformaria em best-seller. É fato indiscutível, ele é um mestre por uma boa razão.
Mas vamos lá...
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A Marca de uma Lágrima

em quinta-feira, 14 de junho de 2012


Na quarta série eu era frequentadora assídua da biblioteca da escola. Creio que devo ter lido ao menos 30% daqueles livros. Principalmente os da coleção Vaga-lume, da Editora Ática – como a maioria dos estudantes de ensino fundamental da minha geração, início dos anos 1990. Só “A Ilha Perdida” eu li seis vezes: três por exigência da professora na terceira e quarta série – era o livro preferido dela para os exercícios de leitura –, e as outras três porque, admito, adorei o livro. Falarei dele em outra oportunidade.

Mas um livro que realmente marcou aquele ano, e que não pertence à coleção, foi “A Marca de Uma Lágrima”, de Pedro Bandeira. Li por indicação da bibliotecária e me apaixonei pela história a cada parágrafo.

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A Dama de Branco

em sexta-feira, 8 de junho de 2012

Creio que a última vez que eu vi esse filme foi em 2002, quando tive a felicidade de gravá-lo em VHS – de novo aquela coisa antiga. Infelizmente, após uma descarga elétrica, meu vídeo cassete “morreu”, e como se tornou um produto ultrapassado, e não é mais fabricado, perdi a gravação.
Mas para minha felicidade, esta semana eu pude matar a saudade deste filme que, sem dúvida, foi um dos mais inspiradores que eu já assisti.
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Como Enlouquecer Um Fantasma

em quarta-feira, 6 de junho de 2012

      

Meu primeiro contato com o conto de Oscar Wilde se deu quando eu tinha nove anos. Havia no meu bairro uma dessas lojas que oferecem os mais variados artigos por um real, e eu vi numa prateleira uma fita (VHS – aquela caixa preta do tempo do ronca... Pasmem! Eu não sou tão velha assim) intitulada “Brincando Com Fantasma”, e eu insisti que o meu pai a comprasse para mim.

Era um desenho animado, e logo na abertura foi narrado o título “O Fantasma de Canterville”.
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Um Admirável Mundo Inventado

em sábado, 2 de junho de 2012





O que é este admirável mundo inventado?




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