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Adorável Vigarista

em quarta-feira, 13 de julho de 2022

Por um lado, temos Sophie Kinsella, um nome que está fortemente enraizado no imaginário popular como produtora de grandes diversões literárias – com algumas futilidades (Becky Bloom agradece a referência), mas sempre muito divertidas. Por outro lado, temos Madeleine Wickham, a pessoa real por trás da autora queridinha dos amantes de chick-lit, seu nome verdadeiro e suas primeiras aventuras literárias. E, pode acreditar em mim, há uma GRANDE diferença entre essas duas identidades. Especialmente em seu estilo literário. 

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Não Há Tolo Maior Que Um Coração Apaixonado...

em quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

 

O Grande Gatsby, um dos maiores clássicos da literatura mundial, é um retrato definitivo da próspera sociedade americana dos anos 1920. E foi justamente o interesse em conhecer mais sobre os costumes daquela década que trouxe essa gracinha às minhas mãos.

De cara eu percebi uma coisa, no mínimo, curiosa: o filme de 2013, com Leonardo DiCaprio no papel principal, foi bastante fiel ao livro, algo muito raro no cinema, especialmente nos nossos dias.

 

O GRANDE GATSBY

Título Original: The Great Gatsby

Autora: F. Scott Fitzgerald

Editora: Record

Páginas: 272

Gênero: Romance


Sinopse:

O grande Gatsby é o retrato definitivo da próspera sociedade americana posterior à Primeira Guerra Mundial.

Jay Gatsby, o anfitrião milionário de monumentais festas em sua mansão, suscita muita desconfiança em seus convidados no que diz respeito à origem de sua fortuna, obtida após sua participação na Primeira Guerra Mundial. Gatsby é apaixonado há anos por Daisy, uma aristocrata casada com o insensível astro esportivo Tom Buchanan, e prima de Nick Carraway, um corretor de títulos que vive em Long Island, em uma casa vizinha à do protagonista.
Ao ser enfim convidado para uma das festas da Gatsby, Nick se torna seu amigo e, por meio dessa relação, Gatsby busca se aproximar de Daisy na esperança de reatar o velho romance, agora que se tornou um homem rico e capaz de impressioná-la.

O triângulo amoroso entre Daisy, Gatsby e Tom começa a ganhar ares de tensão até que culmina em uma sucessão de tragédias, revelando a verdadeira face dos personagens e da sociedade aristocrata norte-americana da década de 1920, marcada pela busca pelo glamour e pelo materialismo desenfreado.

Escrito pelo célebre autor americano F. Scott Fitzgerald, O grande Gatsby é considerado uma das melhores obras literárias do século XX.

EEEEE

 

 

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Aqueles Sete Minutos Que Mudam Uma Vida...

em segunda-feira, 13 de setembro de 2021

 Eadlyn Shreave nasceu sete minutos antes do irmão gêmeo, e isso fez dela Rainha de Illéa. Agora ela terá sete minutos para decidir com quem dividirá o resto de sua vida.

A COROA (A SELEÇÃO #5)

Título Original: The Crown

Autora: Kiera Cass

Editora: Seguinte

Páginas: 310

Gênero: Distopia | Romance


Sinopse:

Em A Herdeira, o universo de a Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção.

Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… e agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava.

America Singer e o Príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria seleção.

EEEEE

 


 

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Ela Só Não Herdou o Carisma dos Pais

em segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Estamos de volta, com a conclusão da apaixonante saga de Kiera Cass, que combinou conto de fadas num cenário distópico, e nos premiou com uma linda história de amor.

A HERDEIRA (A SELEÇÃO #4)

Título Original: The Heir

Autora: Kiera Cass

Editora: Seguinte

Páginas: 392

Gênero: Distopia | Romance


Sinopse:

Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, a filha mais velha do casal. Criada para ser uma líder forte e independentes, ela nunca quis viver um conto de fadas como o de seus pais. Por isso, antes de conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, a jovem está totalmente descrente.

Mas, assim que a competição começa, a situação muda de figura, e Eadlyn percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto imaginava.

EEEEE

 


 

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Um Livro Ideal

em domingo, 28 de fevereiro de 2021

Recentemente eu comentei a adaptação literária de A Bela e a Fera – a versão Disney do conto de fadas – escrita por Elizabeth Rudnick, minha nova inclusa na lista de autoras favoritas.

E antes que alguém diga que autor que adapta filme não deveria constar nessa lista, vou discordar: adaptar uma história da maneira como essa mulher fez, sem ficar piegas, sem ser mais do mesmo, sem ficar enfadonha, é tão difícil quanto criar uma história do zero.

Isto posto, quero apresentar a vocês mais uma obra extremamente nostálgica, baseada em outro dos meus desenhos favoritos da Disney, e que também ganhou uma versão live-action em 2019: Aladdin.

 


ALADDIN

Título Original: Aladdin

Autora: Elizabeth Rudnick

Editora: Universo dos Livros

Páginas: 240

Gênero: Fantasia


Sinopse:

A história do filme que encanta gerações.

Um dos filmes Disney mais aclamados de todos os tempos, Aladdin conta a história de um jovem pobre e aventureiro que se apaixona por uma princesa totalmente inalcançável – e prestes a ficar noiva. Para viver esse amor, Aladdin precisará lutar contra as mais variadas adversidades – que vão desde o abismo social entre eles até as ambições de Jafar, o grão-vizir do reino.

Mas Aladdin não embarcará nessa jornada sozinho. Ele encontrará uma lâmpada mágica e contará com a ajuda de ninguém menos que um gênio da lâmpada. Com a ajuda do gênio, Aladdin tem à sua disposição três desejos para conquistar o amor de sua vida e angariar a confiança do rei. Será que ele será bem-sucedido nessa aventura?

EEEEE

 

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Aquele Encanto Inesperado

em quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Antes de começar a resenha propriamente dita, vamos recapitular um pouquinho a história dessa personagem, que não era bem uma protagonista nos livros anteriores da série Perdida, e que eu sinceramente não esperava que fosse receber uma atenção tão carinhosa da autora.

Valentina Albuquerque era indiretamente pretendente à mão de Ian Clarke...

Espera aí... O romance se passa no século 19, quando as mulheres não podiam tomar a iniciativa, então, deixa eu reformular a frase: Valentina Albuquerque era, aparentemente, a futura Sra. Ian Clarke...

Não... Ainda não reflete toda a verdade. Vamos tentar mais uma vez: Valentina Albuquerque sonhava, torcia e rezava desesperadamente para Santo Antônio fazer com que Ian Clarke prestasse atenção nela.

É... Agora, chegamos mais perto.

Bem, Valentina era uma das melhores amigas de Elisa Clarke, irmã do Ian, e uma das muitas beldades que suspiravam por ele na vila. Porque, como já sabemos, Ian é o sonho de consumo de todas as mulheres um cara muito simpático, muito bem educado, por quem qualquer mulher se apaixonaria até sem querer querendo.

E é possível que Valentina tivesse de fato se tornado a Sra. Ian Clarke, se um certo celular – cujo fabricante ainda estou empenhada em descobrir para comprar o meu – não tivesse dado defeito, se transformado numa máquina do tempo, e levado certa senhorita muito desbocada para o século 19 para bagunçar a vida e o coração de Ian.

Pois é, Sofia Alonzo estava quieta no canto dela, lá no século 21, entrou numa loja de eletrônicos para comprar um novo celular, e acabou arrastada para o passado para pôr a perder uma paquera que Valentina rezava fervorosamente para dar certo desde criancinha.

Bem, ela e a Teodora, outra das pretendentes mais ferrenhas à mão do Sr. Clarke. Aliás, à mão, ao braço... Enfim, ao corpo inteiro do moço.

Mas não podemos culpar Sofia por isso. Afinal, o destino só escreveu numa linha um pouco mais torta do que o convencional uma das histórias de amor mais queridas da minha estante.

Já a Valentina, coitada, não deve ter sido tão simpática a essa intromissão em seu destino...

Algum tempo depois do casamento de Sofia e Ian, Adelaide Albuquerque, mãe de Valentina, morreu inesperadamente. A história oficial é que ela contraíra tifo, doença grave, que era mortal na época; e seu pai não demorou a fazer a fila andar, casando-se em tempo recorde com sua amante argentina, Miranda Mendoza, uma fulaninha toda trabalhada na periguetagem, que já o levou para o altar com pãozinho no forno – um filho que Elisa suspeitou desde o princípio que nem fosse irmão de Valentina, já que a fulana também ciscava em outro galinheiro na época –, e tão logo contraíram núpcias muito suspeitas, o arrastou para o Rio Grande do Sul, junto com a adorável e desventurada Valentina, de quem não imaginávamos ter notícias depois disso.

Porém, quis o destino que Elisa Clarke desvendasse involuntariamente uma trama macabra envolvendo a morte da Sra. Albuquerque, que quase custou sua própria vida em Prometida. Este era um sinal de que a história de Valentina ainda não estava concluída, pois Carina Rissi não deixaria sua personagem morrer à míngua, na prateleira do esquecimento.

E assim chegamos a Desencantada – Entregando-se Aos Segredos do Amor, em que a história de Valentina finalmente ganha contornos mais sólidos.



DESENCANTADA – ENTREGANDO-SE AOS SEGREDOS DO AMOR

Autora: Carina Rissi

Editora: Verus

Páginas: 476

Gênero: Romance


Sinopse:

O quinto volume da série best-seller Perdida.

Valentina de Albuquerque descobriu muito cedo que não é nenhuma princesa encantada. Em vez de bailes e romance, tudo o que a jovem deseja é encontrar um jeito de viver com dignidade longe do pai e da madrasta, que tem como hobby fazer da vida dela um inferno. A oportunidade surge com uma proposta de casamento. Quase passando da idade de se casar, Valentina cogita aceitar. Seu coração não se alvoroça com o pretendente, mas ela não está à procura do amor. Seria um bom arranjo... se o capitão Leon Navas não cruzasse o seu caminho. O misterioso espanhol é mal-educado, irritante, atrevido — além de lindo —, e Valentina ficaria muito feliz se jamais voltasse a vê-lo. Mas o destino parece decidido a reuni-los, e, após um equívoco embaraçoso, ela está noiva de Leon, de quem pouco sabe, exceto que seu coração dispara toda vez que seus olhares se cruzam e que irritação não é o único sentimento que o capitão lhe desperta. Então Valentina sofre um terrível acidente. Assustada, porém disposta a provar que não foi um simples acaso, ela vai atrás do responsável. Entre suspeitas, disfarces, segredos e contratempos, a moça acaba sucumbindo à irresistível e devastadora paixão, sem se dar conta de que o perigo ainda está à espreita... Poderá uma garota nem um pouco encantada viver um conto de fadas e conseguir o seu final feliz?

EEEEE ❤

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Retrospectiva Literária 2020

em quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Esse 2020 foi tão louco que eu me peguei nos últimos dias do ano fazendo um exercício para lá de prazeroso: relembrar os melhores momentos.

Sim, eles existiram. Pode não ter sido nas áreas que a gente gostaria (aí, ANVISA, dá para agilizar essa vacina, querida?), mas no frigir dos ovos, é sempre possível encontrar algo para apreciar nesse ano turbulento.

Especialmente, em se tratando do nosso Admirável Mundo Inventado. Se a realidade não está colaborando, o jeito é se apaixonar cada vez mais pela ficção.

Assim, sem mais delongas, trago aqui duas retrospectivas especiais desse 2020. Começando pela Retrospectiva Literária.

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OK!

em segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Li A Culpa é das Estrelas pela primeira vez quando ele ainda era o hype do momento. Na época eu era meio negligente com as minhas leituras e ainda não tinha desenvolvido realmente o hábito de publicar as resenhas de tudo o que eu lia – na verdade, até hoje sigo uma espécie de cronograma que não estabelece uma ordem clara sobre as resenhas que eu publico aqui no blog: algumas são de leituras muito recentes, e outras de leituras mais antigas. Se eu não fizer isso, o Admirável Mundo Inventado vira um blog só de resenhas, porque eu leio livros com muito mais frequência do que escrevo reviews de filmes e séries, por exemplo.

Cheguei a incluir uma referência ao John Green num dos diálogos da Chiara no meu romance Raptada, como o cara que simplifica assuntos complexos, para se ter uma ideia de como esse livro mexeu comigo.

Mas não seria justo escrever uma resenha para o blog sem ler o livro novamente, e reviver as emoções que ele evocava. Este ano, como de costume, gosto de incluir na minha lista de leitura algumas delicinhas da minha estante para reler – sabe aquela zona de conforto? Então... E um dos meus escolhidos para releitura este ano foi A Culpa é das Estrelas.


A CULPA É DAS ESTRELAS

Título Original: The Fault in Our Stars

Autor: John Green

Editora: Intrínseca

Páginas: 288

Gênero: Romance


Sinopse:

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

EEEEE ❤


E de repente eu me lembrei do que havia me impressionado na primeira vez que eu li, quando eu mal terminara o segundo capítulo, e já tinha enchido uma página inteira de quotes no meu diário de leitura com citações do livro.


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A Temporada de Premiações Continua!

em quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Meu livro As Noivas de Robert Griplen foi 3° lugar na categoria Sobrenatural do Concurso Mystic Queen 2020, no Wattpad!!!




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PRÊMIO À VISTA!

em domingo, 13 de setembro de 2020

Meu livro As Noivas de Robert Griplen foi 3° lugar na categoria Sobrenatural do Projeto Pândora, no Wattpad!!!




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História Boa É Aquela Que Nos Encanta Em Todas As Mídias Possíveis...

em segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Sei o que alguns de vocês devem estar pensando: lá vem ela de novo com A Bela e a Fera... Mas, gente, não tem como não falar disso.
Já vimos a review do desenho da Disney de 1991, e uma resenha da versão live-action de 2017, protagonizada por Emma Watson e Dan Stevens, mas ainda estava faltando uma peça nesse conto de fadas: o livro.
Sobre a obra original – aliás, as obras originais, duas versões escritas pelas francesas Madame de Beaumont e Madame de Villeneuve – falaremos em outra oportunidade – sim, isso é um sinal de que ainda teremos mais menções a esse conto de fadas aqui no blog; me ature se puder, hehe. Hoje vamos falar sobre uma versão bem mais recente, encomendada pela Disney, e que conta exatamente a história que vimos no filme.
Melhor dizendo, não exatamente a história que vimos no filme...
Vou reformular mais uma vez: é a história do filme, só que com uma magia totalmente diferente.
Elizabeth Rudnick – nova estrela no meu hall de autoras favoritas – ficou responsável por pegar o roteiro dos dois filmes – o desenho e o live-action – e transformar num romance. Daí vocês podem perguntar: mas que graça tem ler um livro sobre dois filmes que eu já vi um zilhão de vezes cada? Ok, o live-action só tem dois anos, então eu ainda não vi um zilhão de vezes. Foram só umas duas mil.
Acreditem em mim: vocês também precisam ler esse livro.
Porque Lizzie – vou chamá-la assim porque, depois de ler dois livros dela em coisa de dois meses, e classificá-la como nova favorita já me sinto íntima – simplesmente pegou um dos meus filmes favoritos e transformou numa das obras mais preciosas da minha estante.
Esqueçam aquela visão de um roteiro cinematográfico ou teatral publicado em formato livro. Não é como Romeu & Julieta, nem como Animais Fantásticos – Os Crimes de Grindelwald. Estamos falando de um romance, em toda a definição do gênero.
Elizabeth Rudnick poderia ter feito o simples: podia ter pegado o roteiro, transcrito todos os diálogos, apenas acrescentando alguma narrativa só para preencher as lacunas. Mas Lizzie não é uma mera ghost writer preguiçosa.
Em A Bela e a Fera, Elizabeth Rudnick nos presenteia com uma narrativa extremamente envolvente. Ela pegou uma história que eu conheço e amo desde que me entendo por gente, e transformou num livro tão cativante, que foi como se eu estivesse tendo contato com esta história pela primeira vez.


A BELA E A FERA
Título Original: Beauty And The Beast Novelization
Autora: Elizabeth Rudnick – Baseado no roteiro para cinema de Evan Spiliotopoulos, Stephen Chbosky e Bill Condon
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 204
Gênero: Romance & Fantasia

Sinopse:


“Sentimentos são fáceis de mudar mesmo entre quem não vê que alguém pode ser seu par...”
Bela deseja para sua vida muito mais do que a pequena cidade provinciana de Villeneuve pode oferecer. Lá, ela se destaca da multidão com um ponto de vista único, uma independência vigorosa e um notável amor pelos livros. Ela anseia por viagens e aventuras, e por uma vida tão empolgante quanto as histórias que lê, mas, quando seu amado pai é aprisionado por uma fera em um castelo encantado, o destino de Bela muda para sempre.
Ao arriscar sua liberdade e seu futuro, ela assume o lugar do pai, jurando-lhe que escaparia em segredo. No entanto, conforme aprende mais sobre a Fera e seu misterioso castelo, Bela descobre que pode haver mais sobre a história dele – e sobre a sua própria – do que ela jamais poderia ter imaginado.

EEEEE ❤

 


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