Mostrando postagens com marcador Supernatural. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Supernatural. Mostrar todas as postagens

A Jornada Até... O Final

em sexta-feira, 5 de março de 2021

Eu gostaria de ter visto um final diferente.

Sim, eu sei que eu não resenhei a série inteira. O que me dá o direito de escrever uma review – um tanto atrasada – sobre o fim de Supernatural? Bem, em primeiro lugar, eu acompanhei essa série durante quinze temporadas, como todo mundo que escreveu reviews de episódio por episódio, e como fã, quero expressar meus sentimentos pelo fim dessa jornada épica.

E além do mais, o blog é meu! Me ature se puder, hehe. 😜

Só para atualizar quem – sim, acredito que tais pessoas existem – não tenha a mínima ideia de que série estamos falando, um brevíssimo resumo dessas quinze temporadas:

LEIA MAIS

PRÊMIO À VISTA!

em domingo, 13 de setembro de 2020

Meu livro As Noivas de Robert Griplen foi 3° lugar na categoria Sobrenatural do Projeto Pândora, no Wattpad!!!




LEIA MAIS

Scooby-Dooby-Dean!

em quarta-feira, 31 de outubro de 2018

De longe o episódio mais aguardado em toda a história de Supernatural!
Desde que foi anunciado – mais ou menos ao mesmo tempo em que anunciaram a renovação da série para a 13° temporada – criou-se uma imensa expectativa em torno do crossover de Supernatural com Scooby-Doo, no mundo todo.
Primeiro vamos esmiuçar um pouquinho a respeito do motivo do barulho. Aqui no Brasil Scooby-Doo é um desenho extremamente querido, figurando listas de favoritos em cerca de 95% dos amantes de desenhos animados – falando por mim, se me perguntarem qual é o meu desenho favorito, há um empate técnico entre Scooby-Doo, Duck Tales e Pica-Pau. Nunca consegui desempatar a questão, e provavelmente nunca conseguirei. E se aqui o desenho da Hanna-Barbera é tão querido, lá na terra do Tio Sam, Scooby-Doo é mais ou menos equivalente ao Chaves por aqui. Ele está presente na memória afetiva da infância de quase todo mundo; e mesmo quem é adulto, gosta de assistir ao desenho. Scooby e sua gangue podem ser considerados o grande carro-chefe da Hanna-Barbera, o símbolo inquestionável do estúdio, tal como o Mickey é para a Disney.
De novo, falando por mim, Scooby-Doo é o grande responsável por eu ter me tornado escritora. Sim, eu sei, vocês devem estar pensando “mas o que tem a ver Scooby-Doo, se você escreve romances?”. Pouca gente sabe, mas as primeiras histórias que eu escrevi foram mistérios de detetive – ainda não publicados. E até hoje, a turma da Máquina de Mistérios é uma grande fonte de inspiração para mim, seja no mistério, seja na comédia.
Assim como para muita gente.
Fazendo um panorama rápido, crossovers com a turma do Scooby-Doo não são exatamente novidade. Desde que o desenho foi criado, vimos essa turma visitar os mais diferentes universos. Entre 1972 e 1973 a Hanna-Barbera produziu duas temporadas de uma série chamada Os Novos Filmes do Scooby-Doo, que nada mais eram que especiais de quarenta minutos com crossovers da turma com diversos personagens da cultura pop, num total de 24 episódios. Nessa série a Scooby Gang resolveu mistérios ao lado de Os Três Patetas, A Família Addams, Batman & Robin, O Gordo e o Magro, Jeannie & Babu – na época, o estúdio tentou transformar Jeannie é Um Gênio em desenho animado, mas só durou uma temporada –, e também com figuras menos conhecidas do público brasileiro como Don Knotts (ator e humorista americano), Josie e as Gatinhas (o desenho chegou a ser exibido por aqui, e tem um filme de 2001 sobre a banda), Don Addams (o Agente 86), e Dick van Dyke (muito conhecido por aqui como o divertido Bert, amigo da Mary Poppins). Sem falar nas duas temporadas de Os Ho-Ho-Límpicos, que colocou Salsicha, Scooby-Doo e Scooby-Loo para disputar corridas de carros com outros personagens clássicos da Hanna-Barbera, como Capitão Caverna, Zé Colmeia, Dom Pixote, Wally Gator, Bibo Pai e Bobi Filho, entre 1977 e 1979. A turma também participou de alguns crossovers com Dinamite, o Cão Maravilha e o Falcão Azul, e de um episódio do Johnny Bravo.
Como deu para perceber, crossovers com a turma já aconteceram aos montes. Então, por que tanto barulho e tanta expectativa em cima desse crossover em especial? Bem, porque, como vocês podem notar, muita gente já se misturou com a galera do Scooby-Doo, mas nenhum deles tinha uma história tão semelhante a do grupo.
Veja bem, a turma do Scooby-Doo vive rodando pelo país na Máquina de Mistério, desvendando casos que geralmente envolvem assombrações, mas os fantasmas sempre se revelam criminosos tentando espantar as pessoas para se dar bem financeiramente. E o que fazem os irmãos Winchester? Rodam por aí no Impala, desvendando mistérios que sempre envolvem assombrações – fantasmas, cruz-credos, bruxas, anjos, demônios, deuses e semideuses de tudo quanto é mitologia, etc., etc., etc... A única diferença é que, no final dos episódios do Scooby-Doo descobrimos que as assombrações não eram reais, mas apenas criminosos mascarados; enquanto que no Supernatural todos os monstros são reais, e precisam ser derrotados ou eliminados pela dupla.
Perceberam como os dois universos se encaixam?
A grande questão era equilibrar a inocência e a racionalidade lógica de Scooby-Doo com a maturidade e o tom macabro de Supernatural, sem desrespeitar nenhum dos dois universos. E isso o roteiro conseguiu fazer brilhantemente. O que vimos foi um dos episódios mais divertidos da história de Supernatural e o mais macabro do Scooby-Doo. E uma série de referências deliciosamente nostálgicas para a nossa coleção. Creio que os fãs de ambas as séries não tiveram do que reclamar.
Bem, deixemos outras comparações para comentar ao longo da review.
Para encerrar com chave de ouro a nossa maratona de Halloween...

Senhoras e Senhores, com vocês:


LEIA MAIS

Os Winchester Voltam Para a Escola

em domingo, 21 de outubro de 2018

Quando a gente pensa que não falta acontecer mais nada em Supernatural – literalmente, já tivemos de tudo: anjos, demônios, loira do banheiro, Wendigo, fantasma criança, fantasma velho, fantasma bizarro, fantasma bonzinho, Rei do Inferno, Bruxa Druida, médium, voodoo, necromancia, Adolf Hitler(!), Espantalho, Metamorfo, Monstros Clássicos do Cinema, deuses revoltados, semideuses atazanados, ninfas malucas, RPG, Feitiço do Tempo, Arcanjo pirado na batatinha, Caim, queda da quarta parede num episódio em que os meninos tiveram que encarnar os atores que interpretam Sam e Dean, ou seja, eles mesmos, Titanic salvo, depois naufragado de novo, desenhos animados, velho oeste, família Frankenstein, leviatãs, folclore de praticamente todas as partes do mundo, O Curioso Caso de Benjamin Button... Para falar a verdade, só estou sentindo falta do Saci Pererê, a Cuca do Sítio do Pica-Pau Amarelo e um especial com os Simpsons. Até crossover com o Scooby Doo nós tivemos – três temporadas depois desse episódio, mas tivemos. Enfim, quando a gente pensa que Supernatural não tem mais de onde tirar uma ideia avassaladora para comemorar seu episódio N° 200 (!!!), eis que os roteiristas sacam um musical escolar da cartola, e transformam um roteiro extremamente simples numa sessão nostalgia, com um imenso catálogo de referências às dez primeiras temporadas da série – incluindo as diferentes aberturas que vimos ao longo dos primeiros dez anos –, tão grande que se eu tiver que comentar cada uma ao longo da review, conectando-as às suas tramas correspondentes, essa review terá dez mil páginas!
Como não pretendo escrever um texto tão longo assim, só vou comentar as referências absolutamente indispensáveis – até porque, duvido que eu me lembre claramente do contexto de cada uma. São dez temporadas! Duzentos episódios! Cadê minha enciclopédia? Aliás, cadê meu cânone?
Bem, vamos do princípio. Como eu disse, esse é o episódio N° 200 de Supernatural, portanto era um momento de comemoração. Dá para contar nos dedos as séries não focadas em comédia que tenham alcançado tal marca. Aliás, acho que dá para contar nos dedos mesmo incluindo as séries de comédia. A maioria não chega tão longe assim. E o mais assombroso: chegar à marca de 200 episódios depois das duas temporadas [inclua o palavrão de sua preferência aqui] da novela mexicana linguiciana e abobrinhana – sim, eu sei que essas palavras não existem, mas foram as mais delicadas em que consegui pensar – que Sera Gamble tentou nos enfiar goela abaixo com aquela tragédia dos leviatãs, a mãe dos monstros, e o diabo a quatro que ela tentou conduzir entre a sexta e sétima temporadas. Sério, se Supernatural conseguiu sobreviver a isso, realmente o negócio da família está completamente assegurado até a centésima geração.
Curiosamente, eu tenho três episódios da sexta temporada e um da sétima na minha lista de favoritos da série, mas entre um e outro, existem episódios que literalmente me dão nojo. E não estou falando só pelos insetos bizarros; o contexto todo era nauseante demais.
Enfim, depois dessa longa explanação, só preciso acrescentar que Supernatural nunca erra quando resolve rir de si mesma, e nessas ocasiões sempre nos brinda com episódios cômicos dignos de aplausos.
Que foi o caso deste aqui, que além de homenagear a história da série, a trajetória de Sam e Dean Winchester e comemorar sua marca importante, mais uma vez derrubou a quarta parede para homenagear quem realmente é responsável pelo sucesso da série: os fãs. Queira ou não queira, produção nenhuma se sustenta sem eles. São eles que abastecem essa indústria, e ainda engrossam o cânone de cada universo com suas próprias ideias que vivem entupindo a internet.
Então, sem mais delongas, com vocês:
LEIA MAIS

Monstros Vemos, Malucos Não Sabemos

em sábado, 13 de outubro de 2018

Se no inicio da série Supernatural se superava quando produzia episódios com maior nível de terror, a partir da terceira temporada foram os episódios cômicos que roubaram a cena.
O escolhido desta vez é o quinto episódio da quarta temporada, que brincou com os monstros clássicos do cinema, Drácula, o Lobisomem, a Múmia... Até o Frankenstein e o Fantasma da Ópera foram referenciados no episódio. E para que ficasse mais clara a homenagem aos pioneiros do cinema de horror, o episódio inteiro foi rodado em preto e branco. E o roteiro segue o modelo básico desses clássicos da Universal Pictures, com um monstro bizarro, uma donzela em perigo, um herói disputando a mocinha com o monstro, e um caçador ajudando a resolver a encrenca.
Peguem suas pipocas e divirtam-se com:
FILME DE MONSTRO
LEIA MAIS

Nem Todo Brinquedo É Apropriado Para Crianças

em sábado, 6 de outubro de 2018

Estamos de volta com mais uma aventura dos dois filhos de João e Maria Winchester, em sua jornada para exterminar as assombrações deste mundo. No episódio onze da segunda temporada, nossos belos heróis enfrentaram a coisa assassina que estava espantando a clientela do sinistro Hotel Pierpont, em Cornwall, Connecticut.
Nas primeiras temporadas da série, Supernatural se superava quando o episódio era uma espécie de filme de terror. Este aqui me fez lembrar do filme A Casa Amaldiçoada. Só faltou o Hugh Crain e o alçapão embaixo da lareira.
LEIA MAIS

Os Loucos Mais Perigosos São os Que Gerenciam o Manicômio

em segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Seguindo com a tradição do mês de outubro dedicado ao Halloween aqui no blog, esse ano apresentarei a vocês um Outubro Supernatural. Vamos ter ao longo do mês algumas reviews de episódios da série dos irmãos Winchester.
Calma, calma, fãs de Chespirito, não criemos pânico! Como de costume, também teremos reviews de episódios com os nossos personagens favoritos do Bolaños, incluindo um episódio do Chaves em Desenho.
Tudo intercalado com desenhos animados clássicos, mas não vou revelar seus títulos para não estragar a surpresa.
Como já comentei em outra ocasião, Supernatural é uma série que não dá – e francamente não me inspira – para resenhar todas as temporadas na íntegra, mas prometi escrever reviews de episódios esporádicos. Para ser justa, os que eu considerei os melhores de cada temporada. Em Outubro do ano passado postei a review de CéuVermelho, o sexto episódio da terceira temporada, cuja história girava em torno da aparição agourenta de um navio fantasma. Todos os episódios que planejei resenhar da série seguem linhas parecidas: são episódios que fogem ao foco da trama principal da temporada – na maioria dos casos –, e que contam uma história completa, seja ela assustadora ou cômica, mas invariavelmente livre da novela sobre anjos, demônios e suas pendengas costumeiras. Lembram que na primeira temporada a série seguia a linha narrativa do “monstro da semana”? Então, aqui farei algo parecido, com o “monstro da temporada” ou o “episódio da temporada”.
Não que eu pretenda seguir uma ordem cronológica com as reviews, mas este mês vou começar com o décimo episódio da primeira temporada.
SANATÓRIO
LEIA MAIS

Se A Mãe É Uma Peça, O Pai Certamente É Uma Figura

em domingo, 12 de agosto de 2018

Para muitos um herói, para outros um bandido. Vamos relembrar alguns pais na ficção que hoje mereciam um abração.

Pais Fazem Tudo Por Seus Filhos...
Vamos começar com o mais querido de todos. Mesmo sem um centavo no bolso, Seu Madruga não deixa faltar nada à Chiquinha. Nem mesmo um vestido novo. E não basta ser um paizão para sua filhota, Seu Madruga também faz o que pode pelo garoto Chaves, frequentemente convidando-o para comer em sua casa – mesmo que isso implique em mandá-lo comprar ovos ou pães fiado na Venda da Esquina em nome da Dona Florinda, só para ter mais um pretexto para apanhar da mãe do Quico mais tarde.
LEIA MAIS

Que Bruxaria é Essa?

em quarta-feira, 16 de maio de 2018

Nem sempre o ator que começa interpretando um personagem segue com ele até o final do programa, série ou novela. Esse recast é algo muito frequente em novelas mexicanas, por exemplo, seja por necessidade – quando o ator adoece no meio da produção e precisa ser afastado, ou morre –, seja por picuinhas ou conflitos de agenda. Mas também já tivemos vários casos em séries de TV bem populares, em sagas cinematográficas extensas, e até mesmo na nossa telinha.
Veja alguns rostos que mudaram no decorrer da produção – em alguns casos, o público mal se deu conta da troca.

O Terceiro Pateta (Os Três Patetas)
Um dos exemplos mais antigos talvez seja Os Três Patetas – que, na verdade, era uma série de filmes curtas-metragens para o cinema, que acabou expandindo seu sucesso na televisão. É um caso um pouco diferente do restante da lista – em que atores diferentes deram vida ao mesmo personagem –, mas a verdade é que a ideia aqui era trocar o rosto e o nome, mas sem alterar a função do personagem na comédia, então, dá mais ou menos no mesmo.
Esse caso foi comentado mais detalhadamente aqui no blog no tributo aos mestres da comédia pastelão, mas vamos relembrar. Ao longo dos quase cinquenta anos da parceria, o terceiro pateta foi trocado quatro vezes: antes de assinarem seu primeiro contrato com a Fox, o trio era formado por Moe, Larry e Shemp, mas o terceiro deixou o grupo por não querer carregar Ted Healy, então empregador dos patetas e líder do grupo, como contrapeso na nova empreitada, deixando seu posto para o irmão mais novo, Curly. Mais tarde, quando Curly precisou se afastar dos filmes para cuidar da saúde, Shemp retornou, e ficou até seu falecimento, quando o terceiro pateta passou a ser interpretado por Joe Besser, o Joe; mas o público não foi muito com a cara dele, e sua participação rendeu somente dezesseis curtas, sendo mais uma vez substituído por Joe DeRita, o Curly-Joe, que permaneceu até o final da parceria, encerrada definitivamente por causa do falecimento de Moe.
LEIA MAIS

O Navio Que Só Os Futuros Presuntos Podem Ver

em terça-feira, 17 de outubro de 2017



Já que o tema é Halloween, nada mais apropriado do que falar dos caras que (ganham?) a vida caçando monstros a torto e a direito. Aqueles dois simpáticos filhos de João e Maria – e não estou falando das criancinhas que assaram a bruxa má! Embora eles tenham encontrado ao menos um dos dois e a bruxa doceira lá pela décima temporada da série – que gostam de se envolver com o Sobrenatural.
Num dos meus episódios favoritos da terceira temporada, os irmãos Winchester tiveram um encontro com uma divertida ladra e um navio fantasma.

Numa cidadezinha portuária chamada Sea Pines, no estado de Massachusetts, uma mulher está prestes a sofrer uma invasão de privacidade estilo Big Brother, ao entrar despreocupadamente no chuveiro. Mas não se empolguem, meninos; Supernatural é uma série de família! Se bem que alguém nesse episódio não está muito preocupado que ela possa ser também uma mulher de família, que provavelmente chegou cansada do trabalho e deixou o jantar esquentando no micro-ondas, enquanto tomava um banho quente e relaxante para se livrar do estresse.
Enquanto ela enxagua tranquilamente os cabelos, alguém a observa. E esse alguém não está com boas intenções. Só que são más intenções do tipo Norman Bates com Mary Crane, mas em vez de uma faca, a criatura utiliza a água do chuveiro – ou os setenta por cento de água de que é constituído o corpo humano – para afogar sua vítima.


LEIA MAIS

10 Momentos Inesquecíveis de Supernatural

em quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

A fantástica história de dois lindos irmãos caçadores de monstros, que passam a vida na estrada, procurando encrenca onde quer que escutem um boato de que há atividade sobrenatural, dirigindo um Impala negro que deve impor respeito até parado no sinal vermelho, invadindo casas assombradas, exterminando fantasmas, bruxas, anjos, demônios, vampiros, lobisomens, fadas, duendes, leviatãs, deuses malucos de mitologias pagãs, médiuns, psíquicos, monstros de mitologias orientais e o diabo a quatro. Literalmente, o diabo a quatro! Já passou tanto monstro nessas onze temporadas e meia da série que fica difícil relacionar todos numa lista. Está mais para uma enciclopédia. E apesar de alguns episódios bizarros, Supernatural segue firme e forte na 12° temporada, sem ameaças de cancelamento e sem jamais perder o rebolado – algo que não é muito comum em séries de fantasia, que geralmente perdem qualidade depois de três temporadas. Tomem como exemplo The Vampire Diaries – que já foi superada em qualidade pelo spin-off The Originals há muito tempo – e Once Upon a Time, para citar apenas séries recorrentes aqui no blog.
Mas qual é o segredo da longevidade do sucesso de Supernatural? Saber dosar a temporada, incluindo um pouco de cada coisa: tem os episódios mais “assustadores” – aqueles com nível mais alto de terror –, os monstros de sempre – anjos e demônios e seus dramas existenciais –, aqui ou ali um fantasma pirado para dar uma temperada nas coisas, e as comédias sobrenaturais. Porque, afinal de contas, nem só de criaturas assassinas ou apavorantes vive o mundo sobrenatural.
A alta rotatividade de elenco de apoio também pode ser um fator que colabora para o sucesso da série, pois sempre traz novos rostos e novos personagens à história, e permite trabalhar o pequeno elenco fixo sem deixar ninguém de lado ao longo da temporada, e sem colocar ninguém como figurante em cena – entendeu, Once Upon a Time? Aprendam como é que se faz as coisas!
Por exemplo: neste momento, o elenco fixo de Supernatural é constituído de cinco atores: Jensen Ackles (Dean Winchester), Jared Padalecki (Sam Winchester), Samantha Smith (Mary Winchester), Micha Collins (Castiel Winchester) e Mark Sheppard (Fergus... Digo, Crowley!). Eventualmente, Ruth Connell também aparece no papel da bruxa Rowena, que sempre foi mais recorrente do que fixa nessa história. Sim, eu sei que o personagem Lúcifer também é fixo nessa temporada, mas vários atores dão rosto ao diabo, então, não entra na conta.
E claro, contribui muito para o sucesso a consistência dos personagens principais. Dean com seu sarcasmo e carisma impagáveis; Sam com aquele jeitinho “santo até que o conheçam”; Castiel com sua moral, sua ingenuidade e seu amor platônico pelo Dean; Crowley com aquela postura “me respeitem que eu sou o rei do inferno, mas sou legal demais para administrar aquela bagaça pessoalmente”; e Rowena, a bruxa que tenta ser má, mas que se passa fácil por uma tia maluca que faz bolinhos de chuva com sal em vez de açúcar e pimenta no lugar da canela. Sim, eu a vejo como uma simpática tia meio doida. De mamãe Winchester não há muito a ser dito, considerando que ela passou pouco tempo fixo na série. Por enquanto ela está parecendo a mãe da Caroline Forbes, de TVD: a xerifona, tentando entender como foi que o circo dos horrores invadiu sua cidade, mas pronta pra briga, caso alguma entidade esquisita ameace suas crias. Ou por aí...
Enfim, Supernatural é o tipo de série que não dá para fazer a review de todas as temporadas. Esporadicamente, pretendo resenhar alguns episódios aleatórios, mas há alguns acontecimentos de episódios que não estão na minha lista de planos para o blog, com cenas que valem muito a pena relembrar. Não necessariamente nessa ordem.
LEIA MAIS


Apoie o Blog Comprando Pelo Nosso Link




Topo