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Quem Segura a Pena

em domingo, 25 de julho de 2021

 De repente eu reparei numa coisa: eu falo bastante das criações aqui no blog, mas pouquíssimo sobre os criadores, aqueles que colocam a cabeça para funcionar e dedicam parte de suas vidas a criar uma história que será para sempre eternizada em nossos corações. E em nossas estantes.

Sim, meus amores, estou falando sobre os escritores.

E como hoje é o Dia do Escritor, vou elencar alguns dos meus autores favoritos, alguns favoritos de todo mundo, alguns autores clássicos indispensáveis, e alguns que não são muito conhecidos, mas que, na minha humilde opinião de leitora voraz, todo mundo deveria conhecer.

Inclusive uma tal de Talita Vasconcelos, que me disseram que é muito simpática, e olha só os livros dela que coisa linda:

Ok, já vendi meu peixe. Agora vamos ao post.

 

Não necessariamente nessa ordem...

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Desafio #4: O Crime da Moda

em sábado, 3 de maio de 2014


Ligeiramente atrasada, eis o resultado do desafio literário do mês de abril, “o Hype do momento”: o que está todo mundo lendo.


Quando vi esse tópico não tive dúvida sobre qual seria o livro perfeito: “A Culpa é das Estrelas”, de John Green. Na verdade, esse livro até poderia ter sido meu “Na Estante”, porque eu já vinha adiando essa leitura há séculos. Mas então imaginei a chuva de resenhas deste livro que poderiam surgir nos blogs este mês, por causa do mesmo desafio (deste e de outros títulos do autor, que recentemente se tornou o favorito absoluto dos leitores, no topo das listas dos mais vendidos com pelo menos cinco títulos!), e decidi procurar outro “Hype” para este desafio.


Passei quase duas horas verificando as listas de mais vendidos e de mais populares para decidir entre um catálogo relativamente grande de títulos em evidência (não vamos nos esquecer de que Nicholas Sparks, assim como Green, também emplaca um novo sucesso com frequência inacreditável; quase como os astros da música com seus novos singles!).


Então, finalmente, depois de algumas observações, acabei decidindo por uma opção que em todos os aspectos era a mais atraente.


Talvez o momento “Hype” deste livro até já tenha passado, exceto entre os Potterheads, e convenhamos que os Potterheads formam uma comunidade muito grande no Brasil!


Por conta da polêmica a respeito da descoberta de que Robert Galbraith é pseudônimo de J. K. Rowling, “O Chamado do Cuco” ganhou grande notoriedade, e principalmente, popularidade, embora já fosse um sucesso de vendas na Grã-Bretanha antes mesmo de a fofoca vazar.


Depois de ler o livro eu compreendi o possível motivo de J. K. Rowling ter hesitado tanto em admitir a autoria do livro. “O Chamado do Cuco”, em praticamente toda a narrativa, soa extremamente diferente de Harry Potter, o que, em minha opinião, comprova irrevogavelmente o talento e a maestria extraordinários da autora. Ela não só criou uma história que nada tinha a ver com o mundo fantástico em que esteve pisando por quase vinte anos, como também criou um autor e deu vida a ele nas páginas: em sua maneira de narrar, de descrever os diálogos, de contar sua história, conferindo a ele nuances tão reais e tão masculinas que poderiam tê-lo tornado crível por décadas, se a informação não tivesse vazado.


Esta obra se distancia largamente da literatura leve e incensurável de Harry Potter. Sobretudo na escolha da linguagem. Os diálogos dos personagens, e por vezes até a narrativa, são pautados por termos e expressões que moralmente não são recomendadas para crianças (o, teoricamente, principal público de Harry Potter). Portanto é compreensível a preocupação da autora em se preservar detrás do pseudônimo de Robert Galbraith. Ela deve ter imaginado que isto inibiria a procura voraz pela obra meramente pelo conhecimento de ter sido escrito por ela, e o possível choque de algum leitor ao contrastar este novo estilo literário com suas obras anteriores. Não que algo nesta obra tenha me chocado... A verdade é que eu absolutamente adorei cada linha do texto, e em alguns momentos até esqueci (ou simplesmente deixei de lado) quem era a verdadeira autora do livro. Seu talento e sua obra falam por si.


Aliás, esta foi uma escolha audaciosa: lançar-se como autor desconhecido é praticamente como um recomeço de carreira, um tiro no escuro, sobretudo no competitivo (e infelizmente pouco valorizado; se morasse no Brasil ela provavelmente ficaria muito menos motivada a arriscar) mercado literário; ter de reconquistar todo o espaço que ela já tinha alcançado com a saga do bruxinho, mas desta vez, para um autor sem rosto. Imagino que isso seria um desafio... Se ela não fosse indubitavelmente uma autora – vou tomar emprestado o muito merecido bordão da saga – BRILHANTE!

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Mágica Além das Palavras

em domingo, 15 de julho de 2012

A HISTÓRIA DE J. K. ROWLING
O filme conta toda a trajetória da escritora Joanne Rowling (Kathleen foi o nome do meio que ela adotou na época da publicação do primeiro livro), autora da série Harry Potter. Atualmente ela é uma das mulheres mais ricas da Grã-Bretanha, mas antes de concluir o primeiro livro, chegou a depender de ajuda do governo para sustentar a filha.
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Paralelo Mágico

em sexta-feira, 6 de julho de 2012



Irmãos Grimm X Beedle, o Bardo
Quando eu vi “O Conto dos Três Irmãos” no filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1”, tive a impressão de que este livro era bem mais infantil.
“Os Contos de Beedle, o Bardo” é uma versão mágica dos contos de fadas que todos conhecemos desde criança. Uma história curta, que se finaliza ensinando lições de bondade, generosidade e gratidão.
É provável que tenham sido inspirados em contos tradicionais dos Irmãos Grimm e outros contistas infantis, como observei.
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