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O Que Seria da Vida Sem Os Malucos?

em terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Hora de mais uma review especial de Natal no meu, no seu e no nosso Admirável Mundo Inventado. Desta vez, escolhi um dos meus episódios favoritos de uma das minhas séries de comédia favoritas, The Big Bang Theory.
O episódio foi baseado no filme “A Felicidade Não Se Compra”, e a nossa turma favorita de nerds se divertiu imaginando como seria suas vidas se Sheldon Cooper, o membro mais extraordinário do grupo – entenda o adjetivo na conotação de sua preferência –, não fizesse parte delas.
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Esse Aí É Filho de Papai Noel!

em domingo, 30 de dezembro de 2018


Eu já tinha dado o ano por encerrado aqui no blog, mas calhou de me cair às mãos esse desenho, e sempre há espaço para mais uma boa história natalina, né?
Com uma história simples, porém, inusitada, cheia de trocadilhos natalinos, Operação Presente é um dos desenhos mais divertidos sobre o Bom Velhinho que já foram produzidos. Nessa aventura, o filho mais novo do Papai Noel faz uma confusão danada para conseguir entregar o presente de uma criança que foi esquecida, antes que termine a noite de Natal.
Então, com vocês:
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Um Belo Exemplo Natalino

em segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Depois de um Halloween extremamente movimentado, chegamos a uma pobreza de Natal. Uma pessoa me perguntou tempos atrás porque eu escrevo tão poucas reviews natalinas, e aqui me sinto obrigada a plagiar o Seu Madruga, e dizer que a culpa é dos energéticos.
Que na nossa realidade se traduz como “companhia elétrica”. Acontece que eu moro numa cidade do interior, numa região de serra, onde chove à cântaros em dezembro e venta mais que ventilador gigante. E mesmo que o vento não seja suficiente para derrubar uma arvorezinha sequer, nem caia raios suficientes para ressuscitar um rato Frankenstein, a companhia que distribui eletricidade nos brinda com uma grande quantidade de horas sem energia elétrica neste mês festivo. Sério! Desde que mudei para cá – há quase uma década – acho que só teve um ano em que não tivemos que passar o Natal à luz de velas.
Como eu programei a postagem dessa review no início de dezembro, para ser publicada no dia de hoje, é provável que eu esteja sem luz neste exato momento.
Sim, é um caos. Consigo pensar em alguns bons presentes de Natal que eu gostaria de enviar ao presidente da companhia elétrica local. Tipo antraz, ou uma bomba atômica... Ou um CD do Frank Aguiar. Qualquer coisa que causasse um estrago bem grande.
Enfim, vamos deixar de lado os problemas elétricos da minha cidade e focar no nosso especial de Natal.
E desta vez, preparei algo extremamente nostálgico, um episódio natalino de um dos meus desenhos animados favoritos de todos os tempos: Hey, Arnold!
Vamos nos divertir com mais uma aventura do nosso querido Cabeça de Bigorna em:
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Se A Mãe É Uma Peça, O Pai Certamente É Uma Figura

em domingo, 12 de agosto de 2018

Para muitos um herói, para outros um bandido. Vamos relembrar alguns pais na ficção que hoje mereciam um abração.

Pais Fazem Tudo Por Seus Filhos...
Vamos começar com o mais querido de todos. Mesmo sem um centavo no bolso, Seu Madruga não deixa faltar nada à Chiquinha. Nem mesmo um vestido novo. E não basta ser um paizão para sua filhota, Seu Madruga também faz o que pode pelo garoto Chaves, frequentemente convidando-o para comer em sua casa – mesmo que isso implique em mandá-lo comprar ovos ou pães fiado na Venda da Esquina em nome da Dona Florinda, só para ter mais um pretexto para apanhar da mãe do Quico mais tarde.
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Todo Amor Que Houver Nessas Férias!

em terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Estava pensando como começaria oficialmente esse novo ano no blog, e decidi que um bom ponto de partida seriam bons sentimentos e uma boa história de amor. Afinal, ano novo é tempo de renovação, e que jeito melhor de começar um novo ciclo do que com um amor quentinho saindo do forno?
E quem não gosta de uma boa comédia romântica? Até os homens têm suas favoritas, mesmo que não admitam.
Assim, escolhi uma das minhas comédias românticas favoritas, protagonizadas por alguns dos meus atores favoritos: O Amor Não Tira Férias. E também é oportuno, porque a trama se passa durante as festas de fim de ano, pelas quais acabamos de passar.
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Gostamos de Abraços – Natalinos – Quentinhos!

em terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Acabo de notar que estou prestes a realizar algo inédito na história do Admirável Mundo Inventado, que é fazer a review de um desenho lançado há menos de trinta dias – ao menos, no Brasil.
Claro que eu não podia encerrar esse dezembro de 2017 sem falar sobre o lindo especial de Natal de Frozen.
A Disney é mestra em produzir ótimos especiais de Natal e de Halloween – e ótimos desenhos e animações, de modo geral –, e desta vez não foi diferente. Nos moldes de O Natal Encantado de A Bela e a Fera, Olaf em Uma Nova Aventura Congelante de Frozen traz uma singela mensagem de amor, amizade e união, numa produção de encher os olhos. 
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Papai Noel, Vê Se Você Tem, Aquele Desenho Para Disney Passar ♪♪

em quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Hoje quero falar sobre um dos maiores clássicos da Disney. Sim, clássico! Não importa que seja um curta-metragem com menos de meia hora, e que não seja exibido na televisão desde mil novecentos e Dercy Gonçalves... Não importa que você só tenha acesso a esse desenho através de uma compilação em DVD – O Natal Mágico do Mickey: Nevou Na Casa do Mickey, a quem interessar possa –, ou através de um vídeo com resolução mega zoada no Youtube – vai por mim, você encontra o vídeo em melhor estado na internet, se procurar bem... Enfim, nada disso importa. O desenho é um clássico desde o momento em que foi realizado, e é uma pena que tanto o Disney Channel, quanto a Globo e o SBT nunca se lembrem de transmiti-lo como presente de Natal às novas gerações alienadas com o excesso de séries teen mal produzidas da Nickelodeon e novelas argentinas que hoje em dia entopem a grade dos canais “infantis” da TV a cabo. E me perdoem o desabafo!
Até o SBT aparentemente parou com a mania de passar os mesmos filmes repetidos todo feriado. Não importava se era Dia das Crianças, Dia de Finados ou Dia dos Inconfidentes, podíamos sempre esperar por uma tarde regada a Harry Potter, Dennis, o Pimentinha, O Filho Máskara e Happy Feet – O Pinguim. Nem para incluir um desenho aí, hein!? Ou um filme menos batido...
Enfim, mas eu estava falando do clássico da Disney. E o motivo de eu ter decidido falar sobre ele é precisamente sua injusta ausência na programação de qualquer canal nesta época do ano. Gente, é Natal! E nenhuma emissora vai transmitir esse clássico da Disney baseado em outro grande clássico da literatura, de Charles Dickens!? Como diria a Pópis:
Muito bem...
O clássico Disney de hoje é nada mais, nada menos que O Conto de Natal do Mickey.
Não estou falando da animação de 2009 Os Fantasmas de Scrooge – que é muito boa também –, mas da versão anterior que a Disney produziu do conto em 1983, tendo no elenco principal as maiores estrelas da casa. Só para se ter uma ideia:
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Se Contar, Ninguém Acredita No Que Aconteceu Nesse Natal – Parte 3: A Festa de Natal dos Viciados em Banana

em sábado, 24 de dezembro de 2016

Por Talita Vasconcelos
*Leiam a parte 1 e a parte 2*
Saí do quarto assim que senti que estava pronta, e coloquei o presente do meu amigo secreto embaixo da árvore de natal, num canto da sala, ao lado dos presentes comprados pela Cristiana, pela Valentina, pelo Pedrão e pelo Ivan. Notei que tinha um presente a mais embaixo da árvore. Deduzi que mais alguém havia chegado enquanto eu me maquiava. Talvez estivesse no banheiro.
Valentina estava desenformando a rosca de nozes quando me voltei para a cozinha.
– Essa ficou perfeita – anunciou ela, tirando as luvas térmicas. Regou a guloseima com uma calda de coco que tinha preparado enquanto a primeira rosca estava assando, e que ficou o dia inteiro esfriando sobre a mesa, terminou de decorar com pedacinhos de morangos frescos, e colocou-a com todo cuidado na bancada, ao lado da sobremesa do Ivan, que agora eu percebia que era uma espécie de bolo ou pavê, provavelmente de chocolate, com glacê escuro e frutas vermelhas.
Enfim, não entendi bem o que era, mas aquilo animou meu estômago. Gosto de falar da draga da Cristiana, mas de vez em quando preciso policiar a minha.
Falando nela, também escolheu esse momento para surgir na sala, e também teve a atenção imediatamente furtada para a nossa bancada de sobremesas. A Cristiana, quero dizer, não a draga. Ou talvez, as duas.
– Hum... Ivan, essa coisa dá água na boca só de olhar – disse Cristiana, hesitando em chegar perto. O dia certamente não precisava de mais desastres. – Garoto, peça-me quantas xícaras de açúcar quiser, que um dia vou te pedir em casamento.
– Deixa o Pedrão ouvir isso! – comentei, dando uma risadinha.
– Tenho certeza de que ele nunca vai ter ciúme dessas sobremesas – disse Cristiana, ainda concentrada nas delícias sobre a bancada.
– Tem mais alguém aqui? – perguntei, ainda pensando no presente a mais que vira ao pé da árvore de natal, muito mais modesta que a do Seu Nosferatu.
Ouvimos a campainha.
– Agora tem – disse Ivan, enquanto Valentina abria a porta.
– Oi, linda! – disse Leandro, parado na porta, com o presente do amigo secreto escondido atrás do batente. – Você me quer embrulhado ou eu posso começar a me livrar de toda essa produção?
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Se Contar, Ninguém Acredita No Que Aconteceu Nesse Natal – Parte 2: Lei de Murphy N°890 – Nunca Subestime a Capacidade do Azar

em sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Por Talita Vasconcelos

A partir daí, nosso dia passou a ser governado pela lei de Murphy que diz que se alguma coisa puder dar errado, dará; e dará na pior hora, e da forma que cause o maior dano possível. A decoração do apartamento estava ok – aliás, estava pronta desde o início de dezembro. Todo o resto, no entanto...
Ficou combinado que cada um dos convidados traria um prato para a ceia, então, basicamente, só tínhamos que nos preocupar com a nossa parte, que consistia do purê de batatas e das batatas que eu pretendia assar para acompanhar o peru – este, comprado pelo Casanova; mas como ele não fazia ideia do que fazer para deixá-lo dourado e suculento, acabamos nos oferecendo para assá-lo, assim, pelo menos, era certeza de que não comeríamos o bicho cru. E também resolvia o problema de ter que atravessar um pedaço de São Paulo com um peru assado no banco de trás do carro em plena véspera de natal. Assim não se corre o risco de ter o carro depredado no sinal e acabar chegando aqui só com o rabicó do bicho. Não que isso já tenha acontecido com alguém que eu conheça, mas nunca se sabe...
E Cristiana ainda iria fazer a sopa especial de vegetais, receita da avó dela, que, por tradição de família, garantia a quem comesse um feliz natal. Diz a lenda que havia um ingrediente secreto na sopa que garantia essa tal felicidade, mas, seja lá o que for, não parece ter tido qualquer efeito em mim nos anos anteriores. A menos que tenha sido camuflado pelo vinho tinto, né... Vai saber.
Nós já tínhamos temperado o peru na noite anterior, e eu usara o mesmo tempero nas batatas, que teria que assar separado, porque não caberia tudo de uma vez no nosso forno. Mas antes que pudéssemos ter a chance de colocar qualquer coisa para assar, Valentina, uma das convidadas da noite, que mora no andar de cima, apareceu com o primeiro contratempo: ela tinha prometido trazer uma rosca de nozes – que deixou todo mundo com água na boca no natal do ano passado, salivando por mais um pedaço –, porém o forno dela escolheu justamente a véspera de natal para dar o último suspiro. Então ela trouxe os ingredientes, e pediu para assar a rosca no nosso apartamento.
Até aí, tudo bem; era só uma questão de organizarmos os horários, e tínhamos tempo de sobra para preparar tudo. Mas aí, enquanto eu colocava as batatas para assar – decidi assar primeiro as batatas, pois a forma era menor, e caberia a assadeira da Valentina ao mesmo tempo, o que nos deixaria com tempo de sobra para dar um bronze no peru até às oito da noite – o segundo infortúnio apareceu.
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Se Contar, Ninguém Acredita No Que Aconteceu Nesse Natal – Parte 1: Parece Que Nem Todo Mundo É Filho de Papai Noel...

em quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Por Talita Vasconcelos
Natal é uma das minhas datas favoritas no ano, porque é sempre aquela época em que você deixa tudo de lado e se permite aproveitar a vida, e cometer todos os excessos que não cometeria normalmente, ao seu bel prazer: tira folga do trabalho, ou férias coletivas – a menos que trabalhe no comércio –, dá uma trégua na dieta, tira o escorpião da carteira e finalmente cria coragem para comprar aquele sapato que você está namorando há meses, mas sabe que é caro demais para o seu orçamento... E se pá, ainda rola aquela viagenzinha com os amigos ou com a família para algum lugar bem bacana. Sem falar no panetone, no peru, na rabanada, e nas toneladas de chocolate sem culpa que você se permite comer, para só se arrepender lá pelo dia três de janeiro... Enfim, Natal é uma data em que quase tudo é permitido. E em que as melhores histórias acontecem. Inclusive as mais inacreditáveis...
Pinheirinho que alegria! Trá lá lá lá lá, lá lá lá lá... Sinos tocam noite e dia...
– Nossa, quanta animação logo cedo! – comentou Cristiana, entrando na sala do apartamento, ao me ouvir cantando na cozinha enquanto virava as panquecas para o café-da-manhã de Natal. – Tem mais alguém aqui?
– Comigo, não. Com você...?
– O Pedrão só vem mais tarde. Mas, e aí? Qual é o motivo de tanta animação?
– Como assim? É Natal!
– É, mas para você amanhecer assim, cantando... A que horas o seu bofe vai chegar?
– Já te falei que não tem bofe nenhum!
Nesse momento, enquanto eu tirava as panquecas da frigideira, a campainha tocou. Cristiana foi atender, e depois de falar durante aproximadamente um minuto com alguém que começou perguntando por mim, ela fechou a porta, e trouxe uma cesta enrolada em celofane transparente, com um laço vermelho, até a bancada da cozinha. Dentro dele havia um ursinho de pelúcia branco.
– O Ninguém te mandou isso aqui – disse ela, com aquele sorriso “te peguei” no rosto.
Coloquei o prato de panquecas na mesa, e fui abrir meu presente, um tantinho constrangida. O ursinho tinha um cachecol vermelho e dourado no pescoço, com um pequeno enfeite natalino no centro, e um gorrinho vermelho. Ao redor dele, preenchendo o conteúdo da cesta, dezenas dos meus bombons favoritos.
– E aí? – insistiu Cristiana. – Ninguém tem nome?
– Amor, a fantasia é sua! – Eu não iria dar o braço a torcer. – Escolhe qualquer nome: Fulano de Tal, Sicrano de Etecetera, Beltrano de Assim Por Diante...
– Ahã! – Ela ergueu meu ursinho da cesta e começou a movê-lo diante do meu rosto, fazendo uma vozinha tola, como se ele estivesse falando: – E quem me mandou para você foi o Fulano de Tal, o Sicrano de Etecetera, ou o Beltrano de Assim Por Diante?
– Os três!
– Ok! Fica aí escondendo o jogo! Mas eu aposto que até o fim da noite eu consigo descobrir quem é esse teu bofe.

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Desafio #20: Um Quarteto Angelical Nada Fantástico

em quarta-feira, 11 de maio de 2016



Ok... Eu sei que perdi completamente o foco e o fio da meada no que toca o Desafio Literário que me propus a seguir no ano passado. A verdade incompleta é que o ano passado foi uma tremenda loucura, e eu tive tempo e disposição para pouca coisa realmente. Li muita coisa, mas quase nada que se encaixasse nos temas do desafio, e, a certa altura, perdi um pouco a vontade de ficar procurando títulos que se encaixassem, e simplesmente decidi deixar rolar. O problema aí foi que não rolou. Não que eu tenha desistido do Desafio, exatamente; apenas decidi me liberar do prazo. Afinal, oficialmente, o Desafio Literário do Tigre foi encerrado no meio do ano em seu blog de origem, então, quem prosseguisse, o faria por conta própria. E, se antes eu já estava tão tentada a procrastinar, depois de ele ter sido cancelado, fiquei mais tentada ainda. Não que os temas não tenham me agradado, mas alguns estavam realmente muito fora da minha zona de conforto.
Todavia, como não gosto de deixar nada inacabado, agora que o furacão 2015 passou – sim, eu sei que já estamos quase na metade de 2016; por aí se tem uma ideia de como 2015 foi tumultuado para mim, com partes boas e partes más –, decidi prosseguir com os temas, porém, sem pressa. À medida que os temas forem se encaixando na minha lista de leitura, vou postando as resenhas. Pode ser que o complete este ano; pode ser que ainda o arraste para 2017. Veremos...  
Para o primeiro tema concluído este ano, trago um livro que facilmente se encaixaria em duas categorias: com a capa linda ou que cabe no bolso. Como tenho ainda outras capas que enchem os olhos na minha lista de leitura para este ano, optei por encaixá-lo na segunda categoria.
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O Rebu de Natal

em terça-feira, 29 de dezembro de 2015



Vamos relembrar o Natal de uma das famílias mais divertidas da televisão?

Peguem aí uma pipoquinha – ou um panetone – e Sai de Baixo!

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Então é Natal

em segunda-feira, 24 de dezembro de 2012



Chegamos àquela época do ano em que muito se fala sobre união, família e amor ao próximo. O Natal é o tema de que se encontra a mais ampla variedade de filmes e episódios especiais em séries de TV. A maioria traz praticamente a mesma história: uma família quer passar o natal unida, mas alguns membros moram longe e acontece uma série de contratempos que põe em risco este plano tão nobre.


Por tradição foram criadas canções e encenações diversas para retratar o espírito natalino e algumas histórias já se tornaram símbolo desta data. Talvez a mais tradicional de todas seja Um Conto de Natal, de Charles Dickens, que conta a história do avarento Ebenezer Scrooge, que na noite de Natal recebe a visita do fantasma de seu antigo sócio Jacob Marley, falecido no Natal há sete anos, e outros três espíritos que pretendem ensinar ao velho Scrooge a importância da generosidade e da união familiar.
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