Vou decepcionar
um pouquinho quem se empolgou pensando que eu iria falar sobre A Grande
Família.
Depois de uma
temporada cheia de altos e baixos – mais ou menos parecida com o gráfico da
Seleção Brasileira nos últimos tempos –, Once Upon a Time apresentou uma Season
Finale digna de aplausos.
Admito, esta
série me conquistou. Tem uma porção de elementos que eu gosto: magia, aventura,
romance com algumas gotas de limão – porque a coisa muito açucarada nesse tipo
de história longa não funciona –, a ideia de montar um conto de cada vez
enquanto se desenrola a história principal... É uma série que permite muitas
surpresas e desdobramentos sem ficar presa a um único protagonista.
Eu discordo
relativamente de quem diz que a primeira temporada foi melhor que a segunda. Eu
diria que a primeira temporada tinha aquele cheirinho de roupa nova, que dá
gosto de vestir, mas a história evoluiu bastante na segunda temporada. O que eu
concordo plenamente é que houve episódios no melhor estilo “que marmota é
essa?”.
Quem não está
familiarizado com a história, confira o início desta aventura a partir daqui.
Ademais disto,
vamos recapitular apenas os últimos acontecimentos:
Recentemente em
Once Upon a Time, descobrimos que o pai de Henry é o filho do – a princípio,
grande vilão da história – Rumplestiltskin (Mr. Gold, na versão amaldiçoada), o famoso
Baelfire, que no mundo real atende pelo nome Neal Cassidy, e mora num pequeno
apartamento em Nova York.



























