Uma obra que evoca sentimentos controversos.
Frankenstein é uma daquelas histórias que te surpreenderá mesmo que você tenha visto o filme milhares de vezes. Até porque já foram feitas tantas versões, todas diferentes umas das outras, e todas tão distantes do livro, que a obra escrita se torna uma história inédita ao leitor.
Numa ocasião, quando relacionava os monstros clássicos da Universal Pictures, citei um comentário que vi num artigo certa vez, que dizia “desde que o estúdio filmou Frankenstein ninguém mais leu o livro”. Os detalhes acerca da obra que todos pensam conhecer deixam isso claro.
* Ao contrário do que o cinema deu a entender, o cientista não era alemão, mas suíço, nascido e criado em Genebra. Ele apenas estudou na Alemanha;
* A pele do monstro nunca foi verde;
* Nunca houve um assistente de Frankenstein. Victor realizou sua experiência completamente sozinho;
* O monstro não afogou a menina no lago. Na verdade, ele a salvou do afogamento;
* A noiva do monstro nunca despertou para a vida.
Essas são só algumas informações para desmistificar a ilusão criada pelo cinema de que nós conhecemos a história de Frankenstein sem jamais ter lido o livro.
Mary Shelley escreveu um romance doentio, tétrico, e de um realismo perverso.
FRANKENSTEIN OU O PROMETEU MODERNO
Título Original: Frankenstein: or the Modern Prometheus
Autora: Mary Shelley
Editora: Zahar
Páginas: 250
Gênero: Horror | Ficção Científica
Sinopse:
Frankenstein é sem dúvida o maior clássico de terror de todos os tempos. É também um ensaio sobre a prepotência humana e a solidão em sociedade. Cego em seu propósito de dar vida à matéria inanimada, o cientista Victor Frankenstein constrói um ser monstruoso a partir de restos humanos - mas, quando enfim alcança o resultado pretendido, foge de sua própria criação! Abandonada e fadada ao desterro e à rejeição, a criatura passa a perseguir o cientista e, depois, a buscar vingança.
EEEEE






























