Quarentena Faz Coisa - Segunda Semana – Ainda Estamos Otimistas!

em quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Quarentena, Dia 08 

Fiquei hoje com uma sensação esquisita, quando deu nove horas da noite e a Dona Lourdes, síndica do prédio, não veio encher o saco porque o meu carro estava ocupando a vaga para visitantes na garagem. Isso acontece toda terça-feira, porque os namorados da Karina Periguete insistem em estacionar na minha vaga. Como eu não saí de casa, eles devem ter arrumado outra vaga para ocupar. Ficou faltando alguma coisa para completar a minha rotina diária...

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Se Contar, Ninguém Acredita apresenta: QUARENTENA FAZ COISA!

em terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Porque com a cachaça fazendo coisa a gente já está acostumado, mas isolamento social é tão enlouquecedor quanto. Vamos dar uma espiada em como a Emanuelly está se saindo nesse isolamento social, iniciado no final de março. Quarentena também faz coisa que, se contar, ninguém acredita. Dá só uma olhada no diário dela.

Só não contem que fui eu que peguei.

Primeira Semana – É Só Um Recesso Não Planejado...

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OK!

em segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Li A Culpa é das Estrelas pela primeira vez quando ele ainda era o hype do momento. Na época eu era meio negligente com as minhas leituras e ainda não tinha desenvolvido realmente o hábito de publicar as resenhas de tudo o que eu lia – na verdade, até hoje sigo uma espécie de cronograma que não estabelece uma ordem clara sobre as resenhas que eu publico aqui no blog: algumas são de leituras muito recentes, e outras de leituras mais antigas. Se eu não fizer isso, o Admirável Mundo Inventado vira um blog só de resenhas, porque eu leio livros com muito mais frequência do que escrevo reviews de filmes e séries, por exemplo.

Cheguei a incluir uma referência ao John Green num dos diálogos da Chiara no meu romance Raptada, como o cara que simplifica assuntos complexos, para se ter uma ideia de como esse livro mexeu comigo.

Mas não seria justo escrever uma resenha para o blog sem ler o livro novamente, e reviver as emoções que ele evocava. Este ano, como de costume, gosto de incluir na minha lista de leitura algumas delicinhas da minha estante para reler – sabe aquela zona de conforto? Então... E um dos meus escolhidos para releitura este ano foi A Culpa é das Estrelas.


A CULPA É DAS ESTRELAS

Título Original: The Fault in Our Stars

Autor: John Green

Editora: Intrínseca

Páginas: 288

Gênero: Romance


Sinopse:

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

EEEEE ❤


E de repente eu me lembrei do que havia me impressionado na primeira vez que eu li, quando eu mal terminara o segundo capítulo, e já tinha enchido uma página inteira de quotes no meu diário de leitura com citações do livro.


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Minha Irmã Matou Um Cara... Duas Vezes!

em domingo, 25 de outubro de 2020


Seguindo com o nosso especial de Halloween, hoje eu quero falar sobre um dos meus filmes favoritos, protagonizado por duas das minhas atrizes favoritas. Da Magia à Sedução é uma linda comédia romântica, baseada no romance homônimo de Alice Hoffman, que fala sobre superstição.

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O Passado – Realmente – Te Condena!

em sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Outubro chegou, e com ele, mais um especial de Halloween no nosso Admirável Mundo Inventado.

Para começar o nosso mês especial, eu cavei bem fundo desta vez, para resgatar uma série muito querida, que já foi encerrada há um bom tempo.

Fundo do Baú Pictures apresenta:

Exibida no final dos anos 1990, a série – também conhecida no Brasil como Jovens Bruxas – conta a história de três irmãs, Prudence – Prue, para os íntimos –, Piper e Phoebe Halliwell, que descobrem, logo após a morte da avó que as criou, que elas fazem parte de uma linhagem de bruxas muito poderosas. Mais que isso: o nascimento delas foi profetizado séculos atrás, como as três feiticeiras mais poderosas de todos os tempos, cuja magia unida seria praticamente invencível. As Encantadas (Charmed One). Assim que Phoebe, a irmã caçula, descobriu o Livro das Sombras guardado no sótão, e recitou o feitiço para libertar seus poderes, as irmãs Halliwell passaram a enfrentar uma porção de ameaças sobrenaturais e a lutar contra as forças do mal. Mais tarde, elas ainda descobrem a existência de uma quarta irmã, que tornará o Poder das Três novamente completo após [ALERTA DE SPOILER] a morte de Prue.

Eu não vou resenhar a série inteira – pelo menos, não agora –, mas separei um dos meus episódios favoritos para o especial de Halloween desse ano. Como esse episódio é da segunda temporada, para que ninguém fique perdido, vamos recapitular um pouquinho o início da série:

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A Temporada de Premiações Continua!

em quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Meu livro As Noivas de Robert Griplen foi 3° lugar na categoria Sobrenatural do Concurso Mystic Queen 2020, no Wattpad!!!




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PRÊMIO À VISTA!

em domingo, 13 de setembro de 2020

Meu livro As Noivas de Robert Griplen foi 3° lugar na categoria Sobrenatural do Projeto Pândora, no Wattpad!!!




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Eles Deram Sorte No Azar

em sábado, 29 de agosto de 2020

 Todo mundo deve ter pensado pelo menos uma vez na vida como algumas pessoas simplesmente nascem com muita sorte, enquanto outras parecem ter um incrível talento para o azar. A roleta da sorte é a distribuição mais desequilibrada da humanidade. Talvez porque a vida não teria muita graça se todo mundo conseguisse magicamente tudo o que quisesse. Se bem que, em alguns casos, o azar realmente abusa.

E quando se trata de ficção, os personagens azarados são, invariavelmente, aqueles que mais nos cativam.

Peguem aí seus pés de coelho, ferraduras, trevos de quatro folhas e demais amuletos, porque você está prestes a penetrar um território habitado por pessoas para quem a sorte raramente sorri.

Não necessariamente nessa ordem, eis os azarados da ficção:

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A Vida Como Ela É

em sábado, 22 de agosto de 2020

De vez em quando é bom ter uma dose de realidade na literatura.

Textos teatrais não são minhas leituras favoritas – a menos que sejam cômicos; ou Shakespeare –, mas de vez em quando gosto de conhecer os textos mais aclamados do gênero. Raramente me decepciono, embora estranhe um pouco a construção da narrativa – justamente pela, digamos, falta dela. Mas textos clássicos sobrevivem por tanto tempo por alguma razão.

Um Bonde Chamado Desejo já estava na minha lista de leitura há algum tempo, e eu procrastinei o quanto pude para começar a ler. De repente, quis uma leitura curta, apenas para me distrair, e decidi que era chegada a hora de conhecer a aclamada obra de Tennessee Williams.

UM BONDE CHAMADO DESEJO

Título Original: A Streetcar Named Desire

Autor: Tennessee Williams

Editora: L&PM Pocket

Páginas: 160

Gênero: Teatro | Drama


Sinopse:

Um Bonde Chamado Desejo é o retrato de uma sociedade decadente, personificada por Blanche DuBois, uma bela mulher que volta para a casa da irmã por não ter mais para onde ir. À beira da loucura, traumatizada e sofrida, ela entra em confronto com o mundo rude e viril do cunhado, Stanley Kowalski. Essa tensão, estabelecida entre o refinamento e a brutalidade, mostra uma família em ruínas num mundo conflituado, sem lugar para o amor e para a sensibilidade. Peça em onze cenas.

EEEE

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Os Doze Trabalhos do Seu Madruga

em quarta-feira, 1 de julho de 2020

Hoje o Admirável Mundo Inventado vai homenagear as pessoas que ralam, que dão duro para ganhar a vida, que levantam cedo, pegam ônibus lotado, passam mais tempo no busão do que em casa, e que raramente ganham um salário que compense os dissabores. Mas fazer o quê, né? Nem todo mundo carrega o sobrenome Abravanel no RG.

Pensando em gente trabalhadora, me ocorreu fazer uma pequena homenagem a um dos maiores trabalhadores da ficção: o Seu Madruga.

É possível que algumas pessoas olhem para esse artigo e se perguntem “como assim?”. Seu Madruga era o maior vagabundo, ficava na cama até às dez da madrugada, sonhando com a senhorita Paraíso... Digo, Céu... Digo, Glória... Sem sequer se preocupar em achar um jeito de pagar os quatorze meses de aluguel que devia ao Sr. Barriga...

Mas a verdade é que ninguém naquela vila ralou tanto quanto ele. Seu Madruga podia não ter muita sorte, mas ninguém pode dizer que ele não tentava. Até a Dona Florinda teve que reconhecer isso, no episódio Recordações (1978), quando o cidadão tinha sido finalmente despejado de casa, e ela contou ao Professor Girafales que em certa ocasião, Seu Madruga se meteu até a lutar boxe. Mas, como ela própria observou, embora tente trabalhar, ele fracassa em tudo.

Parte disso, talvez seja falta de sorte. Parte disso, talvez seja excesso de Chaves.

Minha comparação com os doze trabalhos de Hércules no título deste artigo foi bem proposital, pois, como verão a seguir, os trampos do pai da Chiquinha eram quase tão desafiadores quanto os desafios do herói grego.

Mas, desta vez, o número está incorreto. Seu Madruga teve muito mais que doze empregos. Embora nem sempre eles tenham sido remunerados.

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