... E Todos Viveram Felizes... Não, Péra...

em quarta-feira, 8 de maio de 2013


Era uma vez, num reino muito distante, uma Rainha entediada com o patético e repetitivo clichê “... e viveram felizes para sempre”, que um belo dia, depois de constatar que seu espelho mentia ao dizer que a enteada Branca de Neve era a mais bela de todas – convenhamos, Ginnifer Goodwin é uma graça, mas não chega aos pés de Lana Parrilla –, decidiu lançar sobre o reino uma terrível Maldição, que varreu todos os personagens para o pior lugar possível: o mundo real.
Antes, porém, que a Maldição fosse lançada, os mocinhos conseguiram colocar a filha recém-nascida de Branca de Neve e do Príncipe Encantado num guarda-roupa feito com a madeira de uma árvore mágica, capaz de mantê-la a salvo.
Assim, todos os personagens dos contos de fadas foram morar em Storybrooke, uma cidade fictícia no Maine, New England, onde ficaram parados no tempo por 28 anos, sem nenhuma lembrança de quem eram ou de onde vieram – talvez a Rainha Má tenha usado a máquina de Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças para apagar as memórias deles, mas isso é apenas especulação.
Um belo dia, um menino de dez anos, dado para adoção ao nascer, decide bater na porta de sua mãe biológica com um enorme livro de contos de fadas na mão, para contar-lhe a estranha história de seu passado desconhecido.
Posso ter exagerado um pouco os detalhes, mas é com este enredo que eu lhes apresento a série da ABC Once Upon A Time.
À primeira vista, parece que a história é boba. Uma série que mistura os contos infantis, joga todos num liquidificador mágico, mistura até dar um nó nas ideias de todo mundo, para no fim de 22 episódios resolver tudo com um bibit bobit bum.
Mas na verdade não tem nada a ver com isso.
Vamos do início:

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Eles Roubam a Cena

em domingo, 14 de abril de 2013



Já notaram que em quase todas as histórias há um personagem que rouba a cena e cativa o público, mesmo não sendo o protagonista? Isso é comum em filmes, séries e novelas, e o personagem acaba se tornando referência.

Basicamente, o coadjuvante serve para fazer a história se desenvolver, mas por vezes ele agrada mais que os mocinhos, seja pelo bom humor, pelas piadas bem sacadas, por um bordão, ou simplesmente pelo carisma. Geralmente o sucesso das séries é devido mais a um personagem secundário do que ao protagonista.

Vamos relembrar alguns destes ícones:

SPOCK



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Como Matar Um Imortal

em quinta-feira, 28 de março de 2013



É interessante observar que em todas as histórias o conceito de imortalidade resiste até a linha dois da página um. Fulano é imortal, no entanto, há pelo menos uma forma de matá-lo. Aparentemente, o ser humano não consegue admitir, embora deseje, que a eternidade não tem fim, e que a palavra imortal significa que não se pode morrer ou matar. Ou, se me permite usar de uma licença poética: a fantasia simplesmente não consegue abandonar algumas bases de realidade.

Aqui eu cito apenas seis dos inúmeros “imortais” da ficção:


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Um Por Todos... E Leonardo Da Vinci

em segunda-feira, 18 de março de 2013


Um hábito que vem crescendo nos últimos anos é o de refilmar grandes clássicos em tom de comédia. Já falei sobre Branca de Neve, a saga de nossa querida Sobrancelha, e agora vamos nos divertir um pouco com a mais recente versão do imortal clássico de Alexandre Dumas, OS TRÊS MOSQUETEIROS.
Nossa aventura começa em Veneza, onde Darth Vader surge das águas para se apossar de uma misteriosa chave.

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E Uma Coisa Leva a Outra...

em sábado, 2 de março de 2013


 
Era uma vez, num apartamento de classe média submergente no Largo do Arouche, uma família um tanto exótica:
O chefe da família, Vanderley Mathias, mais conhecido como Vavá, era um solteirão sem o menor talento para os negócios, que costumava abrir falência todas as segundas-feiras, e que aparentemente não namorava ninguém há pelo menos cinco encarnações.



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Quem Conta o Conto Aumenta Um Ponto

em domingo, 24 de fevereiro de 2013


2012 foi um ano estranho. Lançaram duas Brancas de Neve Made in Paraguai, cuja intenção não ficou muito clara, a não ser que o objetivo seja provocar risos e gozações em Redes Sociais. Sobre Branca de Neve e o Caçador talvez eu comente em outro momento, apenas não entendi de quem foi a ideia de sugerir que Kristen Stewart possa ser mais bonita que Charlize Theron... Pasmem: o filme não foi classificado como comédia!

Na verdade, quem merece uma postagem é a comédia – esta sim, classificada como tal – Espelho, Espelho Meu. Eu confesso que não aprecio nenhuma versão do conto, exceto talvez Um Conto de Fadas de Terror, mas esta, tenho que dar mão à palmatória, foi criativa.

No filme, Lily Collins – Sobrancelha, como eu a chamei – era a princesa odiada pela Rainha Má Julia Roberts – segundo comentários, vestindo pela primeira vez a própria pele no cinema. Dizem que fora das telas Julia é uma megera impiedosa e mal-humorada, que destila arrogância e fúria sobre todos aqueles que julga inferiores à Sua Majestade Ela Mesma.

Nesta versão, além da beleza, a Rainha deseja o Príncipe cujo coração fora conquistado por Branca de Neve.

A história é a seguinte:

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And The Oscar Goes To...

em terça-feira, 12 de fevereiro de 2013



Estamos no mês dos Academy Awards, e é claro que uma cinéfila de plantão não poderia deixar de falar de alguns famosos ganhadores da estatueta mais cobiçada do cinema.

Vamos falar de filmes e atores que conquistaram o prêmio, e também dos que, embora merecessem – talvez mais que os próprios vencedores –, não chegaram lá.

  *OBS: As datas são referentes ao ano de lançamento do filme. Considere que a premiação acontece no início do ano seguinte.

E O OSCAR DE MELHOR FILME VAI PARA...

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Uma História, Uma Canção

em quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Numa década em que a letra não importa para se vender uma música, é interessante lembrar aqueles que com suas canções contaram uma história, transmitiram uma mensagem, ou simplesmente fizeram poesia.

Vamos esquecer um instante a onda de músicas chiclete cuja letra enfoca sílabas soltas que não dizem absolutamente nada, e relembrar algumas letras que fizeram sorrir, chorar, pensar ou simplesmente viajar por uma história e embalaram bons momentos.
Eu separei cinco canções de gênios que tinham algo a dizer.

Apresento-lhes uma das mais lindas histórias cantadas:
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Então é Natal

em segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Chegamos àquela época do ano em que muito se fala sobre união, família e amor ao próximo. O Natal é o tema de que se encontra a mais ampla variedade de filmes e episódios especiais em séries de TV. A maioria traz praticamente a mesma história: uma família quer passar o natal unida, mas alguns membros moram longe e acontece uma série de contratempos que põe em risco este plano tão nobre.

Por tradição foram criadas canções e encenações diversas para retratar o espírito natalino e algumas histórias já se tornaram símbolo desta data. Talvez a mais tradicional de todas seja Um Conto de Natal, de Charles Dickens, que conta a história do avarento Ebenezer Scrooge, que na noite de Natal recebe a visita do fantasma de seu antigo sócio Jacob Marley, falecido no Natal há sete anos, e outros três espíritos que pretendem ensinar ao velho Scrooge a importância da generosidade e da união familiar.
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Mais Uma Rainha Do Drama

em segunda-feira, 17 de dezembro de 2012


Um filme clichê adolescente:
* A protagonista é a rainha do drama, que está disposta a infringir todas as regras para chegar ao seu objetivo;
* A mãe divorciada – é impressionante como esses filmes gostam de contar histórias de jovens filhos de pais separados, porque supostamente todo mundo se identifica – passa o filme inteiro com cara de “estou de saco cheio de ser mãe de adolescente! Por favor, me demitam e me coloquem para fazer figuração em Two And A Half Men”;
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