Nem
sei explicar ao certo por qual caminho este livro chegou às minhas mãos. Estava
dando uma espiada numa livraria virtual, apenas “apreciando o buquê”, quando vi
uma capa sombria, com a foto de uma mulher aparentemente elegante, empunhando
uma faca escondida às suas costas. Parei; decidi olhar com atenção. O título Arma de Vingança me deixou curiosa. Cliquei
para ler a sinopse. O enredo enunciava a história de uma mulher machucada,
sofrida, que decidiu levantar-se como uma deusa cruel e vingativa contra aqueles
que tentaram destruí-la.
E
para dizer a verdade, não foi o enredo, exatamente, o que despertou meu
interesse, mas o nome da protagonista. Aquele nome, unido ao enredo de vingança
e morte, me fizeram lembrar um conto que tinha lido tempos atrás na internet, e
por um momento pensei se tratar da mesma história. Claro que bastou uma pequena
pesquisa para rememorar o conto, para que eu percebesse que sequer haviam sido
escritos pelo mesmo autor. A personagem do conto que me deixara fascinada há
algum tempo também era uma espécie de arma letal: a morte, como às vezes se
apresenta aos homens, sob a forma de uma bela e irresistível mulher. Em comum
com a personagem do livro, as duas tinham apenas o nome.
Mas
esta percepção não mudou em nada minha vontade de conhecer mais a fundo a
história dessa “deusa vingativa”, concebida pelo autor paulista Danilo
Barbosa.






















