Desafio #15: Um Thriller Nacional

em terça-feira, 24 de fevereiro de 2015


Nem sei explicar ao certo por qual caminho este livro chegou às minhas mãos. Estava dando uma espiada numa livraria virtual, apenas “apreciando o buquê”, quando vi uma capa sombria, com a foto de uma mulher aparentemente elegante, empunhando uma faca escondida às suas costas. Parei; decidi olhar com atenção. O título Arma de Vingança me deixou curiosa. Cliquei para ler a sinopse. O enredo enunciava a história de uma mulher machucada, sofrida, que decidiu levantar-se como uma deusa cruel e vingativa contra aqueles que tentaram destruí-la.

E para dizer a verdade, não foi o enredo, exatamente, o que despertou meu interesse, mas o nome da protagonista. Aquele nome, unido ao enredo de vingança e morte, me fizeram lembrar um conto que tinha lido tempos atrás na internet, e por um momento pensei se tratar da mesma história. Claro que bastou uma pequena pesquisa para rememorar o conto, para que eu percebesse que sequer haviam sido escritos pelo mesmo autor. A personagem do conto que me deixara fascinada há algum tempo também era uma espécie de arma letal: a morte, como às vezes se apresenta aos homens, sob a forma de uma bela e irresistível mulher. Em comum com a personagem do livro, as duas tinham apenas o nome.

Mas esta percepção não mudou em nada minha vontade de conhecer mais a fundo a história dessa “deusa vingativa”, concebida pelo autor paulista Danilo Barbosa.

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Beijou, Morreu!

em segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015



“Todos os homens matam o que amam:

alguns com um olhar amargo;

outros com uma palavra atraente;

o covarde, com um beijo”.

(Oscar Wilde)



Personagens azarados no âmbito amoroso não são nenhuma novidade na ficção (nem na vida real, tampouco). Eles existem desde que o mundo é mundo, e inúmeros autores já beberam dessa fonte através dos séculos. Mas recentemente eu tenho notado que surgiu um novo tipo de azar no amor; um azar bem específico, e particularmente cruel: o beijo mortal!


Vários personagens de filmes e séries de TV têm sido acometidos por esse mal. Eles estão quietinhos, na deles, daí aquela pessoa especial aparece, eles começam a se envolver, a se apaixonar, trocam uns beijos (e às vezes otras cositas más também), e pouco tempo depois o relacionamento acaba abruptamente. O motivo? O parceiro sofre um caso trágico de morte. Quase sempre uma morte violenta: é assassinado, amaldiçoado, devorado por um monstro mitológico bizarro, ou algo semelhante.


Eu sei, é um tema grotesco, mas alguém precisa falar disso. Então, hoje vamos abrir uma página dos arquivos sangrentos da ficção, e revelar quem são os personagens que mais vestiram trajes de viúvos por aí.


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Desafio #14: Quando Uma Mulher Segura a Pena...

em sábado, 31 de janeiro de 2015


Acho que de certo modo, eu complico um pouco mais os temas do Desafio Literário do que seria natural. Porque alguns deles são bem simples, e talvez justamente por isso, eu precise me desafiar um pouco mais. Então, ao optar pelo tema “escrito por uma mulher”, pensei em fugir dos tradicionais romances. Afinal, boas autoras não escrevem apenas histórias de amor (tomem como exemplo a autora que vos fala, pois já me aventurei até nos romances policiais). Foi pensando nisso, e também na proposta da Tati de explorar aquilo que já temos na estante, que comecei a procurar algo atraente e fora do lugar-comum.


Foi assim que acabei encontrando, soterrado na minha – cada vez maior – biblioteca digital, “A Mulher de Preto”, da autora britânica Susan Hill, e que deu origem ao filme homônimo, protagonizado por Daniel Radcliffe (o eterno Harry Potter).

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Desafio #13: Veríssimo – Minha Mania Crônica!

em sexta-feira, 30 de janeiro de 2015


Ano passado, eu embarquei clandestinamente no Desafio Literário do Tigre, criado pela Tati Lopatiuk, do blog Elvis Costello Gritou Meu Nome. Clandestinamente, porque eu tinha certeza que iria pular alguns temas, mas acabou que – apesar de alguns inevitáveis atrasos – cumpri os doze temas direitinho, e admito, aqueles que eu estava mais na dúvida foram os que me renderam as melhores leituras. Quando o desafio acabou, pensei que fosse me sentir aliviada, com aquela sensação de dever cumprido – e realmente senti um pouco –, mas fiquei com um gostinho de quero mais.

Por isso, decidi embarcar na versão 2015 do desafio. Agora ele dobrou: dois livros por mês, 24 temas, mas agora eles não são fixos – fica a cargo do leitor escolher os temas do mês. Não sei se vou cumprir todos, mas vamos tentar.



A escolha de “crônicas” para dar o pontapé inicial na brincadeira, admito, foi para a leitura se ajustar a minha correria do mês – com tantas pendências que ficaram de 2014, meu tempo para ler esse mês estava realmente escasso –, e como as crônicas são curtas, a leitura flui com muito mais facilidade. Em coisa de dois minutos você lê uma crônica inteira, então, era só deixar o livro num canto na minha mesa, e naquele intervalinho de cinco minutos dava para ler duas ou três. Quando vi, o livro já tinha acabado – e eu queria mais!

Claro que eu tinha certeza que iria ficar com essa vontade de ler mais, já que o escolhido da vez foi Diálogos Impossíveis, do Luis Fernando Veríssimo, e ler Veríssimo nunca é demais – nem o bastante.

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Ano Novo, Livro Novo!

em sábado, 3 de janeiro de 2015



 

Anos atrás – pode colocar aí uns oito anos, sem medo – eu tive um sonho – literalmente! Um sonho que me fez acordar sem fôlego – e não foi só porque nele eu estava me afogando. A casa estava submersa, ELAS estavam em toda parte, ao meu redor e da minha amiga curiosa e sem rosto. Então ELE apareceu, para nos resgatar ou para nos condenar. Uma de nós provavelmente não resistiria aos seus encantos. Uma de nós jamais voltaria a respirar.

Despertei ofegante, corri ao meu surrado caderno de rascunhos, e escrevi o sonho que tive. Sonho que algum tempo depois se tornou conto; conto que posteriormente virou livro.

2015 mal começou, e aqui estou eu mais uma vez, tirando a máscara para lhes apresentar meu terceiro livro:

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Desafio #12: Com Prazer e Sem Culpa

em terça-feira, 30 de dezembro de 2014


Para encerrar com chave de ouro, eis o último tema do Desafio Literário do Tigre: Guilty Pleasure (Prazer Culpado). Sabe aquele livro que você quer ler, mas não admite para ninguém. Que você lê, adora, mas fica quietinho, na sua, sem comentar nem recomendar aos seus amigos leitores? Então...


Na verdade, não é que me incomode de alguma forma admitir que leio esse tipo de livro. Longe disso, aliás! Não nego para ninguém que ela é uma das minhas autoras favoritas. Mas, de certo modo, é um prazer culpado resenhar (mais) uma história teen aqui no blog. Não que o livro – e principalmente a autora – não mereça...

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Desafio #11: Como Viver Uma História de Amor a Duzentos Anos de Distância

em quarta-feira, 3 de dezembro de 2014


O Desafio Literário de novembro teve um dos temas mais ricos de todos: autores nacionais; porque não há nada melhor do que valorizar o que é nosso, não é mesmo? Embora eu seja suspeitíssima para falar, posso garantir que o acervo brasileiro – seja de autores clássicos ou atuais – não fica devendo em nada aos estrangeiros.


Com o pequeno incentivo – na verdade, o pretexto – do desafio literário, passei à frente na minha fila de leitura alguns bons exemplos de como nossos autores podem nos surpreender. Alguns deles eu provavelmente resenharei em outro momento. Por hora, vamos ao escolhido da vez.


Creio que já aconteceu com muitas pessoas, de um dia se pegar pensando: “puxa vida, acho que nasci no século errado...”.
 Bem assim, às vezes, não é? Pois é...


Foi pensando nisso, que a autora paulista Carina Rissi – nova inclusa no meu hall de autoras queridas – criou o divertido romance Perdida – Um Amor Que Ultrapassa As Barreiras do Tempo.

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A Menina, Seu Amigo, e o Mestre

em sexta-feira, 28 de novembro de 2014



Quando a menina nasceu, o mestre já tinha percorrido grandes distâncias. Ele já tinha encenado o carinho, espalhado alegria, e colocado sorriso no rosto de uma infinidade de pessoas para quem a vida nunca esteve disposta a sorrir. Suas lições eram transmitidas todos os dias, e a alegria por ele disseminada provavelmente nunca perderia o encanto.

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Adorável Sedutor

em terça-feira, 25 de novembro de 2014



Ambientado na deslumbrante Veneza do século XVIII, o romance de Casanova é uma das histórias mais encantadoras da ficção, embora o personagem tenha sido inspirado numa pessoa real.

O filme de 2005 é uma deliciosa comédia romântica feita ao estilo de Shakespeare Apaixonado. O filme toma a liberdade de contar como seria a história de Casanova, caso algum dia ele se apaixonasse verdadeiramente por alguém, e que tipo de mulher seria capaz de roubar o coração do maior sedutor de todos os tempos.


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Desafio #10: Amor.com

em segunda-feira, 3 de novembro de 2014


Desta vez eu atrasei a resenha do Desafio Literário de propósito. Como outubro é o mês dedicado ao Halloween aqui no blog, achei que uma postagem açucarada iria destoar do restante.

Pois bem, agora que outubro já acabou, hora de entregar a lição de casa (metaforicamente, é claro).

O tema de outubro era Amor, e eu até poderia ter escolhido um romance que se encaixasse um pouco com o Halloween, como por exemplo, A Fera, de Alex Flinn, que tem no enredo uma bruxa, uma maldição, e claro, um belo romance – provavelmente, todo mundo já viu o filme –, mas o livro que eu tinha escolhido desde o princípio merece ser o eleito. Sobretudo por sua temática inovadora e moderna.

É certo que, mais do que nunca estamos vivendo num mundo virtual. Passamos mais tempo conectados – pelo computador, tablet ou celular – do que disponíveis no mundo real, seja por diversão ou por trabalho. É natural que, dentro deste novo contexto social, algumas pessoas também se tornem adeptas do namoro virtual. Acredite, nem os personagens dos livros estão imunes a isto.

Ao menos não os simpáticos personagens de @mor, do Daniel Glattauer.

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