Vem Cá, Eu Te Conheço? Então, Vamos Nos Conhecer...

em domingo, 24 de julho de 2016



Genteeee, o ano está passando depressa demais! Tinha resolvido que esse ano eu iria postar mais regularmente aqui no blog, mas os dias passam voando, e quando eu vejo, já foi e eu não tive tempo para terminar tudo o que planejei fazer. É uma lei de Murphy: “tudo sempre leva mais tempo do que todo o tempo que você tem disponível”.


Bem, então, enquanto eu termino uma série de postagens que estou preparando, vou responder a uma TAG bem legal, que a Camila Dias do blog Viagem Literária me indicou.


A TAG é:


CONHECENDO NOVOS BLOGS

 
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Destinados Estamos Nós a Nunca Deixar de Amar Essa História!

em sábado, 18 de junho de 2016


Ah, não tem como enjoar da Carina Rissi! A cada livro que leio dela, mais essa paixão aumenta!
Perdida foi paixão à primeira leitura; Encontrada foi uma continuação que aguçou aquele gostinho de quero mais, e me deixou mega ansiosa para devorar o terceiro volume, principalmente depois de saber que ele seria narrado do ponto de vista do príncipe encantado de todas nós, Ian Clarke. E essa espera, de novo, não apenas valeu a pena: valeu a galinha inteira!
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Se Nada Der Errado, Eu Vos Declaro Marido e Mulher

em terça-feira, 31 de maio de 2016

Casar nem sempre é uma coisa fácil. Primeiro, você tem que encontrar a pessoa certa; depois, tem que preparar a cerimônia dos seus sonhos; escolher o vestido adequado; escolher cada item da festa; e depois torcer para que nenhum imprevisto aconteça. E quando se fala em imprevistos em casamentos, e esses casamentos acontecem no cinema ou na TV, desgraça pouca realmente pode ser bobagem, porque pode acontecer de um tudo: pode ser que um dos noivos seja preso a caminho da cerimônia; pode ser que um dos noivos tenha se esquecido de assinar o divórcio de seu casamento anterior; pode ser que precisem subornar o padre para fazer vista grossa a qualquer probleminha ocasional que poderia dificultar o bom andamento da cerimônia; ou ainda pode acontecer de, na última hora, você estar esperando uma pessoa no altar, e aparecer outra...

Pois é, minha gente... Casamento não é fácil nem na ficção. E já que maio é o mês das noivas, pensei em criar uma lista com os casamentos mais memoráveis, malucos e inusitados que já agitaram esse nosso admirável mundo da ficção.

Com vocês:


 
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Desafio #20: Um Quarteto Angelical Nada Fantástico

em quarta-feira, 11 de maio de 2016



Ok... Eu sei que perdi completamente o foco e o fio da meada no que toca o Desafio Literário que me propus a seguir no ano passado. A verdade incompleta é que o ano passado foi uma tremenda loucura, e eu tive tempo e disposição para pouca coisa realmente. Li muita coisa, mas quase nada que se encaixasse nos temas do desafio, e, a certa altura, perdi um pouco a vontade de ficar procurando títulos que se encaixassem, e simplesmente decidi deixar rolar. O problema aí foi que não rolou. Não que eu tenha desistido do Desafio, exatamente; apenas decidi me liberar do prazo. Afinal, oficialmente, o Desafio Literário do Tigre foi encerrado no meio do ano em seu blog de origem, então, quem prosseguisse, o faria por conta própria. E, se antes eu já estava tão tentada a procrastinar, depois de ele ter sido cancelado, fiquei mais tentada ainda. Não que os temas não tenham me agradado, mas alguns estavam realmente muito fora da minha zona de conforto.
Todavia, como não gosto de deixar nada inacabado, agora que o furacão 2015 passou – sim, eu sei que já estamos quase na metade de 2016; por aí se tem uma ideia de como 2015 foi tumultuado para mim, com partes boas e partes más –, decidi prosseguir com os temas, porém, sem pressa. À medida que os temas forem se encaixando na minha lista de leitura, vou postando as resenhas. Pode ser que o complete este ano; pode ser que ainda o arraste para 2017. Veremos...  
Para o primeiro tema concluído este ano, trago um livro que facilmente se encaixaria em duas categorias: com a capa linda ou que cabe no bolso. Como tenho ainda outras capas que enchem os olhos na minha lista de leitura para este ano, optei por encaixá-lo na segunda categoria.
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A Voz é a Mesma, Mas o Personagem...

em quinta-feira, 14 de abril de 2016


Dublagem é sempre um tema polêmico nos fandons Brasil afora. Alguns defendem, outros condenam quase como se fosse um crime. Principalmente quando se fala em dublagem de séries americanas. Não sei porque, mas existe uma tolerância maior em relação à dublagem de filmes. Chega a ser meio ridículo, se pararmos para pensar, pois existem séries que são tão bem dubladas quanto os filmes de Hollywood, e filmes tão mal dublados quanto algumas séries de TV.
Eu cheguei a mencionar o assunto (muito superficialmente) em postagens anteriores: já comentei o quanto fiquei decepcionada com a dublagem da saga Crepúsculo (se bem que, neste caso, os filmes também foram um pouco decepcionantes), especialmente os três primeiros (em Amanhecer o elenco de dublagem foi trocado, e se tornou mais suportável); Once Upon a Time, no momento, encabeça a lista das séries cujas dublagens mais me irritam; e não gostei, particularmente, da dublagem de Blindspot. Em contrapartida, não tenho absolutamente nada contra as dublagens de The Originals, The Vampire Diaries (com exceção de uma personagem que, graças aos céus, só participou de dois episódios na segunda temporada, e que eu daria um beijo na boca do Damon por tê-la silenciado para sempre), Pretty Little Liars (com raras exceções, também), Supernatural, Two And A Half Men, The Big Bang Theory (que levou em consideração até o timbre de voz dos atores em comparação ao elenco original), entre outras.
Na maioria dos casos, o sucesso ou o fracasso na dublagem de uma produção, é devido mais à qualidade da tradução do texto, do que propriamente à interpretação do elenco de dublagem. Há casos em que o elenco nem é de todo ruim (saga Crepúsculo, por exemplo, contou com alguns dubladores bons), mas o texto acaba sendo mal traduzido ou mal adaptado para a nossa língua, e isso influencia no resultado final do trabalho: a tradução não casa com a história, o texto destoa da cena, e o filme ou a série acaba dando nos nervos de quem está assistindo. Há casos, também, em que tanto o texto quanto a escolha e o esforço do dublador atrapalham a qualidade da dublagem (vou deixar o exemplo a cargo de Once Upon a Time, e vocês escolhem o que enerva mais: a voz enjoativa da dubladora da Emma ou o dublador do Rumplestiltskin, que tem preguiça de imitar as alterações no tom de voz de Robert Carlyle, o ator original, ou a tradução completamente sem sal – e, algumas vezes, sem sentido – dos diálogos da série).
No entanto, apesar de a profissão ser tratada pejorativamente por algumas pessoas, é preciso ressaltar que a dublagem é o tipo mais difícil de atuação. Pode-se resumir a questão da seguinte forma: qualquer pessoa (qualquer pessoa mesmo!) pode ser ator, mas somente um ator de verdade pode ser dublador.
Isto posto, preparei uma lista com alguns dos melhores dubladores do Brasil, aqueles cuja voz e interpretação somadas mais agradam aos ouvidos (principalmente da espectadora que vos fala), e seus respectivos personagens.
Não sei vocês, mas eu, quando estou assistindo a um filme ou uma série dublada, gosto de tentar me lembrar onde eu já ouvi aquela voz. Às vezes, é interessante perceber personagens tão diferentes, interpretados por atores diferentes, que ganharam a mesma voz. E, em alguns casos, acabaram até soando diferentes, apesar de terem sido dublados pela mesma pessoa.
Então, sem mais delongas, vamos conferir, de quem são essas vozes:


Clécio Souto
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A História do Nosso Querido Amigo de Infância

em sexta-feira, 4 de março de 2016


Nostalgia é a palavra que define O Diário do Chaves. Saudade, não do personagem, é claro, que continua no ar firme e forte elevando os índices de audiência em todas as emissoras por onde passa – seja no SBT, no TBS, no Boomerang ou no Cartoon Network (embora não esteja mais no ar nos dois últimos) –, mas de seu criador, que nos deixou em 2014, e cuja astúcia infelizmente não poderemos mais contar.
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Além dos Sete Mares

em quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016



Quase vinte anos atrás, eu vi um filme no SBT (alguém ainda se lembra do Cinema em Casa? Pois é... Desconfio: estou ficando velha!) que foi basicamente o responsável pela minha paixão por histórias de piratas: produzido pela Walt Disney Pictures, O Fantasma do Pirata Barba Negra, uma comédia que trouxe de volta à vida, e de uma maneira muito divertida, um dos piratas mais temidos da história.


Infelizmente, como acontece com muitos filmes bons e antigos, O Fantasma do Barba Negra ficou praticamente esquecido por décadas. No SBT não passou mais (a última transmissão foi em janeiro de 1997), e a TV a cabo parecia ignorar sua existência.


Até muito recentemente, quando o Telecine Cult decidiu desenterrar essa maravilha de seus armários. Imaginem a minha alegria por poder rever esse filme, tão marcante na minha infância!


Senhoras e Senhores, diretamente do além-túmulo e dos sete mares, eu lhes apresento:


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[Ler Pel]A Segunda Vez é Ainda Melhor

em domingo, 7 de fevereiro de 2016


Minha história com a Carina Rissi pode ser resumida como amor à primeira leitura. Confesso que não tinha lhe dado a devida importância quando peguei Procura-se Um Marido pela primeira vez, e acho que passei por ele tão rápido que nem sequer registrei exatamente o seu talento. Mas depois de ler Perdida (duas vezes!), aquele livro que o Aurélio precisa inventar palavras novas para definir o quanto é sensacional, e que eu espero do fundo do coração que vire um filme mais bem feito que as últimas adaptações sofríveis de sucessos literários que a indústria cinematográfica tem nos imposto nos últimos anos (e, por indústria cinematográfica, me refiro tanto à nacional quanto à Hollywood), e de me deliciar ainda mais com a continuação, Encontrada, decidi pegar de novo Procura-se Um Marido, e apreciá-lo com mais calma.
Acontece que, ano retrasado, quando peguei esse livro pela primeira vez, tinha muita coisa na minha cabeça, e eu devo ter achado a história meio clichê. E, de fato, ela é. Mas isso não significa que não mereça o devido respeito e atenção.
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Humor Que é Bom Não Morre; Se Renova!

em quinta-feira, 28 de janeiro de 2016


Repetindo a iniciativa tomada com Sai de Baixo, o Canal Viva decidiu produzir novos episódios de outro grande sucesso do humor brasileiro: A Escolinha do Professor Raimundo. Mas, diferentemente do sitcom protagonizado por Miguel Falabella, Marisa Orth, Luis Gustavo, Aracy Balabanian e Márcia Cabrita, que repetiram seus personagens nos quatro episódios produzidos em 2013 para homenagear o grande sucesso dos domingos à noite da Rede Globo, onze anos depois do último episódio ter sido exibido, com a Escolinha, não seria possível repetir o mesmo elenco. Como a maioria já nos deixou, incluindo Chico Anysio, o eterno Professor Raimundo, o canal Viva convidou um novo time de humoristas para interpretar os queridos e saudosos personagens desse grande sucesso.
Vamos conhecer os novos alunos da escola mais maluca da TV?


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Eu Juro Solenemente Que Não Vou Fazer Nada de Bom!

em segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


Para o primeiro post do ano, resolvi responder a uma TAG (antiguinha já), mas que eu tinha lido por aí na blogosfera no ano passado, achado divertida e guardado com todo o carinho.

Nunca escondi de ninguém que sou apaixonada pela história do bruxinho criado pela Maga-Mestra J.K. Rowling. Bem, alguém, lá do site Turtle Sympathy, que também simpatiza bastante com o bruxinho, teve a ideia de cruzar os feitiços da saga com a paixão pela leitura, e criou a TAG: Feitiços de Harry Potter, que consiste, basicamente, em associar dez feitiços da saga com livros que você leu. A TAG foi traduzida pelo site Leitora Voraz.


Aqui vou responder aos dez feitiços da TAG e mais o Extra (também proposto pelo Leitora Voraz em seu canal no YouTube).

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