Uma Comédia Sobre Uma Comédia

em domingo, 19 de agosto de 2012

Hoje faz precisamente um ano que foi ao ar um programa especial, feito pelos humoristas do SBT, interpretando um episódio do Chaves: BILHETES TROCADOS. O programa foi exibido como comemoração ao aniversário de 30 anos do SBT, que também foi comemorado nesta data.
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A Paranoia 23

em domingo, 12 de agosto de 2012

Walter Paul Sparrow, aparentemente um comum pai de família, ganha um livro de sua esposa e se depara com os enigmas e paranoias relacionados ao número 23.
Número 23” realmente traz um enredo criativo, e descreve bem o funcionamento de uma mente paranoica, culminando num final surpreendente. E aparentemente Jim Carrey é mais brilhante interpretando um personagem dramático do que em seus tarimbados tipos esquisitos das comédias.
O fato mais interessante sobre o filme, no entanto, nota-se fora das telas. Desde o seu lançamento, um monte de gente parece ter se dedicado a descobrir tudo o que está relacionado ao 23 (não acho que alguém esteja realmente pirando com isso, mas apareceu um bocado de gente curiosa).

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Haja Coração!

em sábado, 28 de julho de 2012


No silêncio da meia-noite, uma mente genial viu, dentro de um quarto escuro, a cabeça de um homem se esgueirando infinitesimalmente lenta pela porta, de posse de uma lanterna com a tampa toda velada, a espreitar se estaria aberto o olho quase cego de um velho, cujo coração batia com som baixo, monótono e rápido como o de um relógio quando abafado em algodão. E naquela mesma penumbra da noite, assassinou o velho, esquartejou e o enterrou sob as tábuas do piso.
Não, meus amigos. Este assassinato não é real. A mente genial de que falei no início do parágrafo anterior é Edgar Allan Poe, o mestre dos contos de horror, e o homem que se esgueira dentro do quarto escuro para matar o velho é o enredo de um de seus contos mais famosos e mais terrivelmente geniais, O Coração Delator.
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O Rouxinol e a Rosa

em quarta-feira, 25 de julho de 2012


“Ela disse que dançaria comigo se eu lhe levasse rosas vermelhas – exclamou o Estudante – mas não vejo nenhuma rosa vermelha no jardim.”
A primeira frase do conto “O Rouxinol e a Rosa”, de Oscar Wilde, não diz muito, fora do contexto da história, mas enuncia o drama do Estudante, que tocou o coração do Rouxinol.
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Uma Noite em Mais de Mil

em sábado, 21 de julho de 2012

Um dos clássicos mais conhecidos no mundo todo é a coletânea árabe “As Mil e Uma Noites”. Nela, a bela Sherazade é escolhida para ser a nova esposa do sultão Shariar. O problema é que, depois de ter sido traído pela primeira esposa, o sultão se tornou um homem amargo e cruel, que mata todas as esposas depois da noite de núpcias, para evitar que elas cometam adultério.
Sherazade, porém, era uma mulher esperta, que já tinha lido inúmeros livros, e conhecia a história de vários povos. Então, para livrar-se da morte quando chegasse a aurora, ela começou a contar uma história ao sultão, sem, no entanto, terminá-la naquela noite. Como o sultão ficou curioso por conhecer o final, poupou a vida de Sherazade até a noite seguinte, quando ela terminou a história que tinha começado, e iniciou outra, deixando-a novamente inacabada.
E assim aconteceu por muitas noites, até que por fim, o sultão, apaixonado pela esposa, desistiu de matá-la e passou a confiar nela.
Uma das histórias mais famosas relacionadas a este livro é “Aladim e a Lâmpada Maravilhosa”. Suponho que haja dezenas de adaptações dela para o cinema e em desenhos animados. Pessoalmente já assisti cinco, incluindo o desenho da Disney, mas somente há pouco tempo li o conto no livro “As Mil e Uma Noites”, traduzido por Mansour Challita.
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Mágica Além das Palavras

em domingo, 15 de julho de 2012

A HISTÓRIA DE J. K. ROWLING
O filme conta toda a trajetória da escritora Joanne Rowling (Kathleen foi o nome do meio que ela adotou na época da publicação do primeiro livro), autora da série Harry Potter. Atualmente ela é uma das mulheres mais ricas da Grã-Bretanha, mas antes de concluir o primeiro livro, chegou a depender de ajuda do governo para sustentar a filha.
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Paralelo Mágico

em sexta-feira, 6 de julho de 2012



Irmãos Grimm X Beedle, o Bardo
Quando eu vi “O Conto dos Três Irmãos” no filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1”, tive a impressão de que este livro era bem mais infantil.
“Os Contos de Beedle, o Bardo” é uma versão mágica dos contos de fadas que todos conhecemos desde criança. Uma história curta, que se finaliza ensinando lições de bondade, generosidade e gratidão.
É provável que tenham sido inspirados em contos tradicionais dos Irmãos Grimm e outros contistas infantis, como observei.
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A Nova Aventura de Dorothy

em segunda-feira, 2 de julho de 2012



Certa vez, no primeiro ano do ensino médio, nossa professora pediu um trabalho de redação em grupo que consistia em atualizar contos de fadas e incluir neles novos personagens, a saber, os membros do grupo.
Cada grupo tinha 5 ou 6 alunos, e a escolha do conto era livre. Não foi surpresa que entre as quatro turmas de primeiro ano de 2005 tenham sido feitas várias versões de Branca de Neve e os Sete Anões, Cinderela e A Bela Adormecida.
Tentando fugir do óbvio, a primeira escolha do meu grupo foi Peter Pan. Depois, não me lembro porquê, mudamos para O Mágico de Oz.
Fizemos um pequeno debate para decidir o que mudaria na história para torná-la mais atual. Nós anotamos as ideias de todo mundo e combinamos que cada um escreveria sua versão da história. Depois o grupo escolheria a melhor para o trabalho, ou as melhores partes de cada uma e juntaria tudo para construir a história oficial.
Mas como apenas eu cumpri a tarefa, o grupo decidiu usar a minha versão no trabalho.
Naquela época eu já me aventurava a escrever – ou tentar escrever – livros, ainda que capenga. Como dizem os profissionais literários, escrever bem requer prática – e eu acrescento o constante exercício da leitura, que inspira, molda e prepara o cérebro do escritor.
Recentemente, enquanto reorganizava os arquivos no meu computador, eu encontrei o texto do trabalho, e após conferir os evidentes erros de sintaxe e gramática, me satisfiz em ver que, de modo geral, a ideia era boa, ainda que mal desenvolvida. Então decidi reescrever, só por diversão. Mas por que reescrever e deixar só no computador?
Espero que gostem.

*O meu nome e dos membros do grupo foram alterados nesta versão reescrita e os novos personagens são:
David, o policial
Alexia, namorada do Homem de Lata
Penélope, assessora e melhor amiga de Dorothy
Mona, assistente do Mágico
Melanie Morris, atriz de cinema
Tamara, cirurgiã plástica

Chamei esta versão:

A Nova Aventura de Dorothy

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Desde o Início...

em quinta-feira, 21 de junho de 2012


Não faz muito tempo, ouvi alguém dizer que a parte mais importante de uma história é o final. Bem, não discordando completamente, pois o final realmente é importante, já que é a parte que faz o leitor se satisfazer ou se decepcionar com todo o resto, e normalmente é o que os faz determinar a história como boa ou ruim, acho que a parte mais importante é o começo.
O primeiro parágrafo de um livro ou de um conto é o que cativa o interesse do leitor, como se o tomasse pela mão e o conduzisse através da história até o final.
Quando eu leio as primeiras linhas de um livro, e elas não me trazem nenhuma curiosidade sobre o que está por vir, eu o deixo de lado, ou em raras ocasiões, dou uma espiadinha no final para saber se pode valer a pena ler tudo. Mas quando as primeiras linhas me prendem, a tal modo que eu só me dê conta de que já fiz esta avaliação depois de ter lido duas ou três páginas, eu vou até o fim.
Alguns autores têm a habilidade de nos cativar desde a primeira sentença. Pensando nisso, vou citar aqui alguns inícios de livros e contos que têm conquistado leitores há muito tempo – e alguns há pouco tempo:
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Cuidado! O Bicho-Papão Vai Te Pegar!

em terça-feira, 19 de junho de 2012

Este conto me caiu às mãos no fim de semana, enquanto eu buscava inspiração para dar sequência num conto que estava escrevendo. Não tem absolutamente nada a ver com o meu, mas o estilo com que Stephen King nos conduz através de suas histórias sempre me inspira.
Dizer algo sobre uma obra de Stephen King é o mesmo que dizer “o céu é azul”, porque é óbvio. Ele não é o autor vivo mais adaptado em cinema e televisão à toa. Outro dia eu li um artigo numa revista que dizia que se Stephen King decidisse publicar sua lista de compras de supermercado, ele venderia, e ainda a transformaria em best-seller. É fato indiscutível, ele é um mestre por uma boa razão.
Mas vamos lá...
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