O Rapto do Garoto Adorado

em quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Com um atraso de duas temporadas, finalmente vamos fazer um recap da terceira temporada de Once Upon a Time.
Como devem se lembrar, no último episódio da segunda temporada, Henry foi sequestrado pela dupla me-dá-nos-nervos Greg Mendell – ou Pamonhão, como gosto de chamá-lo – e Tamara-Que-Tenha-Caído-Num-Portal-Para-o-Mar-de-Monstros-e-Buon-Apettit-Cila-e-Caríbdis – sim, estou mencionando mitologia grega em Once Upon a Time. Afinal de contas, nunca se sabe – e arrastado para um portal, para se encontrar com o terrível chefe da gangue dos imprestáveis. Tudo isso porque seus avós Branca de Neve e Príncipe Encantado, quando viram o Apocalipse se aproximando, se esqueceram de ficar de olho nele.
Por sorte, o Capitão Tudo-de-Bom Gancho teve uma crise de consciência, após roubar o último feijão mágico dos mocinhos, e decidiu regressar quando já fugia de Storybrooke, fazer uma trégua com seu arquirrival Rumplestiltskin, e oferecer seu navio e seus serviços à família Charming-Stiltskin-Mills para resgatar o garoto. Parte disso se deve, é claro, ao fato de que ele ainda queria descolar uma chance com a mãe do guri – mesmo sabendo que ela já esteve envolvida com seu filho postiço, Baelfire.
Falando nele, sabemos que depois de cair baleado num portal, Neal – ou Baelfire, se preferirem – foi encontrado numa praia pelo trio mais inútil da tela, Aurora, Príncipe Phillip e – o que está fazendo aqui? – Mulan. Encontrado vivo, porém desacordado, e aparentemente, muito mal.
Só que os protagonistas dessa história não sabem disso, e acreditam que ele morreu ao cair ferido no portal. O que coloca metade da família principal de luto, faz Emma vestir pela segunda vez trajes de viúva nessa série, e deixa o Hook ligeiramente inseguro em investir de cara numa aproximação com a Salvadora.
Olhando por essa perspectiva, dá a impressão de que começa a se desenhar uma trama estilo novela mexicana em Once Upon a Time. Pois é... Parece...
Mas, se há algo que já aprendemos ao longo das duas primeiras temporadas da série, é que nada é o que parece!

Logo depois que o Jolly Roger mergulha no portal para a Terra do Nunca, Rumplestiltskin abandona o barco, pois acredita que terá mais êxito sozinho no resgate de Henry, do que com a família meio muçarela, meio calabresa – entenda: metade heróis, metade vilões – em sua cola para atrapalhar. Sua partida é pouco sentida pelo resto da trupe, que logo começa a elaborar planos para atacar o acampamento de Peter Pan: Gancho pretende levá-los até o lado oposto da ilha para tentar surpreendê-los; Emma tenta se manter em forma para a luta; Branca de Neve e o Príncipe Encantado estão chateados porque a filha está de mal com eles; e Regina parece ter cada vez menos paciência com o velho lengalenga “se você for bonzinho e acreditar, tudo dará certo”. Aliás, depois de três temporadas, realmente já estava na hora de a Branca de Neve virar o disco.
Mas quando o barco é atacado por sereias, e uma delas invoca uma tempestade mortal, descobrimos que até a Branca de Neve é capaz de se irritar o bastante para trocar socos com a Rainha Má.
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A Conquista de Um Sonho!

em domingo, 5 de julho de 2015




Como preparar o coração para lidar com tantas emoções ao mesmo tempo? Primeiro a ansiedade; não aquela que tira o sono por completo, mas a que nos leva a despertar diversas vezes no meio da noite, e em horários antes impensados pela manhã. Depois o medo: será que alguém vai aparecer? E se aparecerem, o que eu vou dizer? Ai, meu Deus! Será que vai chover?! Junte a isso uma boa dose de pânico, de alguém que tem pavor de falar em público! Eu reconheço que me expresso melhor escrevendo do que falando... Mas, desta vez, eu não tinha como fugir. O que fazer com a timidez? Um cálice de vinho; respira fundo, segura o microfone, e se joga!

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Meu Primogênito Acaba de Ganhar Corpo!

em quinta-feira, 2 de julho de 2015



Dois anos atrás, eu me dirigi a vocês sem máscara e sem pseudônimo para lhes apresentar minha primeira publicação digital. E hoje, mais uma vez, eu dispo a máscara confortável da Verônica Lira (que cada dia mais parece fixar-se na minha pele, e tornar-se parte dela), e me dirijo a vocês como Talita Vasconcelos, para convidá-los para o lançamento do meu romance “Alma de Rosas” (finalmente em edição física!).

Foi uma longa jornada até aqui. Muita coisa mudou desde que o apresentei a vocês em 2013: mudou a editora, mudou a capa, mudou a sinopse, mudou o formato... Mas a essência permanece a mesma; minha “Alma de Rosas” permanece intacta.


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Desafio #18: Não Complica! Apenas Ame...

em quarta-feira, 17 de junho de 2015



O Desafio Literário do Tigre foi oficialmente encerrado no Elvis Costello Gritou Meu Nome, mas eu decidi completar a lista (mesmo que eu não consiga concluir todos os temas neste ano).

O escolhido desta vez foi “Um livro para ler antes de dormir”, e nada melhor para a última leitura do dia, que algo leve, que nos inspire bons sonhos. E esta função Faça Amor, Não Faça Jogo, do Ique Carvalho, autor do blog The Love Code, cumpre com suprema excelência.

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Resgatando Suspiros de Amor

em sexta-feira, 12 de junho de 2015


E finalmente, a terceira e última playlist deste mês de junho dedicado ao amor: canções que não são tão conhecidas ou que foram (quase) esquecidas, mas que fazem qualquer um se apaixonar. Hora de desenterrar esses tesouros esquecidos da música brasileira.

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Azar No Amor, Sucesso Na Música...

em sábado, 6 de junho de 2015


Nem todos os amores duram para sempre, porém, mesmo quando termina ou não é correspondido, o amor inspira belas canções. Seguindo na vibe do dia dos namorados, mais uma playlist para vocês. Porque lágrimas de amor rimam belos versos e transformam a dor em poesia.

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Canções de Amor Que Todo Mundo Já Cantou e Se Identificou

em segunda-feira, 1 de junho de 2015


Com o dia dos namorados se aproximando, que tal uma playlist recheada de belas canções de amor para inspirar os apaixonados? Convide aquela pessoa que você ama e aperte o play:

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Frases Mais Admiráveis do Cinema

em domingo, 10 de maio de 2015


Sabe quando você assiste a um filme, e alguma frase dita nele fica gravada na memória? Melhor ainda, é quando a frase conquista no momento em que é proferida, ou por ser realmente perfeita (dentro de alguma situação), ou por ser inspiradora.


Poderíamos listar uma infinidade de frases famosas, que mesmo pertencendo a filmes bem antigos, continuam sendo repetidas por aí, e se tornaram quase ditados populares. Por exemplo:


*    “Hasta la vista, Baby”, dita por Arnold Schwarzenegger, em O Exterminador do Futuro 2;

*    “Que a força esteja com você”, dita por Han Solo (Harrison Ford), em Star Wars;

*    “Eu sou o rei do mundo”, dita por Jack Dawson (Leonardo Di Caprio), em Titanic;

*    “Não há lugar como nosso lar”, dita por Dorothy (Judy Garland), em O Mágico de Oz;

*    “Meu precioso...”, dita por Smeagol (Andy Serkis), em O Senhor dos Anéis – As Duas Torres;


E talvez a mais famosa de todas:


*    “Elementar, meu caro Watson!”, dita por Sherlock Holmes em todos os seus filmes.


Mas nem só de frases famosas vive o cinema...


Às vezes, a frase que fica gravada na nossa memória pode não ser tão marcante para outras pessoas, mas isso não as torna menos admiráveis.


Pensando nisso, decidi listar algumas frases que já me fizeram refletir, suspirar, ou simplesmente admirá-las durante as minhas sessões de cinema. Talvez elas não sejam tão conhecidas, mas sem dúvida são inspiradoras, belas, ou simplesmente engraçadas.

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Desafio #17: Verdade Está Nas Cartas, Mas É Preciso Descobrir Por Si Mesmo...

em domingo, 26 de abril de 2015


Com um atraso de aproximadamente dois séculos, eis que venci mais uma etapa do Desafio Literário. Ao que parece, sem temas fixos fica muito mais fácil perder o foco. Mas vamos tentar correr atrás do prejuízo.

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Brasil em: O Preto No Branco

em quinta-feira, 12 de março de 2015



O que você faria se alguém depositasse por engano uma quantia milionária na sua conta? A lei da honestidade manda devolver, afinal, o dinheiro não é seu, certo? Mas e se você soubesse que esse dinheiro é sujo, e que como parte do povo lesado pelo desfalque, tem todo o direito (ao menos, aquele direito concedido pela porta dos fundos da moral) de ficar com ele?


Esta parece uma questão pouco relevante, afinal, quem seria tão burro a ponto de depositar milhões numa conta sem verificar direito se o número está certo? Acredite ou não, um advogado formado em Harvard!


Claro que essa não é uma história real. É o enredo de um filme nacional, de 2007, dirigido por Bruno Barreto.


Fazendo uma paródia com a corrupção no nosso país, Caixa Dois conta a história de um banqueiro que pretendia lavar um dinheirinho sujo na Suíça, mas no meio do caminho, os cinquenta milhões acabaram caindo na conta da esposa de um de seus funcionários; diga-se de passagem: um funcionário que tinha sido demitido naquela manhã!


O filme brinca com alguns estereótipos (como a secretária gostosa, o milionário corrupto, o trabalhador humilde e honesto), e coloca em xeque os valores éticos de cada um. E de quebra, ainda levanta a polêmica sobre a diminuição das vagas de emprego por causa dos avanços na informatização dos serviços.


E, como estamos falando de uma comédia nacional, do mesmo diretor de O Casamento de Romeu e Julieta, nem preciso dizer que é diversão garantida; e sem direito a estorno!


Sem mais delongas, vamos ao filme:


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