Com
o dia dos namorados se aproximando, que tal uma playlist recheada de belas
canções de amor para inspirar os apaixonados? Convide aquela pessoa que você
ama e aperte o play:
Canções de Amor Que Todo Mundo Já Cantou e Se Identificou
Publicado por
Verônica Lira
em
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Frases Mais Admiráveis do Cinema
Publicado por
Verônica Lira
em
domingo, 10 de maio de 2015
Sabe
quando você assiste a um filme, e alguma frase dita nele fica gravada na
memória? Melhor ainda, é quando a frase conquista no momento em que é
proferida, ou por ser realmente perfeita (dentro de alguma situação), ou por
ser inspiradora.
Poderíamos
listar uma infinidade de frases famosas, que mesmo pertencendo a filmes bem
antigos, continuam sendo repetidas por aí, e se tornaram quase ditados
populares. Por exemplo:
* “Hasta
la vista, Baby”, dita por Arnold Schwarzenegger, em O Exterminador do Futuro 2;
* “Que
a força esteja com você”, dita por Han Solo (Harrison Ford), em Star Wars;
* “Eu
sou o rei do mundo”, dita por Jack Dawson (Leonardo Di Caprio), em Titanic;
* “Não
há lugar como nosso lar”, dita por Dorothy (Judy Garland), em O Mágico de Oz;
* “Meu
precioso...”, dita por Smeagol (Andy Serkis), em O Senhor dos Anéis – As Duas
Torres;
E
talvez a mais famosa de todas:
* “Elementar,
meu caro Watson!”, dita por Sherlock Holmes em todos os seus filmes.
Mas
nem só de frases famosas vive o cinema...
Às
vezes, a frase que fica gravada na nossa memória pode não ser tão marcante para
outras pessoas, mas isso não as torna menos admiráveis.
Pensando
nisso, decidi listar algumas frases que já me fizeram refletir, suspirar, ou
simplesmente admirá-las durante as minhas sessões de cinema. Talvez elas não
sejam tão conhecidas, mas sem dúvida são inspiradoras, belas, ou simplesmente
engraçadas.
Desafio #17: Verdade Está Nas Cartas, Mas É Preciso Descobrir Por Si Mesmo...
Publicado por
Verônica Lira
em
domingo, 26 de abril de 2015
Com um atraso de aproximadamente
dois séculos, eis que venci mais uma etapa do Desafio Literário. Ao que parece,
sem temas fixos fica muito mais fácil perder o foco. Mas vamos tentar correr
atrás do prejuízo.
Brasil em: O Preto No Branco
Publicado por
Verônica Lira
em
quinta-feira, 12 de março de 2015
O
que você faria se alguém depositasse por engano uma quantia milionária na sua
conta? A lei da honestidade manda devolver, afinal, o dinheiro não é seu,
certo? Mas e se você soubesse que esse dinheiro é sujo, e que como parte do
povo lesado pelo desfalque, tem todo o direito (ao menos, aquele direito
concedido pela porta dos fundos da moral) de ficar com ele?
Esta
parece uma questão pouco relevante, afinal, quem seria tão burro a ponto de
depositar milhões numa conta sem verificar direito se o número está certo?
Acredite ou não, um advogado formado em Harvard!
Claro
que essa não é uma história real. É o enredo de um filme nacional, de 2007,
dirigido por Bruno Barreto.
Fazendo
uma paródia com a corrupção no nosso país, Caixa
Dois conta a história de um banqueiro que pretendia lavar um dinheirinho
sujo na Suíça, mas no meio do caminho, os cinquenta milhões acabaram caindo na
conta da esposa de um de seus funcionários; diga-se de passagem: um funcionário
que tinha sido demitido naquela manhã!
O
filme brinca com alguns estereótipos (como a secretária gostosa, o milionário
corrupto, o trabalhador humilde e honesto), e coloca em xeque os valores éticos
de cada um. E de quebra, ainda levanta a polêmica sobre a diminuição das vagas
de emprego por causa dos avanços na informatização dos serviços.
E,
como estamos falando de uma comédia nacional, do mesmo diretor de O Casamento de Romeu e Julieta, nem
preciso dizer que é diversão garantida; e sem direito a estorno!
Sem
mais delongas, vamos ao filme:
Desafio #16: Os Parentes Loucos de Cada Um...
Publicado por
Verônica Lira
em
sábado, 28 de fevereiro de 2015
“Todas as famílias felizes se
parecem. Cada família infeliz é infeliz à sua maneira”.
E parafraseando Liev Tolstói: toda família normal tem sempre um maluco que
renderia uma boa história!
Este
livro não era um dos meus escolhidos para o Desafio Literário. Na verdade,
quando comecei a ler, tinha certeza de que eu sequer escreveria uma resenha
sobre ele. Sem preconceito; apenas que, depois de ter resenhado “Como Se Tornar
o Pior Aluno da Escola” no ano passado, tinha pensado em evitar livros insanos
na versão 2015 do #DLdoTigre.
Mas,
desta vez, vou abrir uma exceção.
Embora
eu tenha começado com uma citação de Anna Karenina, é óbvio que não estou resenhando
um romance russo.
Desafio #15: Um Thriller Nacional
Publicado por
Verônica Lira
em
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Nem
sei explicar ao certo por qual caminho este livro chegou às minhas mãos. Estava
dando uma espiada numa livraria virtual, apenas “apreciando o buquê”, quando vi
uma capa sombria, com a foto de uma mulher aparentemente elegante, empunhando
uma faca escondida às suas costas. Parei; decidi olhar com atenção. O título Arma de Vingança me deixou curiosa. Cliquei
para ler a sinopse. O enredo enunciava a história de uma mulher machucada,
sofrida, que decidiu levantar-se como uma deusa cruel e vingativa contra aqueles
que tentaram destruí-la.
E
para dizer a verdade, não foi o enredo, exatamente, o que despertou meu
interesse, mas o nome da protagonista. Aquele nome, unido ao enredo de vingança
e morte, me fizeram lembrar um conto que tinha lido tempos atrás na internet, e
por um momento pensei se tratar da mesma história. Claro que bastou uma pequena
pesquisa para rememorar o conto, para que eu percebesse que sequer haviam sido
escritos pelo mesmo autor. A personagem do conto que me deixara fascinada há
algum tempo também era uma espécie de arma letal: a morte, como às vezes se
apresenta aos homens, sob a forma de uma bela e irresistível mulher. Em comum
com a personagem do livro, as duas tinham apenas o nome.
Mas
esta percepção não mudou em nada minha vontade de conhecer mais a fundo a
história dessa “deusa vingativa”, concebida pelo autor paulista Danilo
Barbosa.
Beijou, Morreu!
Publicado por
Verônica Lira
em
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
“Todos
os homens matam o que amam:
alguns
com um olhar amargo;
outros
com uma palavra atraente;
o
covarde, com um beijo”.
(Oscar
Wilde)
Personagens
azarados no âmbito amoroso não são nenhuma novidade na ficção (nem na vida
real, tampouco). Eles existem desde que o mundo é mundo, e inúmeros autores já
beberam dessa fonte através dos séculos. Mas recentemente eu tenho notado que
surgiu um novo tipo de azar no amor; um azar bem específico, e particularmente
cruel: o beijo mortal!
Vários
personagens de filmes e séries de TV têm sido acometidos por esse mal. Eles
estão quietinhos, na deles, daí aquela pessoa especial aparece, eles começam a
se envolver, a se apaixonar, trocam uns beijos (e às vezes otras cositas más também), e pouco tempo depois o relacionamento
acaba abruptamente. O motivo? O parceiro sofre um caso trágico de morte. Quase
sempre uma morte violenta: é assassinado, amaldiçoado, devorado por um monstro
mitológico bizarro, ou algo semelhante.
Eu
sei, é um tema grotesco, mas alguém precisa falar disso. Então, hoje vamos
abrir uma página dos arquivos sangrentos da ficção, e revelar quem são os
personagens que mais vestiram trajes de viúvos por aí.
Desafio #14: Quando Uma Mulher Segura a Pena...
Publicado por
Verônica Lira
em
sábado, 31 de janeiro de 2015
Acho
que de certo modo, eu complico um pouco mais os temas do Desafio Literário do que seria
natural. Porque alguns deles são bem simples, e talvez justamente por isso, eu
precise me desafiar um pouco mais. Então, ao optar pelo tema “escrito por uma
mulher”, pensei em fugir dos tradicionais romances. Afinal, boas autoras não
escrevem apenas histórias de amor (tomem como exemplo a autora que vos fala,
pois já me aventurei até nos romances policiais). Foi pensando nisso, e também
na proposta da Tati de explorar aquilo que já temos na estante, que comecei a
procurar algo atraente e fora do lugar-comum.
Foi
assim que acabei encontrando, soterrado na minha – cada vez maior – biblioteca digital,
“A Mulher de Preto”, da autora britânica Susan Hill, e que deu origem ao filme
homônimo, protagonizado por Daniel Radcliffe (o eterno Harry Potter).
Desafio #13: Veríssimo – Minha Mania Crônica!
Publicado por
Verônica Lira
em
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Ano
passado, eu embarquei clandestinamente no Desafio Literário do Tigre, criado
pela Tati Lopatiuk, do blog Elvis Costello Gritou Meu Nome. Clandestinamente,
porque eu tinha certeza que iria pular alguns temas, mas acabou que – apesar de
alguns inevitáveis atrasos – cumpri os doze temas direitinho, e admito, aqueles
que eu estava mais na dúvida foram os que me renderam as melhores leituras.
Quando o desafio acabou, pensei que fosse me sentir aliviada, com aquela sensação
de dever cumprido – e realmente senti um pouco –, mas fiquei com um gostinho de
quero mais.
Por
isso, decidi embarcar na versão 2015 do desafio. Agora ele dobrou: dois livros
por mês, 24 temas, mas agora eles não são fixos – fica a cargo do leitor
escolher os temas do mês. Não sei se vou cumprir todos, mas vamos tentar.
A
escolha de “crônicas” para dar o pontapé inicial na brincadeira, admito, foi
para a leitura se ajustar a minha correria do mês – com tantas pendências que
ficaram de 2014, meu tempo para ler esse mês estava realmente escasso –, e como
as crônicas são curtas, a leitura flui com muito mais facilidade. Em coisa de
dois minutos você lê uma crônica inteira, então, era só deixar o livro num
canto na minha mesa, e naquele intervalinho de cinco minutos dava para ler duas
ou três. Quando vi, o livro já tinha acabado – e eu queria mais!
Claro
que eu tinha certeza que iria ficar com essa vontade de ler mais, já que o
escolhido da vez foi Diálogos Impossíveis, do Luis Fernando Veríssimo,
e ler Veríssimo nunca é demais – nem o bastante.
Ano Novo, Livro Novo!
Publicado por
Verônica Lira
em
sábado, 3 de janeiro de 2015
Anos atrás – pode
colocar aí uns oito anos, sem medo – eu tive um sonho – literalmente! Um sonho
que me fez acordar sem fôlego – e não foi só porque nele eu estava me afogando.
A casa estava submersa, ELAS estavam
em toda parte, ao meu redor e da minha amiga curiosa e sem rosto. Então ELE apareceu, para nos resgatar ou para
nos condenar. Uma de nós provavelmente não resistiria aos seus encantos. Uma de
nós jamais voltaria a respirar.
Despertei
ofegante, corri ao meu surrado caderno de rascunhos, e escrevi o sonho que
tive. Sonho que algum tempo depois se tornou conto; conto que posteriormente
virou livro.
2015 mal começou,
e aqui estou eu mais uma vez, tirando a máscara para lhes apresentar meu
terceiro livro:
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