Era
minha intenção dividir essa segunda temporada de Once Upon a Time em três postagens – a exemplo da
primeira –, contando toda a trama das Encantadas em Tão, Tão Distante na
primeira postagem, o estrago causado pela presença de Cora em Storybrooke e as
tramoias do Clube Anti-magia na segunda, e a Season Finale na terceira. Mas aconteceu
que a segunda parte ficou longa demais para um único post, e como eu não
consegui fazer cortes suficientes, optei por dividir a temporada em quatro. Até
faz sentido, já que nos contaram praticamente três histórias diferentes antes
da Season Finale.
Por
mim, a temporada podia ter terminado com a morte da Cora, e os roteiristas
podiam ter criado um único episódio para conectar esse enredo à Season Finale –
pois esta, sim, foi espetacular. Porque os quatro episódios entre A Filha do Moleiro e Segunda Estrela à Direita só serviram
para testar a paciência de quem acompanha a série.
Na
falta de criatividade, trouxeram à cidade dois vilõezinhos mequetrefes, que
nada tinham a ver com qualquer conto de fadas, e não se preocuparam sequer em
criar uma motivação plausível para as ações de um deles. Acho que os
roteiristas pensaram: “nossos vilões são
carismáticos demais. Precisamos criar alguém que o público possa odiar de
verdade”. Nesse quesito, fizeram um ótimo trabalho, porque eu não quero ver
esses dois de novo nem pintados de ouro! A não ser que tenham sido tocados pelo
Midas... Porque aí não poderão mais encher o saco de ninguém.
Enfim,
vamos direto à review...
Começamos
essa terceira parte do ponto onde paramos.


























