Tamara Que Esse Enredo Não Se Repita!

em sexta-feira, 12 de julho de 2013

Era minha intenção dividir essa segunda temporada de Once Upon a Time em três postagens – a exemplo da primeira –, contando toda a trama das Encantadas em Tão, Tão Distante na primeira postagem, o estrago causado pela presença de Cora em Storybrooke e as tramoias do Clube Anti-magia na segunda, e a Season Finale na terceira. Mas aconteceu que a segunda parte ficou longa demais para um único post, e como eu não consegui fazer cortes suficientes, optei por dividir a temporada em quatro. Até faz sentido, já que nos contaram praticamente três histórias diferentes antes da Season Finale.
Por mim, a temporada podia ter terminado com a morte da Cora, e os roteiristas podiam ter criado um único episódio para conectar esse enredo à Season Finale – pois esta, sim, foi espetacular. Porque os quatro episódios entre A Filha do Moleiro e Segunda Estrela à Direita só serviram para testar a paciência de quem acompanha a série.
Na falta de criatividade, trouxeram à cidade dois vilõezinhos mequetrefes, que nada tinham a ver com qualquer conto de fadas, e não se preocuparam sequer em criar uma motivação plausível para as ações de um deles. Acho que os roteiristas pensaram: “nossos vilões são carismáticos demais. Precisamos criar alguém que o público possa odiar de verdade”. Nesse quesito, fizeram um ótimo trabalho, porque eu não quero ver esses dois de novo nem pintados de ouro! A não ser que tenham sido tocados pelo Midas... Porque aí não poderão mais encher o saco de ninguém.
Enfim, vamos direto à review...
Começamos essa terceira parte do ponto onde paramos.
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Com a Máscara e a Espada

em quarta-feira, 10 de julho de 2013


 
“Eu uso a máscara preta para esconder a minha identidade. I cover myself with the black cape that protects me from the enemy. Eu me cubro com a capa preta para me proteger do inimigo. And I clutch my sword to do justice.E eu agarro minha espada para fazer justiça”.

Talvez estas palavras não sejam tão conhecidas, já que aparentemente só foram mencionadas desta forma em uma das adaptações da história, mas quem leu atentamente deve ter ligado o nome à pessoa: este é, nada mais, nada menos, que o juramento de Zorro.
A história do herói mascarado da Califórnia todo mundo conhece: o fidalgo Don Diego de La Vega, fazendeiro letrado e pacífico, que secretamente luta pela justiça escondido atrás de uma máscara, deixando nas paredes, nas roupas e até na pele de seus inimigos sua famosa marca riscada com a ponta da espada: a letra Z!
O nome Zorro, em espanhol, significa raposa, ou em sentido figurado, homem astuto!
O personagem da ficção como nós conhecemos foi criado em 1919, pelo escritor norte-americano Johnston McCulley, porém, em seu conto original não existe a famosa marca “Z”.
Zorro já foi tema de diversas produções, desde séries de TV a filmes, sempre protagonizadas por belos atores:

- Douglas Fairbanks, no filme A Marca do Zorro, de 1920;

- Guy Williams, na série de TV Zorro, produzida pela Walt Disney entre 1957 e 1959;

- Antônio Banderas nos dois filmes mais recentes e conhecidos A Máscara do Zorro, de 1998 e A Lenda do Zorro, de 2005.

Para só mencionar os mais conhecidos...
Mas de todas as versões, a que eu mais gostei foi a novela colombiana produzida pela Telemundo “Zorro – A Espada e a Rosa”. Admito que novelas geralmente me atraem bem pouco, principalmente novelas latinas (quem assistiu uma já assistiu todas, porque muda o nome da protagonista – quando muda! –, mas a história é basicamente a mesma!), mas esta eu não me atrevi a perder um capítulo sequer quando foi exibida pela Record.
Nem sei porque lembrei dessa novela agora; ando meio obcecada com aventuras de capa e espada ultimamente, mas vamos a ela!
A trama foi vagamente baseada no romance de Isabel Allende “Zorro, O Começo da Lenda”, todavia muita coisa foi alterada, então é admissível dizer que uma nova lenda foi criada.
Não dá para resumir a novela inteira, mas vamos apresentar alguns personagens e contar um pouco desta aventura:


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Megeras Não Têm Coração, Mas Adoram Arrancar os dos Outros...

em terça-feira, 2 de julho de 2013

Dizem que a maçã nunca cai muito longe da árvore – principalmente se uma das duas estiver envenenada. No caso de Regina Mills, o tabu até poderia ter sido quebrado, se ela não tivesse sido manipulada pelo Senhor das Trevas para seguir os passos sombrios de sua mãe.
E Cora não é exatamente o tipo de mãe que deseja encaminhar a filha na moral e nos bons costumes. Cora sempre influenciou Regina a buscar o poder, a qualquer preço; mesmo que para isso precisasse matar alguns indesejáveis pelo caminho.
E se com a cidade em paz já está difícil para Regina provar que está disposta a se redimir para poder reconquistar o carinho de seu filho adotivo, avalia agora, com a Megera N°1 do Reino aprontando todas, determinada a voltar todo mundo contra ela?
Cora Mills desembarcou em Storybrooke nessa segunda temporada para transformar a vida de sua filha num inferno, e assim influenciá-la a concluir sua vingança e retomar o poder. Custe o que custar.
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A Magia Começa – Pra Valer – Agora

em quarta-feira, 19 de junho de 2013


Once Upon a Time é uma série família! Essa segunda temporada provou isso de uma vez por todas, estabelecendo laços familiares entre personagens que até o diabo – leia-se Rumplestiltskin – duvida!
Apesar do clichê, dá para dizer que o final da temporada passada foi meio inesperado. Quer dizer, todo mundo imaginava que a Maldição seria quebrada; a surpresa ficou por conta do meio que levou a esse fim. É super clichê dizer que a Maldição foi quebrada com um beijo de amor verdadeiro – Encantada cansou de repetir o mantra de que essas trocas de saliva são super hiper mega poderosas. Mas, apesar de Emma ser a Salvadora, eu esperava que esse beijo de amor verdadeiro fosse envolver, de algum modo, Branca de Neve ou o Príncipe Encantado. Tipo Emma finalmente acreditando em sua origem, reunindo os pais e convencendo-os de suas identidades pré-Maldição; então eles dariam aquele beijo e voilà! Mas quiseram os roteiristas que a cena fosse mil vezes mais emocionante, provando que não existe amor mais verdadeiro do que aquele que une mãe e filho – mesmo que essa mãe o tenha abandonado ao nascer.
E é deste ponto que retomamos nesta segunda temporada. A Maldição acaba de ser quebrada, Rumplestiltskin não perdeu tempo, e já convocou toda a magia de Tão, Tão Distante para Storybrooke, e nossa aventura já começa com o circo pegando fogo.
Peguem suas pipocas e sigam-me os bons!
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Minha Obra - Finalmente - Publicada

em sexta-feira, 14 de junho de 2013


     Desde que comecei a escrever este blog, nunca houve uma postagem tão difícil de escrever quanto esta. Afinal, divulgar a própria obra é mais difícil do que parece.
     Eis o momento de tirar a máscara! (figurativamente, é claro)
     Bem, eu devo começar dizendo que isso vai causar algumas surpresas, pois ao ver a foto da capa do livro e o nome do autor alguns de vocês se perguntarão: “mas a autora do blog não é Verônica Lira? Como esse livro é dela, então?”.
     Ok. Na realidade, meu nome não é Verônica Lira (embora algumas vezes eu gostaria que fosse). Como muitos autores eu gosto de usar pseudônimos, e este eu criei na ocasião em que comecei a escrever o Admirável Mundo Inventado.
     Meu nome é Talita Vasconcelos, e hoje seria muito difícil apresentar, sob a alcunha de Verônica Lira, o trabalho que eu lutei tanto para publicar.
     Então, ignorem o pseudônimo, só por hoje.
     Eis agora a minha obra:


     Título: Alma de Rosas

     Autor: Talita Vasconcelos

     Gênero: Romance

     Publicado em formato digital (EPUB), disponível no site da Saraiva e Siciliano.

     Sinopse:

     Elizabeth é escritora. Está acostumada a seduzir o coração das pessoas com palavras bonitas, mas quando o seu próprio coração foi seduzido, ela percebeu o poder destruidor das palavras.

     Quando começou a escrever cartas de amor ao Alessandro em nome de sua irmã Simone, Elizabeth não imaginava que estava tecendo seu próprio tormento.

     Nem a companhia de Cristiano, o homem ideal era capaz de resgatá-la do abismo.

     Para ter a própria felicidade ela precisa trair sordidamente a quem mais ama. É uma escolha difícil... Destruir os sonhos de amor que Simone construiu desde menina; ou continuar se entregando ao romance do amado e da rival como uma rosa, acariciando com as pétalas o coração dos dois, e despedaçando a própria alma com os espinhos.


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Nosso Mundo Não é o Bastante

em quarta-feira, 12 de junho de 2013



     Atenção senhores passageiros com destino ao Mundo Fantástico da Imaginação: sentem-se confortavelmente diante do computador e apreciem a viagem!

     No último post eu falei sobre personagens de contos de fadas que foram transportados para o mundo real – na verdade uma cidade fictícia, chamada Storybrooke, ou seja, outro mundo fantástico, porém real do ponto de vista de personagens vindos de mundos ainda mais fantásticos.
     A ideia de mundos fictícios, e da própria literatura fantástica é algo que se utiliza desde tempos muito remotos.
     A maior parte das histórias que nós conhecemos como contos de fadas – na verdade, descendentes de histórias para adultos, compiladas e adaptadas para o público infantil – acontecem nestes mundos fantásticos. E como nasceram da tradição oral, fica realmente difícil apontar este ou aquele criador de tais mundos, mas apenas “coletores” de lendas e fábulas que as colocaram no papel e as deixaram de herança ao mundo.
     Exemplos disso são: Branca de Neve – cuja versão mais conhecida é a dos Irmãos Grimm, mas é sabido que eles apenas colheram o conto oral tradicional do povo alemão –, as lendas de Robin Hood e do Rei Arthur – estes, na verdade, objetos de discussão entre historiadores e curiosos que acreditam que os personagens possam realmente ter existido.
     O fato é que escritores costumam ter preferência por criar um mundo próprio para contar suas histórias. E quando nos conectamos com elas, por vezes, esses mundos se tornam quase tão reais na imaginação quanto o nosso mundo. Dos mais tradicionais aos menos conhecidos, esses mundos ganham vida nas páginas, de um modo que algumas vezes se tornam críveis.
     Pensando nisso, decidi listar alguns dos muitos lugares para onde a imaginação destes preciosos contadores de histórias já nos fizeram viajar. E a melhor parte é que para conhecer estes lugares não é necessário ter passaporte, nem pagar passagem, hospedagem ou taxa de embarque. Basta abrir um livro e deixar a imaginação fluir.
     Então, embarquem nesta aventura pelo Maravilhoso Mundo da Imaginação:

     Nossa viagem pode incluir alguns dos lugares presentes no mapa.


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Se a Rainha Má Te Der Guloseimas Feitas Com Maçã, Não Coma! Nem Deixe Seu Filho Comer...

em sábado, 1 de junho de 2013

É chegado o momento mais aguardado da série. Depois de termos conhecido as novas versões do passado dos personagens que fizeram parte da nossa infância, alguns meio inesperados, outros meio sombrios, e alguns até meio sem noção – o Grilo Falante e o Zangado agradecem a referência –, só estava faltando ela. Ela que é uma presença quase humana num dos mais clássicos contos de fadas. Ela que é tão importante quanto a protagonista da história. Ela, sem cuja presença o conto não teria sido nada de mais. Ela: a Maçã Vermelha Como Sangue.
Porque não dá para contar uma história com a Branca de Neve sem incluir a maçã envenenada.
Já tínhamos visto que Regina conservara a macieira em seu jardim em Storybrooke, e ela até já tinha oferecido algumas frutas à Emma, quando praticamente a convidou a se retirar da cidade. Mas ainda não tínhamos visto a cena icônica de Branca de Neve dando a mordida fatal na maçã oferecida pela Rainha Má.
E como Once Upon a Time se propôs a escrever uma nova versão dos contos de fadas, é claro que a participação da maçã também não seria exatamente idêntica à que conhecemos.

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Por Favor, Salvem a Professorinha!

em sábado, 25 de maio de 2013

Com a licencinha de Caco Antibes, seu bordão se enquadra perfeitamente com o que aconteceu nessa segunda metade da primeira temporada de Once Upon a Time, quando a Professora Mary Margaret Blanchard, outrora conhecida como Branca de Neve, a doce e bela Princesa de Tão, Tão Distante, que já andou estampando cartazes de Procurada daquele lado da Floresta Encantada, deixou de ser uma pacata professora primária para se tornar uma pária, destruidora de lares, e estampar as páginas policiais do jornal de Storybrooke.
No episódio anterior (resumão dos primeiros treze da série), conhecemos os simpáticos moradores de Storybrooke, uma cidade não tão pacata no interior do Maine, onde os contos de fadas são reais, mas não são o que parecem.
Depois de terem sido amaldiçoados pela Rainha Má e arrastados para o mundo real, os nossos queridos personagens ficaram mais enrolados que papel higiênico, separados de tudo que amavam, e causando grandes confusões nas histórias uns dos outros, por não fazerem a menor ideia de quem são de verdade.
Emma, a Salvadora, filha da Branca de Neve com o Príncipe Encantado, descobriu que seu filho biológico foi adotado pela Rainha Má, Regina Mills; esteve prestes a furar o olho da malvada com o Xerife Graham, mas a Rainha Má estava com o coração dele na mão – literalmente! –, e o coitado acabou morto. Graças a uma tramoia do Sr. Gold – também conhecido como Rumplestiltskin –, Emma foi eleita nova Xerife de Storybrooke, mas acabou se indispondo com a Prefeita Regina logo em seus primeiros dias no cargo, o que acabou por separá-la momentaneamente do filho. E, confusão das confusões, a doce professora primária Mary Margaret – cujo passado sórdido a revelou como a espevitada Branca de Neve do Gueto – acabou envolvida num relacionamento extraconjugal com David Nolan – o Príncipe não tão Encantado assim –, e agora a cidade inteira se preocupa com os desdobramentos de seu rolo com o Fulano, pois a esposa dele, Kathryn desapareceu.
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Os Finais Felizes Encontram-se Indisponíveis ou Fora da Área de Cobertura

em sábado, 18 de maio de 2013

Semana passada enunciei a história de uma série que tem me cativado desde que comecei a assistir. E aqui é bom comentar que, não me lembro em que planeta eu vivi esse último ano, mas só descobri esse tesouro no décimo episódio da segunda temporada. E depois de me apaixonar pela trama de um bonde grilado que eu peguei andando, fui pesquisar o que eu tinha deixado para trás, e descobri a caverna do Ali Babá, recheada de tesouros em forma de episódios de série.
Foi uma maratona para conseguir os episódios e outra para assisti-los, e depois de me familiarizar com a novela, chegou a hora de começar a compartilhá-la com vocês, daquele jeitinho especial que vocês já conhecem, na minha linguagem particular patenteada pela água que o passarinho não bebe. Uma substância forte e proibitiva conhecida como Coca-Cola Zero.
Proibitiva pelo preço, claro...
Desde que eu me entendo por gente tenho um relacionamento sério com contos de fadas. VHSs com desenhos deles tive vários – da Disney, meia dúzia, tudo gravado em fitas virgens, copiado das locadoras ou gravado nas raríssimas ocasiões em que os desenhos passavam na TV. Sério, se hoje em dia é extremamente difícil passar um desenho da Disney na TV aberta, alguns anos atrás era quase impossível. Disney Channel só chegou ao nosso conhecimento mais ou menos uma década atrás, então, dá para imaginar como era complicado assistir esses clássicos. Branca de Neve e os Sete Anões, A Bela e a Fera, Os Aristogatas, Aladdin, 101 Dálmatas – único com VHS original –, Alice No País das Maravilhas, Mogli O Menino Lobo, O Corcunda de Notre Dame e Pocahontas eram basicamente os membros Disney da minha coleção. Mas genéricos produzidos por outros estúdios apareciam eventualmente com precinhos bem razoáveis em bancas de jornais e lojas de R$1,99 – a Burbank da Austrália salvou minha infância nesse quesito. E das coleções de livros da primeira fase da minha infância, tive umas quatro versões diferentes dos contos de fadas ilustrados – e outra de clássicos Bíblicos para crianças, porque também sou filha de Deus!
E como eu nem sou uma acumuladora, das quatro coleções de livrinhos de contos de fadas, ao menos três eu ainda tenho! Dos clássicos Bíblicos também. A outra coleção deve ter se perdido em alguma mudança, uma pena...
Seja lá como for, já deu para entender quanto eu gosto desse universo. Meus episódios favoritos do Chapolin até hoje são os que retratam contos de fadas – tipo Branca de Neve e os Sete Tchuim Tchuim Tchum Claims e O Alfaiatezinho Valente – e outros clássicos da literatura, como A Romântica História de Juleu & Romieta e A História de Don Juan Tenório. E os episódios com fantasmas, bruxas e piratas, não vou negar.
Bem, como eu disse, deu para entender essa minha relação com os contos de fadas, né? E deu para sacar também porque eu gostei tanto dessa série.
Once Upon a Time criou uma versão bem diferente dos contos de fadas clássicos. Tem muito personagem inocente fazendo o diabo, e muita gente má buscando redenção.
Naquele post de apresentação eu destaquei a dualidade dos personagens como ponto alto do roteiro: ninguém é cem por cento bonzinho, e nenhum vilão é pura maldade. Todos têm o anjo e o demônio dentro de si, a Fada Madrinha e o Senhor das Trevas – a Fada legítima é um caso à parte; aquela, para falar a verdade, não cheira nem fede. Os demais, se contrapõem e se contradizem com relativa frequência, e é isso que torna essa história tão especial.
Na segunda temporada a estrutura básica da série foi ligeiramente modificada, talvez para que todos os eventos de Storybrooke pudessem se encaixar com os flashbacks e vice-versa, mas na primeira temporada, talvez por uma necessidade de apresentar devidamente todos os personagens criados, a série seguiu um molde muito utilizado em séries como Supernatural, só que em vez do “monstro da semana” tivemos o “conto da semana”. Por isso também a review será meio longuinha.
Agora chega de embromação, e vamos logo ao Era uma vez...
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... E Todos Viveram Felizes... Não, Péra...

em quarta-feira, 8 de maio de 2013


Era uma vez, num reino muito distante, uma Rainha entediada com o patético e repetitivo clichê “... e viveram felizes para sempre”, que um belo dia, depois de constatar que seu espelho mentia ao dizer que a enteada Branca de Neve era a mais bela de todas – convenhamos, Ginnifer Goodwin é uma graça, mas não chega aos pés de Lana Parrilla –, decidiu lançar sobre o reino uma terrível Maldição, que varreu todos os personagens para o pior lugar possível: o mundo real.
Antes, porém, que a Maldição fosse lançada, os mocinhos conseguiram colocar a filha recém-nascida de Branca de Neve e do Príncipe Encantado num guarda-roupa feito com a madeira de uma árvore mágica, capaz de mantê-la a salvo.
Assim, todos os personagens dos contos de fadas foram morar em Storybrooke, uma cidade fictícia no Maine, New England, onde ficaram parados no tempo por 28 anos, sem nenhuma lembrança de quem eram ou de onde vieram – talvez a Rainha Má tenha usado a máquina de Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças para apagar as memórias deles, mas isso é apenas especulação.
Um belo dia, um menino de dez anos, dado para adoção ao nascer, decide bater na porta de sua mãe biológica com um enorme livro de contos de fadas na mão, para contar-lhe a estranha história de seu passado desconhecido.
Posso ter exagerado um pouco os detalhes, mas é com este enredo que eu lhes apresento a série da ABC Once Upon A Time.
À primeira vista, parece que a história é boba. Uma série que mistura os contos infantis, joga todos num liquidificador mágico, mistura até dar um nó nas ideias de todo mundo, para no fim de 22 episódios resolver tudo com um bibit bobit bum.
Mas na verdade não tem nada a ver com isso.
Vamos do início:

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