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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

O Conto da Salvadora Que Precisava Ser Salva

O último episódio da terceira temporada de Once Upon a Time foi tão extraordinário, que poderia ser facilmente confundido com um filme da série. Teve de tudo: drama, romance, comédia e muita confusão. Sem falar que o foco principal do episódio foi o casal mais querido e amado dos Oncers de plantão: Emma Swan e Captain Hook!
Aliás, se colocar na balança direitinho, esse episódio nos deu exatamente o que estava faltando para a nossa Salvadora: um conto de fadas para chamar de seu!

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Verde de Inveja... Ou de Raiva?

Depois de um início de temporada encantador na Terra do Nunca – ok, teve alguns momentos bem paradinhos, mas o conjunto da obra foi mais que satisfatório –, Once Upon a Time manteve a regularidade na segunda metade da terceira temporada.
Desde o início, a ideia era muito boa: introduzir uma das histórias mais queridas de todos, O Mágico de Oz, mas de uma perspectiva que jogou fora metade dos personagens do clássico, e um enredo centrado na vilã, a Bruxa Má do Oeste. O resultado foi uma versão completamente nova, e praticamente desconectada do conto original, exceto pelos macacos-voadores e a tinta verde.
E se a temporada já não estivesse boa o bastante, a série ainda nos brindou com a melhor Season Finale de todas: uma incrível releitura da obra de Lymann Frank Baum, adaptada ao contexto da série, e protagonizada pelo nosso casal favorito – para a alegria dos shippadores de plantão – só para encerrar uma temporada sensacional com chave de ouro.
A expectativa em cima dessa nova história era alta, e a escolha da atriz Rebecca Mader – vocês se lembrarão dela sugerindo florais para a edição de primavera da Runaway na sala de reuniões de Miranda Priestly em O Diabo Veste Prada – para viver a vilã da vez apenas abrilhantou ainda mais um enredo que recuperou completamente o brilho que a série fez oscilar na reta final da temporada passada, e no desfecho do arco Neverland.


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O Rapto do Garoto Adorado

Com um atraso de duas temporadas, finalmente vamos fazer um recap da terceira temporada de Once Upon a Time.
Como devem se lembrar, no último episódio da segunda temporada, Henry foi sequestrado pela dupla me-dá-nos-nervos Greg Mendell – ou Pamonhão, como gosto de chamá-lo – e Tamara-Que-Tenha-Caído-Num-Portal-Para-o-Mar-de-Monstros-e-Buon-Apettit-Cila-e-Caríbdis – sim, estou mencionando mitologia grega em Once Upon a Time. Afinal de contas, nunca se sabe – e arrastado para um portal, para se encontrar com o terrível chefe da gangue dos imprestáveis. Tudo isso porque seus avós Branca de Neve e Príncipe Encantado, quando viram o Apocalipse se aproximando, se esqueceram de ficar de olho nele.
Por sorte, o Capitão Tudo-de-Bom Gancho teve uma crise de consciência, após roubar o último feijão mágico dos mocinhos, e decidiu regressar quando já fugia de Storybrooke, fazer uma trégua com seu arquirrival Rumplestiltskin, e oferecer seu navio e seus serviços à família Charming-Stiltskin-Mills para resgatar o garoto. Parte disso se deve, é claro, ao fato de que ele ainda queria descolar uma chance com a mãe do guri – mesmo sabendo que ela já esteve envolvida com seu filho postiço, Baelfire.
Falando nele, sabemos que depois de cair baleado num portal, Neal – ou Baelfire, se preferirem – foi encontrado numa praia pelo trio mais inútil da tela, Aurora, Príncipe Phillip e – o que está fazendo aqui? – Mulan. Encontrado vivo, porém desacordado, e aparentemente, muito mal.
Só que os protagonistas dessa história não sabem disso, e acreditam que ele morreu ao cair ferido no portal. O que coloca metade da família principal de luto, faz Emma vestir pela segunda vez trajes de viúva nessa série, e deixa o Hook ligeiramente inseguro em investir de cara numa aproximação com a Salvadora.
Olhando por essa perspectiva, dá a impressão de que começa a se desenhar uma trama estilo novela mexicana em Once Upon a Time. Pois é... Parece...
Mas, se há algo que já aprendemos ao longo das duas primeiras temporadas da série, é que nada é o que parece!

Logo depois que o Jolly Roger mergulha no portal para a Terra do Nunca, Rumplestiltskin abandona o barco, pois acredita que terá mais êxito sozinho no resgate de Henry, do que com a família meio muçarela, meio calabresa – entenda: metade heróis, metade vilões – em sua cola para atrapalhar. Sua partida é pouco sentida pelo resto da trupe, que logo começa a elaborar planos para atacar o acampamento de Peter Pan: Gancho pretende levá-los até o lado oposto da ilha para tentar surpreendê-los; Emma tenta se manter em forma para a luta; Branca de Neve e o Príncipe Encantado estão chateados porque a filha está de mal com eles; e Regina parece ter cada vez menos paciência com o velho lengalenga “se você for bonzinho e acreditar, tudo dará certo”. Aliás, depois de três temporadas, realmente já estava na hora de a Branca de Neve virar o disco.
Mas quando o barco é atacado por sereias, e uma delas invoca uma tempestade mortal, descobrimos que até a Branca de Neve é capaz de se irritar o bastante para trocar socos com a Rainha Má.

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