Conheçam Meus Livros

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Sempre Haverá Um Novo Dia



Para abrir 2019 com chave de ouro, quero falar sobre um dos meus livros favoritos de todos os tempos.


E o Vento Levou
Título Original: Gone With The Wind
Autora: Margaret Mitchell
Editora: Itatiaia
Páginas: 962
Gênero: Romance
Sinopse:
Um relato apaixonante sobre a guerra civil norte-americana, a aristocracia sulista que ela abala e transforma, e a coragem de uma mulher que nunca se deixou vencer. Conheça a linda e tempestuosa Scarlett O Hara e o irresistível Rhett Butler, que a ama ao longo de todas as suas provações. Conheça a doce Melanie, o honesto Ashley Wilkes e os muitos outros personagens que habitam a esplendorosa fazenda Tara. Leia a história de amor que já emocionou milhões de pessoas no mundo inteiro, imortalizada na tela pela beleza de Vivien Leigh e o charme de Clark Gable.


Apesar das quase mil páginas, é uma leitura ágil, você não sente o peso das páginas, e lê com tanta voracidade, que quando acaba, você tem a sensação de que não eram duzentas, tão deliciosa que é esta leitura.
O vento, mencionado no título, é uma alusão ao tempo, às reviravoltas do destino, capaz de mudar completamente a vida das pessoas, anulando toda a segurança que pensavam possuir, e colocando-as diante de situações completamente inesperadas.
E o Vento Levou é considerado o maior romance do século XX, muito menos pela parte romântica da história do que pela força de sua protagonista.
Scarlett O’Hara, se não for a melhor protagonista de todos os tempos, ocupa lugar no TOP 3 com certeza.

domingo, 30 de dezembro de 2018

Esse Aí É Filho de Papai Noel!


Eu já tinha dado o ano por encerrado aqui no blog, mas calhou de me cair às mãos esse desenho, e sempre há espaço para mais uma boa história natalina, né?
Com uma história simples, porém, inusitada, cheia de trocadilhos natalinos, Operação Presente é um dos desenhos mais divertidos sobre o Bom Velhinho que já foram produzidos. Nessa aventura, o filho mais novo do Papai Noel faz uma confusão danada para conseguir entregar o presente de uma criança que foi esquecida, antes que termine a noite de Natal.
Então, com vocês:

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Um Belo Exemplo Natalino


Depois de um Halloween extremamente movimentado, chegamos a uma pobreza de Natal. Uma pessoa me perguntou tempos atrás porque eu escrevo tão poucas reviews natalinas, e aqui me sinto obrigada a plagiar o Seu Madruga, e dizer que a culpa é dos energéticos.

Que na nossa realidade se traduz como “companhia elétrica”. Acontece que eu moro numa cidade do interior, numa região de serra, onde chove à cântaros em dezembro e venta mais que ventilador gigante. E mesmo que o vento não seja suficiente para derrubar uma arvorezinha sequer, nem caia raios suficientes para ressuscitar um rato Frankenstein, a companhia que distribui eletricidade nos brinda com uma grande quantidade de horas sem energia elétrica neste mês festivo. Sério! Desde que mudei para cá – há quase uma década – acho que só teve um ano em que não tivemos que passar o Natal à luz de velas.

Como eu programei a postagem dessa review no início de dezembro, para ser publicada no dia de hoje, é provável que eu esteja sem luz neste exato momento.

Sim, é um caos. Consigo pensar em alguns bons presentes de Natal que eu gostaria de enviar ao presidente da companhia elétrica local. Tipo antraz, ou uma bomba atômica... Ou um CD do Frank Aguiar. Qualquer coisa que causasse um estrago bem grande.

Enfim, vamos deixar de lado os problemas elétricos da minha cidade e focar no nosso especial de Natal.

E desta vez, preparei algo extremamente nostálgico, um episódio natalino de um dos meus desenhos animados favoritos de todos os tempos: Hey, Arnold!

Vamos nos divertir com mais uma aventura do nosso querido Cabeça de Bigorna em:


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Um Peter Pan Às Avessas


Uma das minhas autoras favoritas é a alemã Cornelia Funke – autora da trilogia Coração de Tinta. Apesar de ser considerada uma autora infantojuvenil, seus livros – tanto em extensão quanto em enredo – não são exatamente infantis.
Uma grande dose de fantasia, sim; infantilidade, não.




O Senhor dos Ladrões
Título Original: Herr der Diebe
Autora: Cornelia Funke
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 367
Gênero: Fantasia
Sinopse:
Cornelia Funke pertence a uma categoria especialíssima da literatura juvenil: muito premiada, é best-seller em diversos países e amada por leitores de todas as idades. Não por acaso, vem sendo comparada à sueca Astrid Lindgren (de Píppi Meialonga) e a J. K. Rowling (de Harry Potter).
Uma das maiores forças de seus textos é a originalidade com que trata o tema da infância e da idade adulta, um dos principais eixos de O Senhor dos Ladrões, que conta a história de um grupo de crianças órfãs que mora num cinema abandonado na cidade de Veneza. Seu protetor é Scipio, o autointitulado Senhor dos Ladrões, um garoto que rouba casas luxuosas de Veneza para sustentar as crianças de rua. Scipio é contratado para um trabalho especial: surrupiar uma asa de madeira da casa da fotógrafa Ida Spavento. O objeto tem propriedades mágicas, e logo todos estarão envolvidos numa aventura onde crianças viram adultos e vice-versa.
O Senhor dos Ladrões teve seus direitos de publicação comprados por mais de 36 países. Depois de grande sucesso na Alemanha, onde vendeu 500 mil exemplares, e nos países de língua inglesa (mais meio milhão de exemplares vendidos), o livro também recebeu seis prêmios internacionais de literatura infantil.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Uma Encrenca Milenar


Anos atrás, numa das minhas séries de postagens especiais de Halloween, eu resenhei o clássico filme A Múmia, de 1932, provavelmente o primeiro filme de terror com esta temática na história do cinema. O filme de hoje pode ser considerado um remake daquele clássico, embora conte uma história relativamente diferente, e não seja um filme de terror.
Inicialmente, o plano da Universal Studios era produzir um filme de terror de baixo orçamento; no entanto, inúmeras modificações durante a criação e produção do filme acabaram por transformá-lo numa aventura ao estilo Indiana Jones ambientada no Egito, e carregada de efeitos especiais “assustadoramente” reais.
Particularmente, não consigo decidir qual das duas versões é a minha preferida. O filme clássico hoje em dia não assusta mais ninguém; costumo me referir a ele como um filme de amor e morte. Este aqui pegou os melhores elementos daquele primeiro filme, e ampliou numa trama de aventura ágil, sem perder aquela nuance do Romeu e Julieta subvertido.
E mesmo não sendo um filme de terror – como a maioria dos que resenhei nos meses de outubro até hoje – teria lugar no especial de Halloween – se tivesse dado tempo –, já que é protagonizado por um dos monstros clássicos do cinema.
O fato de ser protagonizado por um dos meus atores favoritos é só um detalhe.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

♪ É dos Vilões Que Ela Gosta Mais ♪♪


Uma palavra resume a maior parte do livro: clichê! Aliás, esse foi mais ou menos o tema de uma das histórias. Outra boa definição é que simplicidade demais às vezes é sinônimo de maçante. E em alguns casos, o contexto também deixa muito a desejar.
O Livro das Princesas nos traz releituras modernas dos clássicos contos de fadas, escritos por quatro grandes autoras contemporâneas: duas brasileiras e duas americanas. Aliás, a primeira coisa de que senti falta nesse livro foi de um autor masculino. Você pode até dizer: ah, tá, homem escrevendo contos de fadas... Mas, ei! E os Irmãos Grimm? Hans Christian Andersen? Charles Perrault? E me atrevo até a dizer: Charles Dickens! Os grandes autores ou coletores de contos de fadas foram homens; então é coerente querer que a pena deles também esteja envolvida nas versões modernas. Provavelmente mais alguém sentiu falta disso, pois no segundo volume, O Livro dos Vilões, convidaram um autor brasileiro maravilhoso para participar – aliás, o autor do melhor conto do livro, conforme comentei na resenha.
Mas o tema de hoje é o Livro das Princesas. E, de novo, como o livro nos traz quatro contos escritos por autoras diferentes, vamos falar de cada um individualmente.



O Livro das Princesas
Autores: Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate, Patrícia Barboza
Editora: Galera Record
Páginas: 288
Gênero: Contos de Fadas | Jovem Adulto
Sinopse:
As mais populares autoras contemporâneas norte-americanas, Meg Cabot ('Diário da Princesa e A Mediadora') e Lauren Kate (Fallen), se unem às brasileiras e igualmente bem-sucedidas Paula Pimenta ('Fazendo Meu filme') e Patricia Barboza ('As MAIS') em uma coletânea que reinventa contos de fadas clássicos e traz para a realidade das crianças e jovens de hoje em dia. Uma Cinderela Dj, uma Rapunzel popstar, a Fera se apaixona por uma supermodelo, e existem unicórnios na história da Bela Adormecida.
'O Livro das Princesas' é o novo clássico. Meg Cabot recria a história de 'A Bela e a Fera' em 'A Modelo e o Monstro'. A bordo de um transatlântico de Miami para Santos, em São Paulo, Belle, uma modelo famosa, irá questionar os próprios valores depois de conhecer um rapaz misterioso e gentil, que se esconde nas sombras.
Em 'Princesa Pop', Paula Pimenta reinventa 'Cinderela'. Cintia vê seu cotidiano virar de cabeça para baixo depois da separação dos pais: vai morar com a tia, se afasta do pai e, principalmente, deixa de acreditar no amor. Até que um encontro inesperado e revelador a faz rever as próprias escolhas.
'A Bela Adormecida' é recontada por Lauren Kate em 'O Eclipse do Unicórnio'. Duas realidades e três personagens têm seus destinos entrelaçados: um jovem que levou um fora da namorada e se vê obrigado a participar de uma excursão da escola para Paris, uma princesa que há séculos foi vítima de uma maldição e o unicórnio responsável por sua desgraça.
Patricia Barboza reconta a história de 'Rapunzel' em 'Do Alto da Torre'. Camila tem cabelos muito compridos por causa de uma promessa feita pela madrinha quando estava doente, mas que acaba quando ela fizer 15 anos. Finalmente ela poderá cortar o cabelo e ser normal como as outras meninas. Só que um acidente com o melhor amigo vai mostrar que primeiro ela precisa aceitar quem realmente é.


quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Scooby-Dooby-Dean!

De longe o episódio mais aguardado em toda a história de Supernatural!
Desde que foi anunciado – mais ou menos ao mesmo tempo em que anunciaram a renovação da série para a 13° temporada – criou-se uma imensa expectativa em torno do crossover de Supernatural com Scooby-Doo, no mundo todo.
Primeiro vamos esmiuçar um pouquinho a respeito do motivo do barulho. Aqui no Brasil Scooby-Doo é um desenho extremamente querido, figurando listas de favoritos em cerca de 95% dos amantes de desenhos animados – falando por mim, se me perguntarem qual é o meu desenho favorito, há um empate técnico entre Scooby-Doo, Duck Tales e Pica-Pau. Nunca consegui desempatar a questão, e provavelmente nunca conseguirei. E se aqui o desenho da Hanna-Barbera é tão querido, lá na terra do Tio Sam, Scooby-Doo é mais ou menos equivalente ao Chaves por aqui. Ele está presente na memória afetiva da infância de quase todo mundo; e mesmo quem é adulto, gosta de assistir ao desenho. Scooby e sua gangue podem ser considerados o grande carro-chefe da Hanna-Barbera, o símbolo inquestionável do estúdio, tal como o Mickey é para a Disney.
De novo, falando por mim, Scooby-Doo é o grande responsável por eu ter me tornado escritora. Sim, eu sei, vocês devem estar pensando “mas o que tem a ver Scooby-Doo, se você escreve romances?”. Pouca gente sabe, mas as primeiras histórias que eu escrevi foram mistérios de detetive – ainda não publicados. E até hoje, a turma da Máquina de Mistérios é uma grande fonte de inspiração para mim, seja no mistério, seja na comédia.
Assim como para muita gente.
Fazendo um panorama rápido, crossovers com a turma do Scooby-Doo não são exatamente novidade. Desde que o desenho foi criado, vimos essa turma visitar os mais diferentes universos. Entre 1972 e 1973 a Hanna-Barbera produziu duas temporadas de uma série chamada Os Novos Filmes do Scooby-Doo, que nada mais eram que especiais de quarenta minutos com crossovers da turma com diversos personagens da cultura pop, num total de 24 episódios. Nessa série a Scooby Gang resolveu mistérios ao lado de Os Três Patetas, A Família Addams, Batman & Robin, O Gordo e o Magro, Jeannie & Babu – na época, o estúdio tentou transformar Jeannie é Um Gênio em desenho animado, mas só durou uma temporada –, e também com figuras menos conhecidas do público brasileiro como Don Knotts (ator e humorista americano), Josie e as Gatinhas – o desenho chegou a ser exibido por aqui, e tem um filme de 2001 sobre a banda –, Don Addams (o Agente 86), e Dick van Dyke (muito conhecido por aqui como o divertido Bert, amigo da Mary Poppins). Sem falar nas duas temporadas de Os Ho-Ho-Límpicos, que colocou Salsicha, Scooby-Doo e Scooby-Loo para disputar corridas de carros com outros personagens clássicos da Hanna-Barbera, como Capitão Caverna, Zé Colmeia, Dom Pixote, Wally Gator, Bibo Pai e Bobi Filho, entre 1977 e 1979. A turma também participou de alguns crossovers com Dinamite, o Cão Maravilha e o Falcão Azul, e de um episódio do Johnny Bravo.
Como deu para perceber, crossovers com a turma já aconteceram aos montes. Então, por que tanto barulho e tanta expectativa em cima desse crossover em especial? Bem, porque, como vocês podem notar, muita gente já se misturou com a galera do Scooby-Doo, mas nenhum deles tinha uma história tão semelhante a do grupo.
Veja bem, a turma do Scooby-Doo vive rodando pelo país na Máquina de Mistério, desvendando casos que geralmente envolvem assombrações, mas os fantasmas sempre se revelam criminosos tentando espantar as pessoas para se dar bem financeiramente. E o que fazem os irmãos Winchester? Rodam por aí no Impala, desvendando mistérios que sempre envolvem assombrações – fantasmas, cruz-credos, bruxas, anjos, demônios, deuses e semideuses de tudo quanto é mitologia, etc., etc., etc... A única diferença é que, no final dos episódios do Scooby-Doo descobrimos que as assombrações não eram reais, mas apenas criminosos mascarados; enquanto que no Supernatural todos os monstros são reais, e precisam ser derrotados ou eliminados pela dupla.
Perceberam como os dois universos se encaixam?
A grande questão era equilibrar a inocência e a racionalidade lógica de Scooby-Doo com a maturidade e o tom macabro de Supernatural, sem desrespeitar nenhum dos dois universos. E isso o roteiro conseguiu fazer brilhantemente. O que vimos foi um dos episódios mais divertidos da história de Supernatural e o mais macabro do Scooby-Doo. E uma série de referências deliciosamente nostálgicas para a nossa coleção. Creio que os fãs de ambas as séries não tiveram do que reclamar.
Bem, deixemos outras comparações para comentar ao longo da review.
Para encerrar com chave de ouro a nossa maratona de Halloween, Senhoras e Senhores, com vocês:



segunda-feira, 29 de outubro de 2018

A Fantasma da Jarra de Chocolate

Chespirito nunca é demais! No primeiro Halloween Animado do blog eu postei quatro reviews – tivemos Chapolin, Chaves, Chômpiras e Pancada. No segundo foram só dois – Chapolin e Dom Caveira. E desta vez só não repeti o ano passado, porque tivemos o acréscimo do Chaves em Desenho.
Já comentei aqui que Dom Caveira é o meu esquete favorito do Programa Chespirito da era pós Chaves e Chapolin. E como se trata de um esquete de humor negro, sobre o dono de uma funerária, ele acaba se enquadrando muito bem no mês do Halloween. Pena que só foram produzidos sete episódios.
O escolhido para a review de hoje é um roteiro que Bolaños reciclou inúmeras vezes, e que percorreu praticamente todos os esquetes do programa. Mas neste aqui ele caiu como uma luva.

domingo, 28 de outubro de 2018

O Cemitério Onde os Mortos Não Têm Sossego Para Descansar

Estamos de volta com mais Chespirito no meu, no seu, e no nosso Halloween Animado.
Eu sei que muitos de vocês ao lerem a chamada deste episódio na postagem anterior devem ter imaginado que eu falava da Bruxa Baratuxa, né? Mas, tal como a Chiquinha, eu enganei os bobos na casca do ovo!
Não, não é a Bruxa Baratuxa, mas antes que esgotem o estoque de palavrões para me xingar, hoje trarei a vocês um episódio praticamente inédito.
Chapolin é uma tradição aqui no blog. Como o Chaves tem pouquíssimos episódios que eu posso incluir na maratona de Halloween, é menos frequente, mas o Chapolin é de lei.
O escolhido para a review de hoje teve umas cinco versões ao longo dos vinte e cinco anos do Programa Chespirito, sendo que a mais conhecida é a versão de 1974, Por Favor, É Aqui Que Vive o Morto?, mas houve um esquete anterior a esse, que foi ao ar em 1971, ainda no Programa Chespirito, inédito no Brasil. Como eu comentei em outra oportunidade, embora muita gente não goste dos episódios do Chapolin dos anos 1990 – provavelmente porque a falta de continuidade, com a ausência da transmissão dos episódios dos anos 1980, nos impediu de fazer a ligação cognitiva da aparência dos atores entre os anos 1970 e 1990 –, existem remakes muito bons produzidos naquelas temporadas, e episódios inéditos que não ficam devendo em nada aos clássicos dos anos 1970. Como é o caso deste aqui.
Uma das coisas que me chamam a atenção nesse remake é a ausência de Florinda Meza, que interpretou a camponesa na versão mais conhecida deste episódio. Aqui, a mocinha foi interpretada por Maria Antonieta de Las Nieves, e Florinda sequer participou. O mais comum era que acontecesse o contrário: Florinda ocupava papeis de destaque nos esquetes do Chapolin, enquanto que Maria Antonieta pouco participava da série.
E este é um dos motivos que me fez escolher este remake de 1990. Além de ser um episódio praticamente inédito no Brasil – ele só foi exibido na TLN, aquela emissora da Televisa que piscou na grade das menores operadoras de TV a cabo do Brasil, e que muita gente sequer tomou conhecimento de sua existência, exceto aqueles que, como eu, acompanham o Fórum Chaves no Youtube.
E é provável que o episódio já tenha sido exibido na Netflix, mas na TV, é praticamente inédito.
Aliás, já que toquei no assunto de episódios inéditos, quero abrir um parêntese para  comentar o seguinte: uma coisa que eu reparei desde que o Multishow decidiu exibir episódios inéditos de Chaves e Chapolin, é que sempre tem um... vou chamar de debiloide, porque minha religião não permite usar palavrões mais feios... entupindo os comentários das páginas DE FÃS (!!!) do Chaves no Facebook com reclamações de que o Multishow está estragando a dublagem do Chaves. Não sei se esses cidadãos já foram informados de que:
1)         METADE do elenco de dublagem de Chaves e Chapolin JÁ MORREU! A menos que a produção do Multishow fosse a um centro espírita convocar as almas desses dubladores exclusivamente para dublar os episódios inéditos, eu não vejo possibilidade daqueles excelentes profissionais participarem dessa empreitada. E...
2)         A outra metade do elenco, não dubla os programas de Bolaños HÁ QUASE TRINTA ANOS! A não ser que todos naquele elenco fossem vampiros, pausados no tempo, é óbvio que A VOZ DE TODOS ELES MUDOU!
Então, debiloide, PARA DE ENCHER O SACO!!!
Aliás, agora que mencionei a dublagem do Multishow, preciso comentar também o seguinte: reconhecer o esforço do elenco original ainda vivo, que tenta o máximo possível fazer suas vozes soarem como na dublagem original. E principalmente, reconhecer o esforço dos novos dubladores em fazer suas vozes parecerem com as dos dubladores já falecidos. É serio, queridos profissionais de dublagem, vocês não merecem palmas, merecem o Tocantins inteiro!
Em vez desses debiloides desinformados tacarem pedra, deviam aplaudi-los pelo excelente trabalho que estão fazendo, e levantarem as mãos pro céu e agradecerem que alguém se deu o trabalho de comprar o lote completo do que ainda resta das séries CH da Televisa, porque se dependesse da emissora de Silvio Santos, só teríamos acesso aos quarenta episódios exibidos e repetidos mensalmente, porque alguém na sala de exibição tem preguiça de explorar os armários.
Terminado esse desabafo, vamos ao episódio de hoje, onde vamos descobrir

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Hotel Zero Estrelas

Postei um artigo sobre A Família Addams logo no comecinho do blog. Não é segredo para ninguém – nem poderia, já que estamos no sexto... Bem, tecnicamente quinto, já que eu pulei o mês de outubro em 2015... Enfim, estamos no quinto ou sexto especial de Halloween no Admirável Mundo Inventado – que eu sou apaixonada por esse tipo de ficção, que envolve fantasmas, bruxas, vampiros, pessoas góticas e excêntricas. Filmes de terror eu posso contar nos dedos os que eu realmente gostei. E para que não haja dúvida do por quê, vamos esclarecer que a maior parte dos filmes classificados como terror que eu assisti, eu reclassifiquei como comédia. Porque, na boa, não tem nada de assustador em Eu Sei o Que Vocês Fizeram No Verão Passado. Nem em Van Helsing – O Caçador de Monstros. Ou A Casa Amaldiçoada. Ou Os Outros. Se bem que os dois últimos eu não chamaria de comédia... E Van Helsing está mais para uma aventura de ação.
Enfim, vocês entenderam. Eu gosto de comédias de horror, que algumas pessoas chamam de filmes de terror. E também de séries, filmes e desenhos publicamente classificados como comédia de horror. Ou humor negro. A Família Addams é um bom exemplo disso.
Só para constar aqui – porque eu já explanei o assunto anteriormente –, a série dos anos 1960 é incrível; o remake nos anos 1990 não chegou nem aos pés; os filmes são excelentes; o desenho da década de 1970 foi . O dos anos 1990 melhorou bastante, mas não chegou a ser um fenômeno como o filme.
Mas, vou confessar: sim, eu amava esse desenho quando eu era criança. Minhas manhãs de sábado sentada em frente à TV não teriam sido tão felizes sem o desenho da Família Addams, dos Caça-Fantasmas e do Scooby-Doo no SBT. E o Pica-Pau. E os Duck Tales...
E depois de termos conhecido um hotel mal-assombrado em Supernatural, chegou a hora de nos assombrarmos com as excentricidades dessa família quando decidiram entrar para o ramo hoteleiro.