Conheçam Meus Livros

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

50 Coisas Que Aprendi Assistindo Chaves


No dia 21 deste mês, Roberto Gómez Bolaños completaria 90 anos. Em virtude disso, o Admirável Mundo Inventado presta uma homenagem ao saudoso criador dos personagens mais queridos da televisão mexicana e do imaginário popular contemporâneo, com uma maratona de postagens, com artigos e reviews de episódios de suas séries tão queridas e amadas.

Inclusive, é possível que cheguemos a elucidar um dos mais misteriosos episódios perdidos mundiais do Chapolin Colorado.

Para iniciar nossas homenagens, vamos listar algumas preciosas lições que o mestre Chespirito nos deixou.


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Juntos Não Tão Por Acaso Assim...

Comédia romântica nunca é demais. E as que são estreladas por Katherine Heigl sempre merecem espaço nos nossos corações cinéfilos.
Aliás, aqui veremos uma dupla de peso, porque se Kate é uma das rainhas das comédias românticas, Josh Duhamel é, sem dúvida, o rei. Admito que vi poucos filmes dele, mas a maioria se enquadram nesse gênero. E os que não são, não foram tão bons assim.
Sem mais delongas, vamos relembrar esse belo casal vivendo entre tapas e beijos, tentando criar a filha de seus amigos mortos que caiu de paraquedas como herança para eles, quando ainda se detestavam.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Sempre Haverá Um Novo Dia



Para abrir 2019 com chave de ouro, quero falar sobre um dos meus livros favoritos de todos os tempos.


E o Vento Levou
Título Original: Gone With The Wind
Autora: Margaret Mitchell
Editora: Itatiaia
Páginas: 962
Gênero: Romance
Sinopse:
Um relato apaixonante sobre a guerra civil norte-americana, a aristocracia sulista que ela abala e transforma, e a coragem de uma mulher que nunca se deixou vencer. Conheça a linda e tempestuosa Scarlett O Hara e o irresistível Rhett Butler, que a ama ao longo de todas as suas provações. Conheça a doce Melanie, o honesto Ashley Wilkes e os muitos outros personagens que habitam a esplendorosa fazenda Tara. Leia a história de amor que já emocionou milhões de pessoas no mundo inteiro, imortalizada na tela pela beleza de Vivien Leigh e o charme de Clark Gable.


Apesar das quase mil páginas, é uma leitura ágil, você não sente o peso das páginas, e lê com tanta voracidade, que quando acaba, você tem a sensação de que não eram duzentas, tão deliciosa que é esta leitura.
O vento, mencionado no título, é uma alusão ao tempo, às reviravoltas do destino, capaz de mudar completamente a vida das pessoas, anulando toda a segurança que pensavam possuir, e colocando-as diante de situações completamente inesperadas.
E o Vento Levou é considerado o maior romance do século XX, muito menos pela parte romântica da história do que pela força de sua protagonista.
Scarlett O’Hara, se não for a melhor protagonista de todos os tempos, ocupa lugar no TOP 3 com certeza.

domingo, 30 de dezembro de 2018

Esse Aí É Filho de Papai Noel!


Eu já tinha dado o ano por encerrado aqui no blog, mas calhou de me cair às mãos esse desenho, e sempre há espaço para mais uma boa história natalina, né?
Com uma história simples, porém, inusitada, cheia de trocadilhos natalinos, Operação Presente é um dos desenhos mais divertidos sobre o Bom Velhinho que já foram produzidos. Nessa aventura, o filho mais novo do Papai Noel faz uma confusão danada para conseguir entregar o presente de uma criança que foi esquecida, antes que termine a noite de Natal.
Então, com vocês:

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Um Belo Exemplo Natalino


Depois de um Halloween extremamente movimentado, chegamos a uma pobreza de Natal. Uma pessoa me perguntou tempos atrás porque eu escrevo tão poucas reviews natalinas, e aqui me sinto obrigada a plagiar o Seu Madruga, e dizer que a culpa é dos energéticos.

Que na nossa realidade se traduz como “companhia elétrica”. Acontece que eu moro numa cidade do interior, numa região de serra, onde chove à cântaros em dezembro e venta mais que ventilador gigante. E mesmo que o vento não seja suficiente para derrubar uma arvorezinha sequer, nem caia raios suficientes para ressuscitar um rato Frankenstein, a companhia que distribui eletricidade nos brinda com uma grande quantidade de horas sem energia elétrica neste mês festivo. Sério! Desde que mudei para cá – há quase uma década – acho que só teve um ano em que não tivemos que passar o Natal à luz de velas.

Como eu programei a postagem dessa review no início de dezembro, para ser publicada no dia de hoje, é provável que eu esteja sem luz neste exato momento.

Sim, é um caos. Consigo pensar em alguns bons presentes de Natal que eu gostaria de enviar ao presidente da companhia elétrica local. Tipo antraz, ou uma bomba atômica... Ou um CD do Frank Aguiar. Qualquer coisa que causasse um estrago bem grande.

Enfim, vamos deixar de lado os problemas elétricos da minha cidade e focar no nosso especial de Natal.

E desta vez, preparei algo extremamente nostálgico, um episódio natalino de um dos meus desenhos animados favoritos de todos os tempos: Hey, Arnold!

Vamos nos divertir com mais uma aventura do nosso querido Cabeça de Bigorna em:


sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Um Peter Pan Às Avessas


Uma das minhas autoras favoritas é a alemã Cornelia Funke – autora da trilogia Coração de Tinta. Apesar de ser considerada uma autora infantojuvenil, seus livros – tanto em extensão quanto em enredo – não são exatamente infantis.
Uma grande dose de fantasia, sim; infantilidade, não.




O Senhor dos Ladrões
Título Original: Herr der Diebe
Autora: Cornelia Funke
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 367
Gênero: Fantasia
Sinopse:
Cornelia Funke pertence a uma categoria especialíssima da literatura juvenil: muito premiada, é best-seller em diversos países e amada por leitores de todas as idades. Não por acaso, vem sendo comparada à sueca Astrid Lindgren (de Píppi Meialonga) e a J. K. Rowling (de Harry Potter).
Uma das maiores forças de seus textos é a originalidade com que trata o tema da infância e da idade adulta, um dos principais eixos de O Senhor dos Ladrões, que conta a história de um grupo de crianças órfãs que mora num cinema abandonado na cidade de Veneza. Seu protetor é Scipio, o autointitulado Senhor dos Ladrões, um garoto que rouba casas luxuosas de Veneza para sustentar as crianças de rua. Scipio é contratado para um trabalho especial: surrupiar uma asa de madeira da casa da fotógrafa Ida Spavento. O objeto tem propriedades mágicas, e logo todos estarão envolvidos numa aventura onde crianças viram adultos e vice-versa.
O Senhor dos Ladrões teve seus direitos de publicação comprados por mais de 36 países. Depois de grande sucesso na Alemanha, onde vendeu 500 mil exemplares, e nos países de língua inglesa (mais meio milhão de exemplares vendidos), o livro também recebeu seis prêmios internacionais de literatura infantil.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Uma Encrenca Milenar


Anos atrás, numa das minhas séries de postagens especiais de Halloween, eu resenhei o clássico filme A Múmia, de 1932, provavelmente o primeiro filme de terror com esta temática na história do cinema. O filme de hoje pode ser considerado um remake daquele clássico, embora conte uma história relativamente diferente, e não seja um filme de terror.
Inicialmente, o plano da Universal Studios era produzir um filme de terror de baixo orçamento; no entanto, inúmeras modificações durante a criação e produção do filme acabaram por transformá-lo numa aventura ao estilo Indiana Jones ambientada no Egito, e carregada de efeitos especiais “assustadoramente” reais.
Particularmente, não consigo decidir qual das duas versões é a minha preferida. O filme clássico hoje em dia não assusta mais ninguém; costumo me referir a ele como um filme de amor e morte. Este aqui pegou os melhores elementos daquele primeiro filme, e ampliou numa trama de aventura ágil, sem perder aquela nuance do Romeu e Julieta subvertido.
E mesmo não sendo um filme de terror – como a maioria dos que resenhei nos meses de outubro até hoje – teria lugar no especial de Halloween – se tivesse dado tempo –, já que é protagonizado por um dos monstros clássicos do cinema.
O fato de ser protagonizado por um dos meus atores favoritos é só um detalhe.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

♪ É dos Vilões Que Ela Gosta Mais ♪♪


Uma palavra resume a maior parte do livro: clichê! Aliás, esse foi mais ou menos o tema de uma das histórias. Outra boa definição é que simplicidade demais às vezes é sinônimo de maçante. E em alguns casos, o contexto também deixa muito a desejar.
O Livro das Princesas nos traz releituras modernas dos clássicos contos de fadas, escritos por quatro grandes autoras contemporâneas: duas brasileiras e duas americanas. Aliás, a primeira coisa de que senti falta nesse livro foi de um autor masculino. Você pode até dizer: ah, tá, homem escrevendo contos de fadas... Mas, ei! E os Irmãos Grimm? Hans Christian Andersen? Charles Perrault? E me atrevo até a dizer: Charles Dickens! Os grandes autores ou coletores de contos de fadas foram homens; então é coerente querer que a pena deles também esteja envolvida nas versões modernas. Provavelmente mais alguém sentiu falta disso, pois no segundo volume, O Livro dos Vilões, convidaram um autor brasileiro maravilhoso para participar – aliás, o autor do melhor conto do livro, conforme comentei na resenha.
Mas o tema de hoje é o Livro das Princesas. E, de novo, como o livro nos traz quatro contos escritos por autoras diferentes, vamos falar de cada um individualmente.



O Livro das Princesas
Autores: Meg Cabot, Paula Pimenta, Lauren Kate, Patrícia Barboza
Editora: Galera Record
Páginas: 288
Gênero: Contos de Fadas | Jovem Adulto
Sinopse:
As mais populares autoras contemporâneas norte-americanas, Meg Cabot ('Diário da Princesa e A Mediadora') e Lauren Kate (Fallen), se unem às brasileiras e igualmente bem-sucedidas Paula Pimenta ('Fazendo Meu filme') e Patricia Barboza ('As MAIS') em uma coletânea que reinventa contos de fadas clássicos e traz para a realidade das crianças e jovens de hoje em dia. Uma Cinderela Dj, uma Rapunzel popstar, a Fera se apaixona por uma supermodelo, e existem unicórnios na história da Bela Adormecida.
'O Livro das Princesas' é o novo clássico. Meg Cabot recria a história de 'A Bela e a Fera' em 'A Modelo e o Monstro'. A bordo de um transatlântico de Miami para Santos, em São Paulo, Belle, uma modelo famosa, irá questionar os próprios valores depois de conhecer um rapaz misterioso e gentil, que se esconde nas sombras.
Em 'Princesa Pop', Paula Pimenta reinventa 'Cinderela'. Cintia vê seu cotidiano virar de cabeça para baixo depois da separação dos pais: vai morar com a tia, se afasta do pai e, principalmente, deixa de acreditar no amor. Até que um encontro inesperado e revelador a faz rever as próprias escolhas.
'A Bela Adormecida' é recontada por Lauren Kate em 'O Eclipse do Unicórnio'. Duas realidades e três personagens têm seus destinos entrelaçados: um jovem que levou um fora da namorada e se vê obrigado a participar de uma excursão da escola para Paris, uma princesa que há séculos foi vítima de uma maldição e o unicórnio responsável por sua desgraça.
Patricia Barboza reconta a história de 'Rapunzel' em 'Do Alto da Torre'. Camila tem cabelos muito compridos por causa de uma promessa feita pela madrinha quando estava doente, mas que acaba quando ela fizer 15 anos. Finalmente ela poderá cortar o cabelo e ser normal como as outras meninas. Só que um acidente com o melhor amigo vai mostrar que primeiro ela precisa aceitar quem realmente é.


quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Scooby-Dooby-Dean!

De longe o episódio mais aguardado em toda a história de Supernatural!
Desde que foi anunciado – mais ou menos ao mesmo tempo em que anunciaram a renovação da série para a 13° temporada – criou-se uma imensa expectativa em torno do crossover de Supernatural com Scooby-Doo, no mundo todo.
Primeiro vamos esmiuçar um pouquinho a respeito do motivo do barulho. Aqui no Brasil Scooby-Doo é um desenho extremamente querido, figurando listas de favoritos em cerca de 95% dos amantes de desenhos animados – falando por mim, se me perguntarem qual é o meu desenho favorito, há um empate técnico entre Scooby-Doo, Duck Tales e Pica-Pau. Nunca consegui desempatar a questão, e provavelmente nunca conseguirei. E se aqui o desenho da Hanna-Barbera é tão querido, lá na terra do Tio Sam, Scooby-Doo é mais ou menos equivalente ao Chaves por aqui. Ele está presente na memória afetiva da infância de quase todo mundo; e mesmo quem é adulto, gosta de assistir ao desenho. Scooby e sua gangue podem ser considerados o grande carro-chefe da Hanna-Barbera, o símbolo inquestionável do estúdio, tal como o Mickey é para a Disney.
De novo, falando por mim, Scooby-Doo é o grande responsável por eu ter me tornado escritora. Sim, eu sei, vocês devem estar pensando “mas o que tem a ver Scooby-Doo, se você escreve romances?”. Pouca gente sabe, mas as primeiras histórias que eu escrevi foram mistérios de detetive – ainda não publicados. E até hoje, a turma da Máquina de Mistérios é uma grande fonte de inspiração para mim, seja no mistério, seja na comédia.
Assim como para muita gente.
Fazendo um panorama rápido, crossovers com a turma do Scooby-Doo não são exatamente novidade. Desde que o desenho foi criado, vimos essa turma visitar os mais diferentes universos. Entre 1972 e 1973 a Hanna-Barbera produziu duas temporadas de uma série chamada Os Novos Filmes do Scooby-Doo, que nada mais eram que especiais de quarenta minutos com crossovers da turma com diversos personagens da cultura pop, num total de 24 episódios. Nessa série a Scooby Gang resolveu mistérios ao lado de Os Três Patetas, A Família Addams, Batman & Robin, O Gordo e o Magro, Jeannie & Babu – na época, o estúdio tentou transformar Jeannie é Um Gênio em desenho animado, mas só durou uma temporada –, e também com figuras menos conhecidas do público brasileiro como Don Knotts (ator e humorista americano), Josie e as Gatinhas – o desenho chegou a ser exibido por aqui, e tem um filme de 2001 sobre a banda –, Don Addams (o Agente 86), e Dick van Dyke (muito conhecido por aqui como o divertido Bert, amigo da Mary Poppins). Sem falar nas duas temporadas de Os Ho-Ho-Límpicos, que colocou Salsicha, Scooby-Doo e Scooby-Loo para disputar corridas de carros com outros personagens clássicos da Hanna-Barbera, como Capitão Caverna, Zé Colmeia, Dom Pixote, Wally Gator, Bibo Pai e Bobi Filho, entre 1977 e 1979. A turma também participou de alguns crossovers com Dinamite, o Cão Maravilha e o Falcão Azul, e de um episódio do Johnny Bravo.
Como deu para perceber, crossovers com a turma já aconteceram aos montes. Então, por que tanto barulho e tanta expectativa em cima desse crossover em especial? Bem, porque, como vocês podem notar, muita gente já se misturou com a galera do Scooby-Doo, mas nenhum deles tinha uma história tão semelhante a do grupo.
Veja bem, a turma do Scooby-Doo vive rodando pelo país na Máquina de Mistério, desvendando casos que geralmente envolvem assombrações, mas os fantasmas sempre se revelam criminosos tentando espantar as pessoas para se dar bem financeiramente. E o que fazem os irmãos Winchester? Rodam por aí no Impala, desvendando mistérios que sempre envolvem assombrações – fantasmas, cruz-credos, bruxas, anjos, demônios, deuses e semideuses de tudo quanto é mitologia, etc., etc., etc... A única diferença é que, no final dos episódios do Scooby-Doo descobrimos que as assombrações não eram reais, mas apenas criminosos mascarados; enquanto que no Supernatural todos os monstros são reais, e precisam ser derrotados ou eliminados pela dupla.
Perceberam como os dois universos se encaixam?
A grande questão era equilibrar a inocência e a racionalidade lógica de Scooby-Doo com a maturidade e o tom macabro de Supernatural, sem desrespeitar nenhum dos dois universos. E isso o roteiro conseguiu fazer brilhantemente. O que vimos foi um dos episódios mais divertidos da história de Supernatural e o mais macabro do Scooby-Doo. E uma série de referências deliciosamente nostálgicas para a nossa coleção. Creio que os fãs de ambas as séries não tiveram do que reclamar.
Bem, deixemos outras comparações para comentar ao longo da review.
Para encerrar com chave de ouro a nossa maratona de Halloween, Senhoras e Senhores, com vocês: