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Conheça a comédia Quem Deu o Habeas Corpus Para a Bruxa?
Conheça a antologia A Morte Não é o Fim

sábado, 3 de agosto de 2019

Eu Vejo Gente Morta... Pegando No Pé De Um Pirata!

Depois do que parece ter sido uma eternidade, aqui estamos de volta com o quinto filme da saga Piratas do Caribe – não vou cravar que tenha sido o último, embora o estúdio tenha garantido que é, porque, em se tratando de franquias de sucesso, nunca se sabe.
Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar traz de volta – ainda que em aparições muito pequenas – personagens que haviam ficado de fora da quarta aventura de Jack Sparrow – sim, estou falando do meu casal favorito, Will Turner e Elizabeth Swann –, e ainda nos brinda com novos e instigantes personagens, que só me farão lamentar se esse tiver sido mesmo o último filme da franquia.
Este capítulo apresentou várias semelhanças com o primeiro filme, desde a mocinha destemida, que está muito longe de ser uma donzela em perigo – ela chega a correr perigo em alguns momentos, assim como sua antecessora, Elizabeth, mas consegue sair da maior parte das confusões por conta própria –; algumas ações de Henry Turner que imitam os primeiros passos de seu pai; um parentesco surpreendente sendo revelado ao longo da trama; e até o momento terror no parque de diversões que eu destaquei no primeiro filme, fazendo alusão à noite de terror no Playcenter, quando Elizabeth se descobriu prisioneira num navio cheio de caveiras ambulantes, ganhou similar nesta aventura, mas desta vez tendo Jack no centro da confusão. E não vamos esquecer que homens amaldiçoados também foi o tema principal do primeiro filme da franquia.
Sem mais delongas, vamos à nossa aventura.

sábado, 29 de junho de 2019

Como Reconstruir a Civilização Passo a Passo, Por Júlio Verne


Caso você suspeite que algum dia se encontrará sozinho numa ilha deserta, sem recursos para retornar à civilização, nem meios de comunicação, você PRECISA ler esse livro. Nele você encontrará tudo o que precisa saber para sobreviver confortavelmente numa situação bastante adversa e sem recursos.
Mais que uma grande obra da literatura clássica universal, A Ilha Misteriosa é uma leitura desafiadora para aqueles que não estão habituados ao estilo de Júlio Verne.
Ao contrário dos demais livros mais conhecidos e cultuados do autor – como Viagem Ao Centro da Terra, A Volta Ao Mundo Em 80 Dias e Vinte Mil Léguas Submarinas –, A Ilha Misteriosa é um livro demasiadamente longo e descritivo.
Antes de prosseguir, preciso abrir um parêntese para falar um pouquinho das outras obras que eu li de Verne, para que não pareça que estou iniciando a resenha com uma crítica negativa. De imediato, adianto: o livro é incrível! Mas é preciso primeiro que se conheça os antecedentes do autor na minha lista de leitura.
O primeiro livro que li de Júlio Verne foi Viagem Ao Centro da Terra, onde o autor cria uma narrativa em direção ao inexplorado e provavelmente inacessível centro do mundo, através de um mineralogista audacioso que simplesmente não pôde recusar o chamado da aventura. Um livro que seria difícil de ler, com tantos termos estranhos e complicados de assimilar, se a narrativa não fosse tão interessante.
Vinte Mil Léguas Submarinas narra as, digamos, aventuras de três náufragos a bordo do extraordinário submarino Nautillus, capitaneado por Nemo, um homem estranho e misterioso que os recolheu do mar, com a condição de que fizessem parte de sua tripulação pelo resto de seus dias. A história vai basicamente do nada a lugar nenhum, e parece não ter outro objetivo, senão demonstrar que existem mais coisas para se explorar no fundo dos oceanos do que poderíamos imaginar. O filme da Disney de 1954 conseguiu tirar leite de pedra e criar uma história infinitamente mais interessante que a do livro. Se eu tivesse começado a ler os livros do autor com esta obra, eu provavelmente não teria lido outro Verne.
A Volta Ao Mundo Em 80 Dias foi o primeiro livro de Verne que não me pareceu um guia de viagem. Neste livro o autor se lembrou de que era preciso criar uma história para dar contexto à viagem grandiosa de Phileas Fogg. E assim ele criou todas as aventuras que poderiam atrapalhar o êxito da viagem do protagonista, e sua vitória na aposta, como as investidas do desventurado Detetive Fix, o resgate da indiana Aouda, condenada a morrer na pira funerária onde queimariam o cadáver de seu marido, e todos os embaraços que quase puseram a perder a empreitada de Fogg. Este é, indubitavelmente, meu livro favorito do autor, pois pela primeira vez, ele se libertou da didática, e se concentrou em contar uma história mais despretensiosa, com começo, meio e fim, e com reviravoltas instigantes para os personagens.
Isto posto, vamos falar de A Ilha Misteriosa.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Mais Uma Realização Talita Vasconcelos



Dez anos atrás, eu tive um sonho. Nele, um homem misterioso atraía duas mulheres para dentro de sua mansão submersa, que era guardada por um bando de sereias. Mas o que parecia a promessa de um romance um tanto incomum, revelou-se um pesadelo, pois, o preço de se conquistar o amor desse homem era a prisão eterna em seu palácio submerso.
Assim nasceu “As Noivas de Robert Griplen”, um romance sobrenatural inspirado nesse sonho. O livro é, essencialmente, um romance histórico, mas ao longo da narrativa, além de uma história de amor cheia de mistérios e escolhas difíceis, vocês também encontrarão um contexto de hipocrisia religiosa e supersticiosa, que era atual na época em que foi ambientado o livro, e continua atual nos dias de hoje.
Em 2015, esse sonho começou a tomar forma, quando da publicação do e-book do livro, e agora, ele finalmente ganhou edição física.
Esse livro é especial para mim por muitos motivos, mas principalmente, porque ele marca a minha estreia como editora.
Na tarde deste último sábado, 08 de junho, foi realizado o evento de lançamento na cidade de Atibaia, interior de São Paulo. Foi uma festa linda, onde recebi inúmeros amigos, familiares e autoridades do município que vêm apoiando o meu trabalho nos últimos anos.
O evento foi realizado com o apoio da Secretaria de Cultura da Estância de Atibaia.
Aqui estão apenas algumas fotos do evento,  mas vocês poderão ver muitas outras na minha página no Facebook:




quarta-feira, 29 de maio de 2019

Não Dá Para Resistir Ao Charme dos Clarke

Eu desisto! Simplesmente não dá para não amar os livros dessa saga. E olha que esse eu pensei que não fosse me conquistar, mas quando eu vi...
Prometida – Uma Longa Jornada Para Casa
Autora: Carina Rissi
Editora: Verus
Páginas: 476
Gênero: Romance
Sinopse:
Elisa Clarke anda um pouco entediada. Seus dias parecem iguais e os bailes há muito deixaram de trazer algum prazer a ela. Não que seja uma surpresa, pois sempre que ela está presente os eventos se tornam um desastre! E é injusto, já que ela foi uma boa moça a vida toda. Nascida em uma das famílias mais influentes, a jovem aprendeu desde pequena a respeitar as normas sociais e se manter longe de escândalos. Na única vez em que ignorou uma dessas regras acabou noiva. E foi apenas um beijo, ora bolas!
Um beijo com o qual Elisa fantasiou desde que conheceu e se apaixonou irrevogavelmente pelo belo e gentil jovem médico e que, como acontece nos contos de fadas, mudou sua vida para sempre. Mas não da maneira que ela esperava. Como consequência, agora está prometida a alguém que a despreza tanto que preferiu viver em outro continente. Tudo o que ela deseja é que as coisas permaneçam assim.
Mas Elisa não sabe que seu noivo está a caminho do Brasil, e ela terá de enfrentar o homem cujo coração um dia se viu forçada a partir.
Destinados a ficar juntos, mas separados por seus corações, eles se envolverão em uma sinuosa dança marcada por segredos, mágoas do passado, intrigas e uma arrebatadora paixão que colocará em perigo não apenas seus sentimentos, mas a vida de ambos.

domingo, 21 de abril de 2019

Quem Poderá Ajudar o Alma Negra?

Hoje vamos relembrar uma das sagas mais queridas – e infelizmente incompleta – do Chapolin Colorado: Os Piratas, de 1975. Além da história divertidíssima, essa saga carrega um dos maiores mistérios do programa: seu episódio final é totalmente desconhecido.
Juro que eu pretendia fazer essa postagem em fevereiro, mas aconteceram uma série de coisinhas, e o meu cronograma de postagens acabou totalmente comprometido e atrasado.
Mas, como diz o ditado: “antes tarde do que nunca”.
O termo “Perdido Mundial” foi criado para designar episódios que a Televisa não mais possui para distribuição. Isso não significa necessariamente que o episódio não possa ser “encontrado”. Como o programa foi distribuído para um sem-número de países ao redor do globo, é possível que algumas emissoras possuam cópias deles em seus arquivos. O SBT, por exemplo, possui e ainda exibe alguns episódios que não são mais distribuídos pela Televisa, sendo portanto considerados “Perdidos Mundiais”, como “Ser Pintor é Uma Questão de Talento (1976)” – o Multishow, por exemplo, somente exibiu a continuação “Pintando o Sete” –; a primeira parte da saga mais conhecida das Novas Vizinhas “Errar é Humano – Parte 1 (1978)” – que, dizem por aí, o Multishow conseguiu que fosse liberado pela emissora de Silvio Santos –, e “Com Essas Pulgas Não Se Brinca de Pula-Pula (1978)”, do Chapolin.
Em alguns casos, Perdidos Mundiais que já foram exibidos pelo SBT em algum momento nos últimos 35 anos, cujas cópias nem a emissora de Silvio Santos possui atualmente – qualquer que seja o motivo: incêndio, enchente, mofo, descaso, foi roubado pelo Duende das Meias, ou Tchuim Tchuim Tchum Claim –, podem ser encontrados no YouTube – com qualidade de imagem da Idade da Pedra –, postado por fãs que os tinham gravados em VHS. É o caso de “O Planeta Vênus (1973)”, que é a primeira versão de “Planeta Selvagem (1975)”, que por algum tempo também figurou a lista dos Episódios Perdidos que o SBT engavetou, e depois retornou à programação, sem o estardalhaço que passaram a fazer nos últimos dez anos em cima disso – porque não é de hoje que episódios desaparecem e reaparecem na emissora de Silvio Santos sem qualquer razão aparente, mas só depois que o fã clube descobriu que a internet era um bom veículo para reclamar, a emissora começou a tratar o retorno desses episódios à programação como um evento cinematográfico –, “Quem Não Tem Cão Caça Com Rato – Parte 2 (1977)”, que é a segunda parte da segunda versão da saga do Madruguinha – que não é exibida pelo SBT desde 1900 e guaraná de rolha –, e “Os Toureiros (1973)”, que é a primeira versão de “Os Toureadores”.
Mas de todos os episódios Perdidos Mundiais, nenhum desperta tanta curiosidade quanto a conclusão da saga “Os Piratas”, do Chapolin. Eu tenho uma vaga lembrança de o SBT ter exibido ao menos uma vez o segundo capítulo com a cena em que Florinda Meza faz a chamada da terceira e última parte. Tenho praticamente certeza disso, porque, embora muito se diga na internet que só se tem conhecimento da existência de um terceiro capítulo porque a cena da chamada acompanhou o desfecho do segundo episódio quando a saga foi lançada em VHS, eu estou certa de nunca ter tido contato com essa fita, e mesmo assim, me lembro de ter assistido à chamada quando era pequena.
Mas não importa. Tendo o SBT exibido isso ou não, o fato é que hoje a Televisa distribui o segundo episódio sem a chamada, e com créditos que não pertencem àquele capítulo. Alguém postou um vídeo no Youtube, comentando esse mistério, e mostrando que os créditos que acompanhavam a chamada de Florinda eram diferentes dos atuais. Considerando que a cena mostrada nos créditos geralmente tem a ver com a trama exibida no episódio, e a atual não pertence ao primeiro capítulo, tudo leva a crer que os créditos atuais do segundo capítulo pertenciam originalmente ao capítulo final. Nela, vemos uma caveira – muito semelhante àquela que apareceu em “O Tesouro do Pirata Fantasma (1975)”, que foi gravado no mesmo ano, e mais ou menos no mesmo cenário – usando o chapéu do Pirata Alma Negra. A partir disso, podemos deduzir que o pirata morreu ou foi morto no final da saga.
Podemos deduzir... Mas não temos 100% de certeza.
Em certa ocasião, Edgar Vivar comentou em entrevista a um programa de TV, como resposta ao misterioso desaparecimento de episódios de Chaves e Chapolin, que às vezes episódios eram gravados por cima de outros que já haviam sido transmitidos.
Todos sabemos que no início do programa, a Televisa disponibilizava praticamente nenhuma verba para a produção de Chaves e Chapolin – reza a lenda que Bolaños colocou dinheiro do próprio bolso para construir os cenários; talvez um dos motivos de muita coisa ter sido feita com isopor, além da praticidade nas cenas de luta e quebra-quebra; e temos como fato de conhecimento público que a maior parte dos figurinos foram trazidos pelos próprios atores; e corre uma lenda urbana que Chespirito às vezes tomava emprestados cenários e objetos de cena de outras produções da emissora, como novelas –, de modo que é realmente possível que tenham reaproveitado algumas fitas de episódios que já tivessem sido exibidos. Todavia, isso justificaria o sumiço de episódios da primeira temporada – para quem gosta de números, foram identificados ao menos doze episódios perdidos mundiais gravados ou reprisados em 1973; quando o programa se tornou independente, fora do antigo programa Chespirito, alguns episódios de 1972 foram reprisados –, e talvez da segunda – da qual são conhecidos oito episódios desaparecidos. Mas 1975 foi o terceiro ano do programa; a qualidade dos cenários e figurinos, muito superior às anteriores, dá a entender que a verba investida nas séries havia melhorado consideravelmente, e os programas já haviam se tornado relativamente conhecidos em outros países da América Latina, o que inviabilizaria a destruição de episódios já exibidos – especialmente em se tratando de continuações de sagas. Portanto, a explicação fornecida pelo ator é, neste caso, no mínimo improvável.
Outras explicações já foram especuladas por aí, como por exemplo, que a fita tenha se estragado – por descuido, armazenamento inadequado, incêndio, enchente, abdução alienígena, foi embora para Pasárgada, ou à Disneylândia com o Polegar Vermelho... Que se perdeu, sumiu, evaporou, virou fumaça, etc., etc., etc.
O mais provável é... Quem sabe...?
O fato é que nunca se localizou uma gravação caseira sequer desse episódio, nem com áudio original, ou dublado em japonês, alemão, russo, swahili, búlgaro, atlante, jupiteriano... Nada. É como se o episódio nunca tivesse sido gravado. E os atores parecem ter sido acometidos de amnésia coletiva a respeito do que pode ter sido contado no capítulo final.
Mas se o episódio nunca tivesse sido gravado, então por que Florinda fez a chamada?
E, considerando o número exorbitante de remakes produzidos em ambas as séries (Chaves e Chapolin), é pouco provável que Bolaños tenha jogado fora o roteiro do capítulo final.
Uma última hipótese que já foi levantada a respeito desse misterioso final da saga dos Piratas, é que o episódio possa ter sido censurado. Isso já aconteceu com o Chaves aqui no Brasil: durante muito tempo, o episódio “O Atropelamento (1975)” foi considerado inadequado, por causa da cena em que Chiquinha despeja esmalte de unha no rosto do Quico para fingir que ele havia sido atropelado. Na época, algum órgão responsável pela classificação indicativa do conteúdo exibido na televisão argumentou que a cena poderia incentivar crianças a brincarem com os esmaltes das mães, o que poderia ser perigoso, caso derramado próximo aos olhos de alguém. Depois que o Cartoon Network passou a exibir o episódio em 2011, o assunto parece ter sido descartado, e o próprio SBT voltou a exibi-lo, sem qualquer problema.
No caso do episódio dos Piratas, a hipótese é de que a morte de Alma Negra possa ter ocorrido de forma violenta demais para os padrões da série na época da exibição original na Televisa, e ele tenha se tornado, de algum modo, proibido. Essa hipótese levanta questões a respeito da possibilidade de a terceira parte sequer ter ido ao ar – a exibição original deveria ter ocorrido no dia 10 de Abril de 1975, mas isto é apenas um supositório (como diria o Chaves), pois, de duas uma: ou o Tele-Guía daquela semana, que poderia talvez elucidar o mistério acerca da existência ou não do episódio, ainda não foi localizado; ou ele não continha a sinopse do episódio que seria exibido no programa Chapolin Colorado daquela semana. Caso o episódio não tenha realmente ido ao ar, é possível que a emissora tenha exibido uma reprise naquele dia.
Considerando que Chapolin Colorado já exibiu diversas cenas violentas, esta hipótese parece improvável. Mas em se tratando de televisão, tudo é possível. Às vezes um mínimo detalhe – como um esmalte de unha derramado na cara – pode ter vetado a exibição do programa. “Mas, neste caso, não seria mais fácil cortar a cena e exibir o restante do capítulo?” Seria. A menos que a tal cena vetada fosse de vital importância para a compreensão da história, como o final. É claro que essa hipótese se torna controversa quando lembramos que no episódio “O Cofre do Pirata (1976)” um personagem morre – embora não cheguemos a ver a cena fatal – ao cair em sua própria armadilha. E isso também não explicaria por que Bolãnos não escreveu uma nova cena que pudesse substituir a suposta parte censurada do episódio, para que ele pudesse ser exibido em outro momento. Mas se levarmos em conta que o clima nos bastidores da série nunca foi dos melhores – já vieram à tona diversas rusgas entre os atores, e não sabemos como era o relacionamento entre os demais membros da produção –, é sempre possível que Chespirito tenha considerado mais fácil descartar o capítulo do que mexer na história.
Seja lá como for, qualquer possível explicação que alguém tente dar ao sumiço deste episódio em particular provavelmente virá cercada de controvérsias.
Foi pensando nisso, para tentar responder a essa questão intrigante, que eu fiz um levantamento hipotético da trama do capítulo final da saga dos Piratas, e acredito ter chegado bem perto da verdade.
Hoje, o Admirável Mundo Inventado trará a vocês, provavelmente, a resolução deste grande mistério: o final da saga “Os Piratas”, do Chapolin Colorado.
Mas antes de contar o fim, é preciso relembrar o começo.
Então, sigam-me os bons!



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

♪♪ Hoje a Festa é Sua, Hoje a Festa é Nossa... E É Na Vila do Chaves!

Conforme prometido, nesta sequência de postagens em homenagem ao mestre Bolaños, que completaria 90 anos no dia de hoje, teremos a primeira review.
Peguem seus sanduíches de presunto, pirulitos, churros, refrescos de limão que parecem de laranja e têm gosto de tamarindo, e sigam-me os bons!
Vamos começar com o pé direito com uma Grande Festa – pegaram o trocadilho? –, uma das sagas mais queridas do Chaves. Quatro episódios de 1976, que serão intitulados aqui:



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

50 Coisas Que Aprendi Assistindo Chaves


No dia 21 deste mês, Roberto Gómez Bolaños completaria 90 anos. Em virtude disso, o Admirável Mundo Inventado presta uma homenagem ao saudoso criador dos personagens mais queridos da televisão mexicana e do imaginário popular contemporâneo, com uma maratona de postagens, com artigos e reviews de episódios de suas séries tão queridas e amadas.

Inclusive, é possível que cheguemos a elucidar um dos mais misteriosos episódios perdidos mundiais do Chapolin Colorado.

Para iniciar nossas homenagens, vamos listar algumas preciosas lições que o mestre Chespirito nos deixou.


terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Juntos Não Tão Por Acaso Assim...

Comédia romântica nunca é demais. E as que são estreladas por Katherine Heigl sempre merecem espaço nos nossos corações cinéfilos.
Aliás, aqui veremos uma dupla de peso, porque se Kate é uma das rainhas das comédias românticas, Josh Duhamel é, sem dúvida, o rei. Admito que vi poucos filmes dele, mas a maioria se enquadram nesse gênero. E os que não são, não foram tão bons assim.
Sem mais delongas, vamos relembrar esse belo casal vivendo entre tapas e beijos, tentando criar a filha de seus amigos mortos que caiu de paraquedas como herança para eles, quando ainda se detestavam.

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