Conheçam Meus Livros

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

As Noivas de Robert Griplen – Capítulo 14 – A Última Noite: Robert Griplen Levará Mais Uma Noiva Para as Profundezas?



Último capítulo da primeira parte do meu romance sobrenatural As Noivas de Robert Griplen já está no Wattpad:


Chega, enfim, a noite do aniversário da tragédia; a noite em que Robert Griplen levará sua noiva para as núpcias em sua mansão submersa. Susan agora precisa reunir forças numa última tentativa de impedir que Anne mergulhe para sempre no mar de Salem.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

sábado, 4 de novembro de 2017

As Noivas de Robert Griplen – Capítulo 12 – As Máscaras Começam a Cair



O décimo segundo capítulo do meu romance sobrenatural As Noivas de Robert Griplen já está no Wattpad:
Depois de descobrir a verdade por trás da maldição, Susan se depara com mais uma inesperada surpresa. As máscaras começam a cair; existem mais coisas entre o céu e a cidade de Salem do que Susan poderia imaginar...

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Defuntos Até Na Imaginação



Nosso mês especial de Halloween está chegando ao fim, mas eu guardei o melhor para o final.
Já mencionei aqui que meu esquete favorito de Bolaños durou pouco no Programa Chespirito. Dom Caveira, com seu humor negro e seus personagens encantadores teve apenas sete episódios, mas foi o suficiente para conquistar uma enorme fatia desse meu coração apaixonado pela comédia de Chespirito.
O episódio de hoje foi o primeiro que eu vi do esquete, e também o meu favorito. Carlos Vieira – carinhosamente conhecido como Dom Caveira – teve um dia bem tumultuado na Funerária Pompas Fúnebres, com um defunto morto perseguindo-o por todo lado...
O DVD chamou o episódio de “Esse Morto Não é Brincadeira, Dom Caveira”, mas aqui seguimos o título original.
Vamos nos divertir com a comédia


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Quem Deu o Habeas Corpus Para a Bruxa? – Sete... A Um



Por Talita Vasconcelos
ÚLTIMO ATO
Interior. Ainda No Castelo do Drácula, Transilvânia. Mesma Noite.

Primeiro: Frankenstein não devia entrar nessa cena. Mas ele entrou. E entrou debaixo de cacete.
Segundo: não deveria haver um bêbado em cena. Mas houve. E era o Ricardo, o ator desaparecido, que entrava mamado, cobrindo o Frankenstein de porrada. Só para fazer o nariz do Pedrão voltar a sangrar.
Terceiro: Vick deveria ter tido pelo menos trinta segundos a mais lá fora para prender direito a peruca da Noiva de Frankenstein, antes de entrar no palco tentando apartar a briga.
Quarto: O Fantasma da Ópera ser nocauteado no último ato tentando apartar a treta do Frankenstein com um bêbado, não estava no roteiro.
Quinto: A Cruella atirar um sapato na cara do bêbado para fazê-lo parar de bater no Pedrão, também não estava no roteiro.
Sexto: Se o Ricardo estava enchendo a cara em algum lugar nos bastidores, quem é a Múmia que passou a peça inteira resmungando na cadeira de rodas?
E Sétimo: A sorte não alivia, mesmo! Já posso avaliar o que vai sair na coluna da Silvia Rosenthal, que, por sinal, está na primeira fila, assistindo ao nosso fiasco com um sorriso sádico no rosto.

sábado, 28 de outubro de 2017

Os Sombrios Sons de Notre Dame




Para quê falar de um clássico que todo mundo conhece? Para quê ler um clássico incansavelmente refilmado? Bastaria assistir a um dos filmes, a uma das inúmeras adaptações, e voilà! Você já conhece a história, não é? Geralmente, não é bem assim.
A maior parte das histórias recebe tantas modificações ao serem adaptadas para o cinema ou para a televisão, que quando nos deparamos com a obra original descobrimos que não a conhecemos tão bem quanto pensávamos. Sobretudo porque tanto o cinema quanto a TV têm a necessidade constante de agradar o público, o que implica muitas vezes em mudar o destino, e principalmente o final dos personagens com quem o público criará empatia.
Como é o caso desta obra maravilhosa que todos estamos carecas de ver representada por aí, mas de uma maneira completamente diferente da história original.


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Quem Deu o Habeas Corpus Para a Bruxa? – O Sexto Não Tem Sentido



Por Talita Vasconcelos
A Mina dos Monstros – Transcrição da peça
ATO I
Interior. Castelo do Drácula, Transilvânia. Noite.

NARRADOR (VOICE-OVER): Numa noite de lua cheia...

Drácula está descendo as escadas com uma mulher vestida de noiva desacordada em seus braços.

NARRADOR (VOICE-OVER): O vampiro traz a linda donzela, raptada a caminho do altar, para dentro de seu castelo. Mas se esta for sua noite de núpcias, erraram o caminho da alcova...

O vampiro a deita num divã no meio da sala empoeirada, e acaricia seu rosto pálido, parecendo muito feliz com o sucesso de sua empreitada.

DRÁCULA: Mina... Doce Mina... Finalmente será minha, Mina...

ALTO-FALANTES:
♪ Minha mina, minha amiga, minha namorada! Minha gata, minha sina do meu condomínio... ♪

NARRADOR (VOICE-OVER): Desculpa aí, pessoal, música errada. Hehe.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Quando o Fantasma é Pirata, Pode Ser Um Fantasma Falsificado



O que nunca pode faltar no Admirável Mundo Inventado? O mais admirável dos mundos inventados na televisão: Chespirito!
A ideia era que o Halloween Animado deste ano tivesse dez postagens, como no ano passado, mas infelizmente, não será possível. Esse especial terá só a metade das postagens planejadas. Em compensação, esse está sendo um mês de outubro bastante movimentado por aqui, com postagens quase todos os dias.
Mas para os meus episódios favoritos das criações do mestre Roberto Gomez Bolaños eu sempre arrumo um tempinho.
O escolhido da vez é um episódio pouco conhecido aqui no Brasil. Só foi exibido uma vez pelo SBT, na primeira vez em que a emissora de Silvio Santos decidiu colocar o Clube do Chaves no ar, entre 2001 e 2002. Fora isso, só foi exibido aqui pela TLN – aquele canal da Televisa que 101 em cada 100 pessoas nunca tiveram, porque só chegou a ser incorporado por pequenas operadoras de TV a cabo, que ainda não pegam em boa parte do Brasil, tipo a Oi TV, que só funciona direito – até onde fui informada – no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul.
Bem, o episódio de hoje faz parte da temporada de 1990 do Programa Chespirito – aquela em que Bolaños já estava mais velhinho e começando a xingar a balança –, e é um remake de O Tesouro do Pirata Fantasma, de 1975. Embora muita gente critique negativamente essas últimas temporadas, eu gosto demais de vários episódios. Principalmente das séries que nunca tiveram muito destaque na programação do SBT, como Dom Caveira, Cidadão Gomez e Chaveco. Quanto ao Chapolin, sim, os episódios de 1973 a 1979 são maravilhosos – temporadas de 1975 e 1978, minhas eternas favoritas! –, mas muitos episódios inéditos e alguns remakes do Chapolin gravados entre 1990 e 1992 – última temporada do personagem – figuram entre os meus favoritos.
Como é o caso do episódio escolhido para esta review. Em muitos aspectos eu o considero melhor que o original de 1975. Ok, não temos Carlos Villagran bancando o tonto, nem o saudosíssimo Ramón Valdés vestindo a pele do Pirata Alma Negra, mas esta versão teve um elenco maior, personagens diferentes da primeira versão, Edgar Vivar mais maluco do que nunca, o episódio é mais longo, o cenário bacana, várias piadas verbais e visuais diferentes da primeira versão, e um final bem diferente, também. Sem falar que, desta vez, Florinda Meza deixou a peruca de palhaço no camarim, e desfilou com suas madeixas naturais – a peruca foi tingida e dividida entre Edgar Vivar e Angelines Fernandez.
Sem mais delongas, vamos nos divertir agora com


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Quem Deu o Habeas Corpus Para a Bruxa? – Vai Pros Quintos!



Por Talita Vasconcelos
– De onde vocês dois vieram? – perguntou Vick, surpresa ao nos ver surgindo do nada.
– Não queira saber – respondi, rindo.
– A gente prestes a dar vida a um bando de monstros, e os dois malucos atravessam uma parede... – comentou Valentina. – Estou começando a acreditar que esse cara é mesmo um fantasma.
– Pode até ser, mas tem bom gosto – comentou Leandro, com um sorriso malicioso e um tom de voz sugestivo, tentando soar o menos fanhoso possível com o nariz completamente congestionado pela gripe. – O que vocês dois estavam fazendo nessa passagem escura?
– Tentando não ser envolvidos num barraco – respondi.