Do
mesmo modo que a conduziu até a igreja, Roger Bellingham acompanhou Susan até
sua casa, caminhando ao lado dela, sem se atrever a lhe oferecer o braço. Não
disseram uma única palavra o caminho todo, mas Susan sentia, mais do que
percebia, o olhar dele deslizando para ela a cada poucos segundos, e estava
certa de ter feito o mesmo algumas vezes. E naquele momento a partida anunciada
de Roger fazia aumentar a dor em sua alma. Pois se ele não podia ficar por ela,
e talvez não fosse mais regressar à cidade, então porque lhe dar um pequeno
momento de esperança, para, em seguida, abandoná-la? Era melhor que ele nunca
tivesse demonstrado nenhum afeto, do que deixá-la pensar que o pouco que havia
não era suficiente para fazê-lo ficar.
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