Quarentena Faz Coisa - Oitava Semana – Então... Falta Muito Ainda?

em terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Quarentena, Dia 50

Hoje faz exatamente cinquenta dias que eu não tenho nenhum arranca-rabo com a Dona Lourdes. Não estou nos reconhecendo! Sério: nenhuma treta por causa da vaga na garagem, nenhum desentendimento pelo descarte do lixo, nenhuma acusação de termos jogado seu gato na lixeira – só para constar: nunca fizemos isso com o bichinho; o caso é que ele sempre mergulha por cima do ombro de quem quer que abra a lata de lixo no dia em que o seu Horácio do 62 faz macarrão com sardinha –, nenhuma queixa porque a Dona Horrores(?) largou o saco de lixo no elevador – às vezes eu desconfio que a Dona Lourdes reclama comigo porque me acha boa ouvinte –, nada sobre o excesso de fumaça que sai pela janela da nossa cozinha – essa reclamação é típica das sextas-feiras, que é o meu dia de cozinhar, e aí, só orando; mas nos últimos tempos não tenho tido muitas oportunidades de frequentar a cozinha, já que duas cozinheiras de mão cheia a tem mantido ocupada quase vinte e quatro horas por dia. Enfim, Dona Lourdes não reclama de absolutamente nada com a minha pessoa há exatos cinquenta dias. Estou começando a ficar preocupada. Será que não seria o caso de pedir que um médico venha dar uma examinada na síndica? Porque isso não é normal...

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Quarentena Faz Coisa - Sétima Semana – Mas Paciência Tem Limite...

em segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Quarentena, Dia 43

Nunca pensei que qualquer ser humano algum dia diria isso, mas: “graças a Deus, minha mãe não mora mais em Nova York!” Os números da pandemia por lá, não param de subir.

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Quarentena Faz Coisa - Sexta Semana – Não Vamos Deixar a Peteca Cair!

em domingo, 20 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Quarentena, Dia 36

Sabe aquela noite em que você não encontra nada apetecível para fazer? (A coisa está tão fora do normal na vida da gente, que eu achei um uso para a palavra apetecível... Nem sei quando foi a última vez que usei essa). Hoje é essa noite. Nem a TV serviu para distrair. Acabamos a noite, quatro mulheres na mesa da cozinha (Cristiana, Bibi, Paloma e eu), jogando Stop.

Stop!

Eu não jogava esse trem desde a oitava série!

Mas até que foi divertido. Teve até uma cena curiosa com a letra M.

Michelle, Marrom, Margarida, Martelo, Melancia... Chegamos ao “minha sogra é”, e todo mundo sabe o que vem por aí, né?

– Mal educada – respondi, pensando na gracinha da mãe do Marcelo, meu último namorado firme.

– Muquirana – respondeu Bibi.

– Miserável – essa foi a Paloma, e eu nem sei se ela tem alguma sogra para se inspirar.

– Maravilhosa.

Nessa hora, Cristiana nos deixou mudas. Trocamos olhares assombrados por um instante, e em seguida aplaudimos.

– Todo mundo esculhambando a sogra, a pessoa me saca um maravilhosa – elogiou Bibi. – Essa pessoa tem Jesus no coração.

– Ou não está tomando direito o Gardenal.

E com essa minha observação, o momento foi-se.

Não que a minha amiga não tivesse razão. A mãe do Pedrão realmente é a exceção no quesito sogra.

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Quarentena Faz Coisa - Quinta Semana – Matemática Orçamentária e o Festival do Tédio

em sábado, 19 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Quarentena, Dia 29

Nosso vídeo no Youtube teve cem mil visualizações. Em cinco dias! Ok, não é um viraaaaaaal, mas é um belo de um número. Se continuar nesse ritmo, quem sabe não nos renda um troquinho? Isto é, assim que o nosso canal for elegível para uma plataforma de propaganda.

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Quarentena Faz Coisa - Quarta Semana – Hora de Reduzir as Despesas

em sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Quarentena, Dia 22

Estou começando a pensar que não vou ter dinheiro para pagar minha parte do aluguel no mês que vem. Será que o “Seu Barriga” me deixa pendurar?

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Quarentena Faz Coisa - Terceira Semana – A Vida Não Pode Parar

em quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Quarentena, Dia 15

Sabe qual é o cúmulo da falta do que fazer? Sentar na varanda às onze horas da noite para ouvir o barraco que está rolando no prédio da frente. Não entendi o motivo da treta, mas o circo está pegando fogo. Fiz até pipoca.

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Quarentena Faz Coisa - Segunda Semana – Ainda Estamos Otimistas!

em quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Quarentena, Dia 08 

Fiquei hoje com uma sensação esquisita, quando deu nove horas da noite e a Dona Lourdes, síndica do prédio, não veio encher o saco porque o meu carro estava ocupando a vaga para visitantes na garagem. Isso acontece toda terça-feira, porque os namorados da Karina Periguete insistem em estacionar na minha vaga. Como eu não saí de casa, eles devem ter arrumado outra vaga para ocupar. Ficou faltando alguma coisa para completar a minha rotina diária...

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Se Contar, Ninguém Acredita apresenta: QUARENTENA FAZ COISA!

em terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Por Talita Vasconcelos

Porque com a cachaça fazendo coisa a gente já está acostumado, mas isolamento social é tão enlouquecedor quanto. Vamos dar uma espiada em como a Emanuelly está se saindo nesse isolamento social, iniciado no final de março. Quarentena também faz coisa que, se contar, ninguém acredita. Dá só uma olhada no diário dela.

Só não contem que fui eu que peguei.

Primeira Semana – É Só Um Recesso Não Planejado...

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OK!

em segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Li A Culpa é das Estrelas pela primeira vez quando ele ainda era o hype do momento. Na época eu era meio negligente com as minhas leituras e ainda não tinha desenvolvido realmente o hábito de publicar as resenhas de tudo o que eu lia – na verdade, até hoje sigo uma espécie de cronograma que não estabelece uma ordem clara sobre as resenhas que eu publico aqui no blog: algumas são de leituras muito recentes, e outras de leituras mais antigas. Se eu não fizer isso, o Admirável Mundo Inventado vira um blog só de resenhas, porque eu leio livros com muito mais frequência do que escrevo reviews de filmes e séries, por exemplo.

Cheguei a incluir uma referência ao John Green num dos diálogos da Chiara no meu romance Raptada, como o cara que simplifica assuntos complexos, para se ter uma ideia de como esse livro mexeu comigo.

Mas não seria justo escrever uma resenha para o blog sem ler o livro novamente, e reviver as emoções que ele evocava. Este ano, como de costume, gosto de incluir na minha lista de leitura algumas delicinhas da minha estante para reler – sabe aquela zona de conforto? Então... E um dos meus escolhidos para releitura este ano foi A Culpa é das Estrelas.


A CULPA É DAS ESTRELAS

Título Original: The Fault in Our Stars

Autor: John Green

Editora: Intrínseca

Páginas: 288

Gênero: Romance


Sinopse:

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

EEEEE ❤


E de repente eu me lembrei do que havia me impressionado na primeira vez que eu li, quando eu mal terminara o segundo capítulo, e já tinha enchido uma página inteira de quotes no meu diário de leitura com citações do livro.


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Minha Irmã Matou Um Cara... Duas Vezes!

em domingo, 25 de outubro de 2020


Seguindo com o nosso especial de Halloween, hoje eu quero falar sobre um dos meus filmes favoritos, protagonizado por duas das minhas atrizes favoritas. Da Magia à Sedução é uma linda comédia romântica, baseada no romance homônimo de Alice Hoffman, que fala sobre superstição.

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