Quarentena, Dia 43
Nunca pensei que
qualquer ser humano algum dia diria isso, mas: “graças a Deus, minha mãe não
mora mais em Nova York!” Os números da pandemia por lá, não param de subir.
Quarentena, Dia 43
Nunca pensei que
qualquer ser humano algum dia diria isso, mas: “graças a Deus, minha mãe não
mora mais em Nova York!” Os números da pandemia por lá, não param de subir.
Por Talita Vasconcelos
Quarentena, Dia 36
Sabe aquela noite
em que você não encontra nada apetecível para fazer? (A coisa está tão fora do
normal na vida da gente, que eu achei um uso para a palavra apetecível... Nem sei quando foi a
última vez que usei essa). Hoje é essa noite. Nem a TV serviu para distrair.
Acabamos a noite, quatro mulheres na mesa da cozinha (Cristiana, Bibi, Paloma e
eu), jogando Stop.
Stop!
Eu não jogava
esse trem desde a oitava série!
Mas até que foi
divertido. Teve até uma cena curiosa com a letra M.
Michelle, Marrom,
Margarida, Martelo, Melancia... Chegamos ao “minha
sogra é”, e todo mundo sabe o que vem por aí, né?
– Mal educada –
respondi, pensando na gracinha da mãe
do Marcelo, meu último namorado firme.
– Muquirana –
respondeu Bibi.
– Miserável –
essa foi a Paloma, e eu nem sei se ela tem alguma sogra para se inspirar.
– Maravilhosa.
Nessa hora,
Cristiana nos deixou mudas. Trocamos olhares assombrados por um instante, e em
seguida aplaudimos.
– Todo mundo
esculhambando a sogra, a pessoa me saca um maravilhosa
– elogiou Bibi. – Essa pessoa tem Jesus no coração.
– Ou não está
tomando direito o Gardenal.
E com essa minha
observação, o momento foi-se.
Não que a minha
amiga não tivesse razão. A mãe do Pedrão realmente é a exceção no quesito
sogra.
Por Talita Vasconcelos
Quarentena, Dia 29
Nosso vídeo no
Youtube teve cem mil visualizações. Em cinco dias! Ok, não é um viraaaaaaal, mas é um belo de um número.
Se continuar nesse ritmo, quem sabe não nos renda um troquinho? Isto é, assim
que o nosso canal for elegível para uma plataforma de propaganda.
Por Talita Vasconcelos
Quarentena, Dia 22
Estou começando a
pensar que não vou ter dinheiro para pagar minha parte do aluguel no mês que
vem. Será que o “Seu Barriga” me deixa pendurar?
Por Talita Vasconcelos
Quarentena, Dia 15
Sabe qual é o
cúmulo da falta do que fazer? Sentar na varanda às onze horas da noite para
ouvir o barraco que está rolando no prédio da frente. Não entendi o motivo da
treta, mas o circo está pegando fogo. Fiz até pipoca.
Por Talita Vasconcelos
Quarentena, Dia 08
Fiquei hoje com
uma sensação esquisita, quando deu nove horas da noite e a Dona Lourdes,
síndica do prédio, não veio encher o saco porque o meu carro estava ocupando a
vaga para visitantes na garagem. Isso acontece toda terça-feira, porque os
namorados da Karina Periguete insistem em estacionar na minha vaga. Como eu não
saí de casa, eles devem ter arrumado outra vaga para ocupar. Ficou faltando
alguma coisa para completar a minha rotina diária...
Porque com a
cachaça fazendo coisa a gente já está acostumado, mas isolamento social é tão
enlouquecedor quanto. Vamos dar uma espiada em como a Emanuelly está se saindo
nesse isolamento social, iniciado no final de março. Quarentena também faz
coisa que, se contar, ninguém acredita. Dá só uma olhada no diário dela.
Só não contem que
fui eu que peguei.
Li A Culpa é das Estrelas pela primeira vez quando ele ainda era o
hype do momento. Na época eu era meio negligente com as minhas leituras e ainda
não tinha desenvolvido realmente o hábito de publicar as resenhas de tudo o que
eu lia – na verdade, até hoje sigo uma espécie de cronograma que não estabelece
uma ordem clara sobre as resenhas que eu publico aqui no blog: algumas são de
leituras muito recentes, e outras de leituras mais antigas. Se eu não fizer
isso, o Admirável Mundo Inventado vira um blog só de resenhas, porque eu leio
livros com muito mais frequência do que escrevo reviews de filmes e séries, por
exemplo.
Cheguei a incluir uma referência ao
John Green num dos diálogos da Chiara no meu romance Raptada, como o
cara que simplifica assuntos complexos, para se ter uma ideia de como esse
livro mexeu comigo.
Mas não seria justo escrever uma resenha para o blog sem ler o livro novamente, e reviver as emoções que ele evocava. Este ano, como de costume, gosto de incluir na minha lista de leitura algumas delicinhas da minha estante para reler – sabe aquela zona de conforto? Então... E um dos meus escolhidos para releitura este ano foi A Culpa é das Estrelas.
Título Original: The Fault in Our Stars
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 288
Gênero: Romance
Sinopse:
Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam.
Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.
EEEEE ❤
E de repente eu me lembrei do que
havia me impressionado na primeira vez que eu li, quando eu mal terminara o
segundo capítulo, e já tinha enchido uma página inteira de quotes no meu diário
de leitura com citações do livro.
Seguindo
com o nosso especial de Halloween, hoje eu quero falar sobre um dos meus filmes
favoritos, protagonizado por duas das minhas atrizes favoritas. Da Magia à
Sedução é uma linda comédia romântica, baseada no romance homônimo de Alice Hoffman, que fala sobre superstição.
Outubro
chegou, e com ele, mais um especial de Halloween no nosso Admirável Mundo
Inventado.
Para
começar o nosso mês especial, eu cavei bem fundo desta vez, para resgatar uma
série muito querida, que já foi encerrada há um bom tempo.
Fundo
do Baú Pictures apresenta:
Exibida
no final dos anos 1990, a série – também conhecida no Brasil como Jovens Bruxas
– conta a história de três irmãs, Prudence – Prue, para os íntimos –, Piper e
Phoebe Halliwell, que descobrem, logo após a morte da avó que as criou, que
elas fazem parte de uma linhagem de bruxas muito poderosas. Mais que isso: o
nascimento delas foi profetizado séculos atrás, como as três feiticeiras mais
poderosas de todos os tempos, cuja magia unida seria praticamente invencível.
As Encantadas (Charmed One). Assim que Phoebe, a irmã caçula, descobriu o Livro
das Sombras guardado no sótão, e recitou o feitiço para libertar seus poderes,
as irmãs Halliwell passaram a enfrentar uma porção de ameaças sobrenaturais e a
lutar contra as forças do mal. Mais tarde, elas ainda descobrem a existência de
uma quarta irmã, que tornará o Poder das Três novamente completo após [ALERTA
DE SPOILER] a morte de Prue.
Eu não vou resenhar a série inteira – pelo menos, não agora –, mas separei um dos meus episódios favoritos para o especial de Halloween desse ano. Como esse episódio é da segunda temporada, para que ninguém fique perdido, vamos recapitular um pouquinho o início da série: