O Que Seria da Vida Sem Os Malucos?

em terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Hora de mais uma review especial de Natal no meu, no seu e no nosso Admirável Mundo Inventado. Desta vez, escolhi um dos meus episódios favoritos de uma das minhas séries de comédia favoritas, The Big Bang Theory.
O episódio foi baseado no filme “A Felicidade Não Se Compra”, e a nossa turma favorita de nerds se divertiu imaginando como seria suas vidas se Sheldon Cooper, o membro mais extraordinário do grupo – entenda o adjetivo na conotação de sua preferência –, não fizesse parte delas.
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Trocando As Bolas

em sábado, 23 de novembro de 2019

Depois de uma meia temporada extremamente confusa, em que os roteiristas fizeram uma verdadeira salada para contar as histórias de três vilãs que entraram e saíram da série sem fazer mal a uma mosca, finalmente deixaram claro nesta Season Finale de Once Upon a Time o que realmente quiseram transmitir ao longo dos dez episódios anteriores, em que as vilãs não tocaram o terror, e em compensação os mocinhos provaram que, sem querer querendo, também são capazes de cometer algumas atrocidades – talvez mais graves do que as cometidas pelos vilões.
Operação Manguaça... Digo... Operação Mangusto promoveu uma divertida inversão de papéis, mostrando como seriam os contos de fadas se os mocinhos fossem os vilões, e os vilões estivessem a fim de trilhar um bom caminho.
Como eu disse lá no começo da review passada, não gostei muito da segunda metade da quarta temporada de OUAT, mas se há uma coisa que eu admiro nessa série, é sua capacidade de entregar bons episódios duplos para encerrar a temporada, mesmo que os dez anteriores não tenham feito o menor sentido.
Enfim, vamos direto ao que interessa:
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As Bruxas Estão à Solta... Mas Elas Não São de Nada...

em sábado, 9 de novembro de 2019

Depois de um hiato gigantesco de Once Upon a Time aqui no blog, voltamos com a conclusão da quarta temporada.
Caso queiram relembrar o que já tinha acontecido na série até esta altura, basta seguir estes links:
Primeira Temporada – Parte 1 | Parte 2 | Parte 3
Segunda Temporada – Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 | Parte 4
Terceira Temporada – Parte 1 | Parte 2 | Parte 3
Quarta Temporada – Parte 1
A lista de links também está atualizada no final do post de apresentação da série.
De volta à review de hoje, já falamos sobre a etapa Frozen, e chegou a hora de Storybrooke ser invadida pelas “Rainhas da Escuridão”.
Entendam as aspas em Rainhas da Escuridão como um sinal de ironia. Vou resumir as três vilãs para vocês: Malévola poderia facilmente ser chamada de “Molévola”; Cruella é uma cadela que late, mas não morde; e Úrsula não passa de um peixe fora d’água. No fim das contas as três vilãs entraram e saíram dessa história sem fazer mal a uma mosca! Provando que os roteiristas estão mais perdidos que a bússola do Jack Sparrow nas mãos do Chapeleiro Maluco.
E aqui devo confessar que parte do motivo de ter demorado tanto para preparar essa review é que, de todas as temporadas e meias temporadas de Once Upon a Time até aqui, esta foi a parte de que eu menos gostei – ao menos, até ver a sexta temporada. Não cheguei a detestar, mas fiquei com a sensação de que as histórias podiam ter sido melhor desenvolvidas.
De uma só vez, os roteiristas decidiram queimar três vilãs importantes. Não que alguma delas pudesse movimentar uma mid-season sozinha – Malévola, talvez. Mas, conhecendo os roteiristas de OUAT como nós conhecemos, já devíamos esperar que não fossem conseguir desenvolver as histórias das três vilãs ao mesmo tempo. Também já era esperado que a maior trama fosse dada à Malévola – e o melhor figurino, também, convenhamos.
Pessoalmente, fiquei decepcionada com a passagem quase inexplorada da Cruella. Esperava muito mais de uma vilã tão promissora. E principalmente, esperava que ela fosse atuar ao lado de um Dálmata por algo mais que duas cenas!
Quanto à Úrsula, nunca morri de amores por essa vilã – por esse conto de fadas, para falar a verdade –, mas esperava que, pelo menos, sua participação fosse durar mais do que quatro episódios! Embora o episódio dedicado a ela tenha sido, por muitas razões, um dos melhores dessa parte da temporada – mesmo que algumas partes da trama não façam muito sentido –, senti que ela deixou a história cedo demais.
Aliás, se eu entendi bem, a premissa dessa temporada foi que uma a uma, as vilãs fossem sendo precocemente descartadas, até que os mocinhos destruíssem todo o castelo de cartas que Rumplestiltskin apenas tentara construir – antes mesmo do fim da temporada.
Mas se essa mid-season teve algo de positivo foi o fato de inverter um pouco os papéis, mostrando a escuridão que existe em certos heróis – e toda a hipocrisia de um discurso moral que eles próprios quebraram há muito tempo –, e a bondade e o amor que podem existir em alguns vilões. Afinal, se há algo que eu ressaltei desde o princípio foi a ideia dos roteiristas de trabalhar a dualidade dos personagens: nenhum herói é totalmente bom, e nenhum vilão é cem por cento mau. É isso que constrói bons personagens, é o que nos cativa e os humaniza. Regina está aí para provar; ela já esteve nos dois lados da moeda, e é a prova viva de como a linha que separa o bem e o mal é tênue.
Enfim, como o barato é relembrar a história com todos os detalhes sórdidos, vamos a ela:

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Boas Séries Dão Um Livro...

em sexta-feira, 1 de novembro de 2019


Ultimamente parece ter surgido uma nova moda literária: livros inspirados em séries de TV – vide Diários do Stefan, que foi inspirado na série de TV The Vampire Diaries, que por sua vez foi inspirada na série de livros Diários do Vampiro. Talvez seja uma maneira de lucrar com o mesmo produto em todas as mídias possíveis. Eu confesso que já li alguns, como os já citados Diários do Stefan, e o primeiro volume de The Originals, e tenho minhas dúvidas se essa é uma boa tendência. Sobretudo porque certos Ghost Writers parecem não prestar a devida atenção nas séries de TV antes de escrever sobre seu universo.
Mas este caso aqui é ligeiramente diferente.

A ONCE UPON A TIME TALE – DESPERTAR
Título Original: A Once Upon A Time Tale: Reawakened
Autora: Odette Beane
Editora: Planeta
Páginas: 304
Gênero: Fantasia

Sinopse:
Emma Swan sabe muito bem como se virar sozinha. Ela foi abandonada quando ainda era um bebê e a vida não tem sido exatamente um conto de fadas para ela. Quando o filho que ela abandonou anos atrás a encontra tudo se tornará ainda mais complicado. Henry tem 10 anos agora e acredita que a mãe tenha nascido em um mundo alternativo mágico e que, seja a filha desaparecida da Branca de Neve com o Príncipe Encantado. Emma não acredita em uma palavra, mas de acordo com Henry, ela é a única que pode quebrar a maldição, jogada pela Rainha Má, e que afeta todos os personagens dos contos de fadas. Eles estariam presos na nossa realidade, na cidade de Storybrooke, sem seus poderes mágicos e sem qualquer lembrança de quem realmente são.

EEEE



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Isso Que É Noite das Bruxas!

em sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Outubro sem uma review especial de Halloween não é outubro! Esta é uma tradição do Admirável Mundo Inventado, e não vamos romper a corrente.
Nos últimos anos, eu tenho feito maratonas enormes, mas este ano está mais corrido, de modo que não deu para preparar uma maratona – para se ter uma ideia, no ano passado eu comecei a preparar as postagens de outubro em julho!
Mas não vou deixar esse Halloween passar em branco. Para o especial de 2019, escolhi um clássico do tema, com uma história espetacular e uma trilha sonora inesquecível.
O filme foi inicialmente planejado para o Disney Channel, mas quando o roteiro ficou pronto, a Walt Disney Studios se deu conta de que ele poderia fazer sucesso no cinema. Assim, como num passe de mágica, ganhamos um dos filmes mais memoráveis sobre o Halloween de todos os tempos:

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Um Pouco de Paródia, Um Pouco de Clichê, E Muito... Mas Muito Amor Envolvido – E Envolvente!

em quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Daí a criatura acabou de chegar na estante, e já quer ficar na prateleira dos favoritos... Pode isso, produção?
Claro que pode!
Não acontece toda hora, mas de vez em quando, a gente pega um livro, e ele de cara, conquista espaço no nosso Top Five de favoritos.
Foi o que aconteceu comigo, quando esta belezinha me caiu às mãos. O filme não está tão alto assim na minha lista de favoritos, mas o livro... Eu simplesmente não consegui parar de ler. E reler... E reler...


A PRINCESA PROMETIDA
Título Original: The Princess Bride
Autor: William Goldman
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
Gênero: Aventura e Fantasia Romântica

Sinopse:
A MAIOR HISTÓRIA DE AMOR DE TODOS OS TEMPOS
Buttercup é uma camponesa que se apaixona perdidamente por Westley, o jovem humilde que trabalha na fazenda do pai dela. Juntos, eles descobrem o amor verdadeiro, mas um trágico acidente envolvendo um navio pirata os separa.
Em poucos anos, Buttercup se torna a mulher mais bonita de todos os reinos e acaba sendo pedida em casamento pelo sádico príncipe Humperdinck. Mas nada, nem um poderoso príncipe amante da caça, é capaz de separar esse amor, e o destemido Westley volta para resgatar sua princesa que foi prometida a outro.

Em uma paródia aos épicos clássicos, William Goldman escreve um divertido romance com direito a tudo que o gênero tem a oferecer: piratas, duelo de esgrima, traições, tramas políticas da realeza e um romance apaixonante. Esta edição de luxo em capa dura traz os textos extras que William Goldman escreveu para as edições comemorativas de 25 e 30 anos da obra original — que misturam ficção e realidade e ajudam a compor o universo emblemático que transformou a obra em um fenômeno. 

EEEEE ❤

 


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Tudo Muda Num Segundo

em quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Por Talita Vasconcelos
Um segundo. Aquele minúsculo espaço de tempo tão subestimado. É pouco demais para ter relevância na vida de alguém, mas, ao mesmo tempo, quantas coisas cabem dentro desse tempinho tão mínimo. Se pararmos para pensar, tudo na vida acontece num segundo: pessoas morrem; crianças nascem; um carro desvia de um ônibus contra o qual esteve prestes a bater de frente; outro veículo, talvez, não tenha tanta sorte; uma bala sai do cano de um revólver e atinge seu alvo; duas palavras podem ser proferidas; pessoas se apaixonam...
Tudo cabe dentro de um segundo. Tudo: a história inteira do mundo. As mudanças não levam anos para acontecer. Os planos é que levam tempo demais para sair do papel; mas as mudanças acontecem assim: num estalar de dedos, num tique ou num taque.
No segundo anterior, você era um estranho, em meio a oito bilhões de outras pessoas estranhas que habitam esse nosso gigantesco, e, ao mesmo tempo, ridiculamente minúsculo planeta; no segundo seguinte, nossos olhos se encontraram, e uma grande mudança começou. No segundo anterior, eu nem conhecia ainda o som da sua voz; no segundo seguinte, ela me causou um arrepio. No segundo anterior, eu nem sabia seu nome; no segundo seguinte, você era o nome que um dia seria gravado dentro da minha aliança. No segundo anterior, estávamos correndo na rua, fugindo da chuva; no segundo seguinte, seu sorriso encheu o céu de estrelas. De repente, nós estávamos apenas nos conhecendo; e no segundo seguinte, meu coração estava acelerado, com os seus braços ao meu redor. No segundo anterior, você era o cara com quem eu estava apenas começando a sair; no segundo seguinte, eu te amava. No segundo anterior, eu era apenas eu; mas um segundo se passou, e lá estava eu: dizendo sim ao juiz para me tornar parte de nós.
No segundo anterior, você era como oito bilhões de outras pessoas; mas em um segundo, você se tornou a pessoa mais importante da minha vida.

Texto publicado originalmente no site Me Apaixonei,faz parte do livro Encontros & Encantos Em Contos, que vocês podem acompanhar no Wattpad.


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Eu Vejo Gente Morta... Pegando No Pé De Um Pirata!

em sábado, 3 de agosto de 2019

Depois do que parece ter sido uma eternidade, aqui estamos de volta com o quinto filme da saga Piratas do Caribe – não vou cravar que tenha sido o último, embora o estúdio tenha garantido que é, porque, em se tratando de franquias de sucesso, nunca se sabe.
Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar traz de volta – ainda que em aparições muito pequenas – personagens que haviam ficado de fora da quarta aventura de Jack Sparrow – sim, estou falando do meu casal favorito, Will Turner e Elizabeth Swann –, e ainda nos brinda com novos e instigantes personagens, que só me farão lamentar se esse tiver sido mesmo o último filme da franquia.
Este capítulo apresentou várias semelhanças com o primeiro filme, desde a mocinha destemida, que está muito longe de ser uma donzela em perigo – ela chega a correr perigo em alguns momentos, assim como sua antecessora, Elizabeth, mas consegue sair da maior parte das confusões por conta própria –; algumas ações de Henry Turner que imitam os primeiros passos de seu pai; um parentesco surpreendente sendo revelado ao longo da trama; e até o momento terror no parque de diversões que eu destaquei no primeiro filme, fazendo alusão à noite de terror no Playcenter, quando Elizabeth se descobriu prisioneira num navio cheio de caveiras ambulantes, ganhou similar nesta aventura, mas desta vez tendo Jack no centro da confusão. E não vamos esquecer que homens amaldiçoados também foi o tema principal do primeiro filme da franquia.
Sem mais delongas, vamos à nossa aventura.
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Como Reconstruir a Civilização Passo a Passo, Por Júlio Verne

em sábado, 29 de junho de 2019



Caso você suspeite que algum dia se encontrará sozinho numa ilha deserta, sem recursos para retornar à civilização, nem meios de comunicação, você PRECISA ler esse livro. Nele você encontrará tudo o que precisa saber para sobreviver confortavelmente numa situação bastante adversa e sem recursos.
Mais que uma grande obra da literatura clássica universal, A Ilha Misteriosa é uma leitura desafiadora para aqueles que não estão habituados ao estilo de Júlio Verne.
Ao contrário dos demais livros mais conhecidos e cultuados do autor – como Viagem Ao Centro da Terra, A Volta Ao Mundo Em 80 Dias e Vinte Mil Léguas Submarinas –, A Ilha Misteriosa é um livro demasiadamente longo e descritivo.
Antes de prosseguir, preciso abrir um parêntese para falar um pouquinho das outras obras que eu li de Verne, para que não pareça que estou iniciando a resenha com uma crítica negativa. De imediato, adianto: o livro é incrível! Mas é preciso primeiro que se conheça os antecedentes do autor na minha lista de leitura.
O primeiro livro que li de Júlio Verne foi Viagem Ao Centro da Terra, onde o autor cria uma narrativa em direção ao inexplorado e provavelmente inacessível centro do mundo, através de um mineralogista audacioso que simplesmente não pôde recusar o chamado da aventura. Um livro que seria difícil de ler, com tantos termos estranhos e complicados de assimilar, se a narrativa não fosse tão interessante.
Vinte Mil Léguas Submarinas narra as, digamos, aventuras de três náufragos a bordo do extraordinário submarino Nautillus, capitaneado por Nemo, um homem estranho e misterioso que os recolheu do mar, com a condição de que fizessem parte de sua tripulação pelo resto de seus dias. A história vai basicamente do nada a lugar nenhum, e parece não ter outro objetivo, senão demonstrar que existem mais coisas para se explorar no fundo dos oceanos do que poderíamos imaginar. O filme da Disney de 1954 conseguiu tirar leite de pedra e criar uma história infinitamente mais interessante que a do livro. Se eu tivesse começado a ler os livros do autor com esta obra, eu provavelmente não teria lido outro Verne.
A Volta Ao Mundo Em 80 Dias foi o primeiro livro de Verne que não me pareceu um guia de viagem. Neste livro o autor se lembrou de que era preciso criar uma história para dar contexto à viagem grandiosa de Phileas Fogg. E assim ele criou todas as aventuras que poderiam atrapalhar o êxito da viagem do protagonista, e sua vitória na aposta, como as investidas do desventurado Detetive Fix, o resgate da indiana Aouda, condenada a morrer na pira funerária onde queimariam o cadáver de seu marido, e todos os embaraços que quase puseram a perder a empreitada de Fogg. Este é, indubitavelmente, meu livro favorito do autor, pois pela primeira vez, ele se libertou da didática, e se concentrou em contar uma história mais despretensiosa, com começo, meio e fim, e com reviravoltas instigantes para os personagens.
Isto posto, vamos falar de A Ilha Misteriosa.
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Mais Uma Realização Talita Vasconcelos

em segunda-feira, 10 de junho de 2019


Dez anos atrás, eu tive um sonho. Nele, um homem misterioso atraía duas mulheres para dentro de sua mansão submersa, que era guardada por um bando de sereias. Mas o que parecia a promessa de um romance um tanto incomum, revelou-se um pesadelo, pois, o preço de se conquistar o amor desse homem era a prisão eterna em seu palácio submerso.
Assim nasceu “As Noivas de Robert Griplen”, um romance sobrenatural inspirado nesse sonho. O livro é, essencialmente, um romance histórico, mas ao longo da narrativa, além de uma história de amor cheia de mistérios e escolhas difíceis, vocês também encontrarão um contexto de hipocrisia religiosa e supersticiosa, que era atual na época em que foi ambientado o livro, e continua atual nos dias de hoje.
Em 2015, esse sonho começou a tomar forma, quando da publicação do e-book do livro, e agora, ele finalmente ganhou edição física.
Esse livro é especial para mim por muitos motivos, mas principalmente, porque ele marca a minha estreia como editora.
Na tarde deste último sábado, 08 de junho, foi realizado o evento de lançamento na cidade de Atibaia, interior de São Paulo. Foi uma festa linda, onde recebi inúmeros amigos, familiares e autoridades do município que vêm apoiando o meu trabalho nos últimos anos.
O evento foi realizado com o apoio da Secretaria de Cultura da Estância de Atibaia.
Aqui estão apenas algumas fotos do evento,  mas vocês poderão ver muitas outras na minha página no Facebook:
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