Tempos
atrás, eu resenhei aqui um livro que ainda estava em estágio de Fanfiction, o
divertidíssimo Aluga-se Um Noivo, da Clara de Assis, inspirado no filme Muito
Bem Acompanhada – e que já deve ter sido devidamente publicado a essa altura.
Pois bem, hoje venho mais uma vez apresentar a vocês uma obra ainda não
publicada, mas que, assim como Aluga-se Um Noivo, merece todo destaque.
Porque Também Amamos Livros Independentes
Publicado por
Verônica Lira
em
sábado, 3 de junho de 2017
♪ Parabéns Pra Você, Eu Só Vim Pra Te Ler, O Presente Que é Bom Esqueci de Trazer ♪
Publicado por
Verônica Lira
em
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Parece
que foi ontem que escrevi a primeira postagem desse blog, e vejam só: o
Admirável Mundo Inventado está completando 5 anos!
Desde
que inaugurei esse espaço, nunca fiz uma postagem de comemoração no aniversário
do blog, mas cinco anos é uma data que não dá para deixar passar em branco.
Afinal, sobrevivemos a meia década na internet! Quantos blogs duram isso hoje
em dia? Quer dizer, fora aqueles que ganham dinheiro com isso...
Enfim...
Passei a semana toda matutando o que eu poderia postar para comemorar essa data
especial. Comecei a revirar as postagens antigas, e percebi quanta coisa boa já
passou por esse meu Admirável Mundo Inventado. A princípio, o blog não tinha
uma identidade definida – nem mesmo um propósito definido. Eu apenas escrevia
resenhas sobre os livros e os filmes que eu gostava, mas depois achei que
precisava torná-lo mais divertido.
E
foi quando meu blog finalmente saiu da zona de dez acessos mensais – sendo que
nove deles provavelmente eram meus –, e finalmente começou a ganhar público.
Então,
acho que a melhor maneira de comemorar esses cinco anos, é contando um
pouquinho dessa trajetória, relembrando os personagens bacanas que já habitaram
esse espaço. Afinal, chama-se Admirável Mundo Inventado por um motivo: este é o
lugar onde todas as boas histórias da ficção – sejam filmes, séries de TV,
livros ou desenhos animados – se encontram.
O
nascimento real do blog só aconteceu em meados de setembro de 2012, quando
postei a review do primeiro filme da saga Crepúsculo. Foi a partir daquela
postagem que o blog ganhou uma identidade. Portanto, não tenham dúvida sobre o
relacionamento profundo que tenho com a saga dos vampiros purpurinados, pois,
se eu não morro de amores por aquele elenco e aqueles filmes – minha relação
com os livros é infinitamente mais feliz –, também não posso negar que eles
tiveram grande relevância na história desse espaço virtual tão amado.
Sim,
a história do Admirável Mundo Inventado começou com essa garota atrapalhada, que
é chegada numa presa afiada, vampiros cintilantes e lobisomens bombados, que
gosta de se colocar na boca dos monstros – literalmente –, e arrumar contusões
extremamente difíceis de explicar, e que, por alguma razão, seu pai, o chefe de
polícia local, não se preocupa muito em verificar.
Mamãe ♥ Querida
Publicado por
Verônica Lira
em
domingo, 14 de maio de 2017
Diz
o ditado que mãe é padecer no Paraíso. Talvez porque, em alguns casos, se descer na Consolação tá arriscado se
perder, rs. Sobretudo se essa mãe gosta de entornar umas e outras e mais
algumas em um estômago completamente despreparado.
Poderia
ser o caso dessa mãe em particular. Mas, desconfio que ela prefere colocar os
próprios filhos a perder – desde que ela possa lucrar alguma coisa com isso.
Neste
dia tão especial, quero falar dessa figura tão importante na vida de todos nós.
Afinal de contas, é graças a ela que estamos aqui. Então, mãe, obrigada por ter me tido. (Com o perdão
do trocadilho infame, rs).
Brincadeiras
a parte, para a review de hoje, escolhi uma das mães mais divertidas da ficção,
a mulher que “pariu” duas figuras hilárias, que já nos arrancaram risadas
incontáveis em mais de dez temporadas de Two And A Half Men. Com vocês: Evelyn
Harper!
Episódio
de hoje:
“Saindo Com a Mamãe”
Das Tirinhas Para o Mundo
Publicado por
Verônica Lira
em
quarta-feira, 19 de abril de 2017
Hoje vamos falar sobre um assunto de vital importância para
todos que, como eu, tiveram uma boa infância. Vamos falar de Histórias em
Quadrinhos. Mas não qualquer HQ. Vamos falar de uma turminha em particular que
já nos fez experimentar todos os tipos de sentimentos possíveis – desde pena
pelo protagonista constantemente sacaneado por sua vizinha mal-humorada (mas
secretamente apaixonada por ele, desconfio), até um tipo interessante de
vergonha alheia pelas alucinações de um cachorro chapado de chá de cogumelo ou
daquela água que o passarinho não bebe, misturado com o cigarro que o
passarinho não fuma.
Sim, meus amigos, estou falando da queridíssima Turma do Charlie
Brown.
Mãe, Tô Na TV!
Publicado por
Verônica Lira
em
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Pois
é, minha gente. Você não leu errado, nem interpretou o título errado, tampouco.
Eu, Talita Vasconcelos (Verônica Lira, para os íntimos) dei minha primeira
entrevista para a televisão!
Desafio #23: Amor Eterno Nem Sempre é Um Mar de Rosas
Publicado por
Verônica Lira
em
terça-feira, 21 de março de 2017
O
desafio literário já perdeu completamente o sentido, uma vez que o estou
arrastando pelo terceiro ano, mas como não gosto de deixar as coisas
inacabadas, vou continuar enumerando-os à medida que as minhas leituras se
encaixem na lista.
Como
é o caso do livro de hoje, o escolhido para “com a capa linda”.
Mais Uma Grande Conquista
Publicado por
Verônica Lira
em
segunda-feira, 13 de março de 2017
Aconteceu
na tarde do último sábado, 11 de março, o lançamento do meu segundo livro,
Raptada, na Biblioteca Municipal “Joviano Franco da Silveira, no centro de
Atibaia. O evento teve o apoio da Secretaria de Cultura da cidade e contou com
a participação de amigos, familiares e autoridades do Município.
Quero
agradecer a todos que compareceram. Foi uma festa linda, e uma alegria imensa
receber o carinho de todos.
Aqui
estão apenas algumas fotos do evento, mas vocês podem conferir muitas outras na
minha página no Facebook:
Raptada Vem Aí! Conheçam Meu Novo Romance Publicado
Publicado por
Verônica Lira
em
sexta-feira, 3 de março de 2017
Como
vocês certamente notaram, há algumas semanas eu coloquei um banner na parte de
cima da área de postagem do blog – a priori, com a capa e as orelhas do meu
novo livro, e posteriormente, o banner oficial do lançamento. Pois bem, hoje dispo-me
mais uma vez da minha versão Verônica Lira, e venho como Talita Vasconcelos
apresentar oficialmente meu novo filhote a vocês.
Antes
de mais nada, quero convidá-los para o lançamento do livro.
Dia
11 de Março de 2017 (Sábado), das 14 às 17 horas.
Local:
Biblioteca Municipal “Joviano Franco da Silveira”.
Rua
Benedito de Almeida Bueno, n°252 – Centro – Atibaia – SP
* Preço especial apenas no evento de lançamento *
Agora
sim, vamos apresentá-lo:
Apesar
de o título sugerir uma história policial, Raptada é um romance, e trata sobre
a linha tênue que separa o amor e o crime.
10 Momentos Inesquecíveis de Supernatural
Publicado por
Verônica Lira
em
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
A
fantástica história de dois lindos irmãos caçadores de monstros, que
passam a vida na estrada, procurando encrenca onde quer que escutem um boato de
que há atividade sobrenatural, dirigindo um Impala negro que deve impor
respeito até parado no sinal vermelho, invadindo casas assombradas,
exterminando fantasmas, bruxas, anjos, demônios, vampiros, lobisomens, fadas,
duendes, leviatãs, deuses malucos de mitologias pagãs, médiuns, psíquicos,
monstros de mitologias orientais e o diabo a quatro. Literalmente, o diabo a quatro! Já passou tanto
monstro nessas onze temporadas e meia da série que fica difícil relacionar
todos numa lista. Está mais para uma enciclopédia. E apesar de alguns episódios
bizarros, Supernatural segue firme e forte na 12° temporada, sem ameaças de
cancelamento e sem jamais perder o rebolado – algo que não é muito comum em
séries de fantasia, que geralmente perdem qualidade depois de três temporadas.
Tomem como exemplo The Vampire Diaries – que já foi superada em qualidade pelo
spin-off The Originals há muito tempo – e Once Upon a Time, para citar apenas séries
recorrentes aqui no blog.
Mas
qual é o segredo da longevidade do sucesso de Supernatural? Saber dosar a
temporada, incluindo um pouco de cada coisa: tem os episódios mais
“assustadores” – aqueles com nível mais alto de terror –, os monstros de sempre
– anjos e demônios e seus dramas existenciais –, aqui ou ali um fantasma pirado
para dar uma temperada nas coisas, e as comédias sobrenaturais. Porque, afinal
de contas, nem só de criaturas assassinas ou apavorantes vive o mundo
sobrenatural.
A
alta rotatividade de elenco de apoio também pode ser um fator que colabora para
o sucesso da série, pois sempre traz novos rostos e novos personagens à
história, e permite trabalhar o pequeno elenco fixo sem deixar ninguém de lado
ao longo da temporada, e sem colocar ninguém como figurante em cena – entendeu,
Once Upon a Time? Aprendam como é que se faz as coisas!
Por
exemplo: neste momento, o elenco fixo de Supernatural é constituído de cinco
atores: Jensen Ackles (Dean Winchester), Jared Padalecki (Sam Winchester),
Samantha Smith (Mary Winchester), Micha Collins (Castiel Winchester) e
Mark Sheppard (Fergus... Digo, Crowley!). Eventualmente, Ruth Connell também
aparece no papel da bruxa Rowena, que sempre foi mais recorrente do que fixa
nessa história. Sim, eu sei que o personagem Lúcifer também é fixo nessa
temporada, mas vários atores dão rosto ao diabo, então, não entra na conta.
E
claro, contribui muito para o sucesso a consistência dos personagens
principais. Dean com seu sarcasmo e carisma impagáveis; Sam com aquele jeitinho
“santo até que o conheçam”; Castiel com sua moral, sua ingenuidade e seu amor
platônico pelo Dean; Crowley com aquela postura “me respeitem que eu sou o rei
do inferno, mas sou legal demais para administrar aquela bagaça pessoalmente”;
e Rowena, a bruxa que tenta ser má, mas que se passa fácil por uma tia maluca
que faz bolinhos de chuva com sal em vez de açúcar e pimenta no lugar da
canela. Sim, eu a vejo como uma simpática tia meio doida. De mamãe Winchester
não há muito a ser dito, considerando que ela passou pouco tempo fixo na série.
Por enquanto ela está parecendo a mãe da Caroline Forbes, de TVD: a xerifona,
tentando entender como foi que o circo dos horrores invadiu sua cidade, mas
pronta pra briga, caso alguma entidade esquisita ameace suas crias. Ou por
aí...
Enfim,
Supernatural é o tipo de série que não dá para fazer a review de todas as
temporadas. Esporadicamente, pretendo resenhar alguns episódios aleatórios, mas
há alguns acontecimentos de episódios que não estão na minha lista de planos
para o blog, com cenas que valem muito a pena relembrar. Não necessariamente
nessa ordem.
Ah, Esses Romances Clichê... Por Que Amá-los? Por Quê Não Amá-los...?
Publicado por
Verônica Lira
em
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Como
todas as coisas que existem no mundo, alguns gêneros literários também são
vítimas de preconceito. Ou por serem violentos demais, ou por serem água com
açúcar demais, ou por serem tristes, ou eróticos, ou muito infantis, ou muito
nonsense, ou muito... Qualquer defeito que o leitor escolha apontar. É difícil
agradar todo mundo – J. K. Rowling continua se recusando a nos vender a
fórmula.
Mas
de todos os gêneros literários, nenhum é mais discriminado que os romances de
banca. Para quem não ligou o nome à pessoa, são aqueles livrinhos que você,
literalmente, compra em qualquer banca de jornal. As edições costumam ser
pequenas, do tipo que cabe no bolso – inclusive monetariamente, costumam ser
muito baratos, podendo ser comprados até por menos de dez reais. Geralmente são
escritos por mulheres, possuem incontáveis coleções baseadas no país onde a
história se passa – Das Terras Altas (também conhecidos como Highlands), Do
Deserto (protagonizados por Sheiks), Magnatas Gregos, Maridos Italianos, e por
aí vai... –, e suas publicações costumam ser incluídas em séries com nomes de
mulher – Sabrina, Jéssica, Júlia – ou de sentimentos arrebatadores – Paixão,
Desejo...
Todo
mundo já viu pelo menos uma capa de um desses desprezadinhos da literatura
mundial. Mas por quê eles são desprezados? Via de regra, romances de banca são
como novelas mexicanas, quem leu um, já leu todos, porque o enredo é
basicamente o mesmo: a mocinha e o mocinho ficam embaçando por qualquer motivo –
de força maior ou não –; um dos dois é extremamente rico, o outro está muito encrencado
– seja por causa de uma dívida ou a possibilidade de ir para a cadeia, ou de
que algum parente muito próximo vá para a cadeia, ou ambas as coisas –, e acaba
não tendo outra saída senão ceder a alguma proposta ou capricho do lado rico do
casal – geralmente a saída é um casamento de conveniência, para que a outra
parte possa receber uma herança, cumprir um contrato, algum tipo de vingança,
ou ganhar uma aposta. Os detalhes podem variar um pouco, como no caso em que
ambos são ricos – geralmente a mocinha dessas histórias é uma herdeira órfã,
que acaba sendo vítima de um parente perverso, sendo sequestrada, ou vendida,
ou forçada a um casamento arranjado com algum homem, pelo menos a princípio,
desprezível, ou qualquer outra tragédia do gênero, e que por qualquer coincidência
do destino, acaba parando nas mãos do mocinho que, por vontade própria, bondade
no coração, ou uma generosa quantia em ouro, torna-se seu salvador. E invariavelmente, o casal fica junto no
final.
São
poucos os romances de banca que trazem alguma história verdadeiramente
original, e mesmo assim, dificilmente é um livro que você vai querer abandonar
antes do fim. Não se engane pela palavra clichê:
são bons livros, com histórias envolventes, românticas, e que 99% das vezes nos
pegam de jeito e nos conquistam até a última página. Por isso eu digo que são injustamente desprezados.
Particularmente,
gosto mais de romances de banca quando são romances históricos. Como é o caso
do escolhido para essa resenha.
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