Desafio #30: Ele Se Chama Poesia

em sábado, 30 de junho de 2018

De todos os gêneros literários, o único que me dá certa preguiça é poesia. Nada contra o gênero, propriamente. Eu gosto de poesia, mas isso para mim é como cerveja: tenho que consumir com moderação. Ler um livro inteiro só com poemas nunca fez a minha cabeça.
Tudo bem que poesia não precisa necessariamente ser romântica. Já até mencionei aqui que meus poemas favoritos são A Árvore Envenenada, de William Blake – que está muito longe de falar de amor – e O Corvo, de Edgar Allan Poe – que é meio triste, na verdade. Ok, vamos incluir aí na conta Soneto de Fidelidade, de Vinícius de Moraes, uma lírica de Camões que teve um trecho citado por Selton Mello no filme Lisbela e o Prisioneiro – e que não tem título, exatamente –, outra de Camões que traz uma bonita definição sobre o amor (“Amor é fogo que arde sem se ver | É ferida que dói, e não se sente...”), e O Amor, de Fernando Pessoa. Para citar alguns poemas de amor que eu realmente gosto. Mas ler um livro inteiro recheado de versos melosos de uma vez só, são outros quinhentos.
Pelo menos, até eu esbarrar totalmente por acaso com Eu Me Chamo Antonio, de Pedro Gabriel.
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As Aventuras de Queijo e Goiabada No Reino do Chapolin Colorado

em sábado, 23 de junho de 2018

Esta é, talvez, a mais bela história de amor de todos os tempos. E hoje vamos relembrar uma versão contada com muito bom humor pelo Chapolin, então, sigam-me os bons!

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Ele Não é o Namorado Verdadeiro, Mas Tudo Bem...

em terça-feira, 19 de junho de 2018

Esse foi um livro que eu julguei pela capa, admito. Tinha acabado de ler um livro que eu não tinha gostado muito, e queria algo que parecesse divertido. Bem, chick-lits costumam ser divertidos. Então, peguei Namorado de Aluguel – já imaginando que teria um enredo parecido com o de Aluga-se Um Noivo, da Clara de Assis e Procura-se Um Marido, da Carina Rissi, duas maravilhas que me fizeram rir horrores –, e mandei bala.
Bem, minha previsão não foi tão certeira desta vez: o romance de Kasie West não tem nada a ver nem com a comédia maluca da Clara de Assis, e nem com o chick-lit da Carina Rissi. Mas é tão bom quanto.
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A Copa do Mundo é Nossa... Nossa Chance de Salvar o Papa!

em quinta-feira, 14 de junho de 2018

Copa de Elite segue os moldes de comédias americanas como Todo Mundo Em Pânico, mesclando diversos sucessos do cinema nacional em tom de paródia. O pano de fundo, claro, é Tropa de Elite, mas ao longo do filme veremos referências a Chico Xavier, Nosso Lar, Se Eu Fosse Você – numa das cenas mais hilárias dessa comédia –, Carandiru, Meu Nome Não é Johnny, Minha Mãe é Uma Peça, Bruna Surfistinha, De Pernas Pro Ar, Dois Filhos de Francisco, entre outros. Quem escreveu o roteiro estava tão ligado nos detalhes, que incluiu uma referência até ao goleiro Bruno numa das cenas no presídio.
Lançado em 2013, e pegando carona na expectativa pela Copa do Mundo no Brasil, vemos uma divertida comédia em que um ex-Capitão, expulso da corporação policial, precisa impedir uma conspiração para matar o Papa durante o maior torneio esportivo do mundo.


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Por Acaso – A História de Um Amor Encontrado

em domingo, 10 de junho de 2018

Por Talita Vasconcelos
Foi por acaso… Eu estava ali sozinha, sentada à janela do trem quase vazio, totalmente concentrada na leitura de um livro… E então você entrou… Parecia cansado; tirou a mochila do ombro, e sentou no primeiro lugar vazio que encontrou – assim, por acaso –, de frente para mim. Acho que eu mal tinha notado sua presença, até ouvir você suspirar, olhando distraidamente para a capa do meu livro, e dizer, meio sonolento, que o casal ficaria junto no final. Eu ri… Apesar de o título ser sugestivo, eu não estava lendo um romance.
Mas então, por acaso também, quando eu estava prestes a dizer alguma coisa sobre não ser educado revelar o final a uma pessoa que ainda está lendo o livro, o trem deu um solavanco, que me projetou para frente, e fez meu livro cair no seu colo. Você o confiscou, sorrindo, e só me devolveu quando chegamos à minha parada, mas não sem antes colocar dentro dele um cartão com seu telefone.
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♪ Novas Sensações, Doces Emoções, E Um Novo Prazer ♥

em terça-feira, 5 de junho de 2018

Em toda a história desse blog, houve uma única vez em que tive que escrever uma postagem, digamos, de opinião, sobre um filme, e foi para explicar minha relação de amor e ódio com a saga Crepúsculo – que, ao contrário do que muitos pensam, eu não odiei... tanto... assim... Bem, não foi exatamente um épico; os livros eram melhores – pero no mucho –, e basicamente o que mais me irritou na saga foi a escolha do elenco. Não que os diretores tenham sido grande coisa.
O motivo que me faz escrever essa postagem hoje é muito diferente. No entanto, temos aqui uma estranha coincidência: Bill Condon, diretor de A Bela e a Fera, também foi responsável pelas duas partes de Amanhecer. Reitero que a saga inteira não é grande coisa, mas os dois últimos filmes foram precisamente os mais bem feitinhos.
Mas, como já enunciei aí no parágrafo de cima, é sobre A Bela e a Fera que eu quero falar: o hype do ano passado, a versão live-action de um dos maiores clássicos da Disney – na minha opinião, o melhor filme já produzido pelo estúdio, e pelo visto, os Academy Awards concordam comigo.
Não faria o menor sentido escrever uma review sobre essa versão live-action do ano passado, depois de ter escrito sobre o desenho, afinal, ambos os filmes são basicamente iguais. Mas gostaria de comentar umas coisinhas.
Calma, Walt Disney, não precisa se revirar no túmulo! Tá tudo certo. Ou quase...
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Quem Não Ama Esse Conto de Fadas?

em sábado, 2 de junho de 2018

A Bela e a Fera é meu filme favorito da Disney, e conta uma das mais belas histórias de amor de todos os tempos, com uma valiosa lição: não julgar pelas aparências. E podemos ainda destacar outra: todo mundo pode mudar. O Príncipe deste conto era orgulhoso, vaidoso, egoísta e grosseiro, mas depois de passar alguns anos isolado em seu castelo, envergonhado de sua monstruosa aparência, ele aprendeu a amar e respeitar as outras pessoas.
Vamos relembrar essa bela história:
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Senhor Juiz, Pare Agora Esse Casamento... Que o Jogo do Brasil Já Vai Começar!

em sábado, 26 de maio de 2018

A Globo sempre foi mestra em criar boas séries de comédia: Sai de Baixo, Toma Lá Dá Cá, A Diarista... Para citar só algumas. Uma das minhas favoritas foi Tapas & Beijos. O enredo era o simples do simples: duas amigas na casa dos quarenta anos, a princípio solteiras, dividindo apartamento e contando seu dia a dia no trabalho e as confusões em sua vida amorosa – Suely enrolada com Jurandir, depois com PC, depois com Jorge, dono da Boate La Conga; e Fátima mostrando que ser amante de um homem casado não é tão fácil como muita gente pensa. Já no final da primeira temporada, a vida das moças parecia estar querendo se ajustar: Armane finalmente deixou a esposa e sua penca de filhos cada vez maior, para casar com Fátima; e Suely também começava a viver seu conto de fadas com Jorge. Mas como o objetivo da série não era arrumar, e sim bagunçar o máximo possível a vida amorosa das duas, os casamentos oscilavam; Suely, principalmente, ainda viveu algumas experiências com outros homens no período em que ficou separada de Jorge; e até o Djalma, dono da loja de vestidos de noiva onde as duas trabalhavam, que parecia ter o casamento mais estável do quarteirão, passou um tempo separado da Flavinha, que se envolveu com Jorge quando foi trabalhar na boate – e foi inclusive o pivô da separação de Suely –, enquanto Djalma se envolvia com Lucilene, a dançarina favorita dos clientes da La Conga, que já havia sido casada com Seu Chalita, dono do restaurante O Rei do Beirute, que também já havia sido casado com a mãe da Flavinha e agora está envolvido com Shirley.
Ufa! Que confusão! Peraí, vamos organizar essa salada: a Fátima começou a história como amante do Armane, se envolveu com um garoto chamado Leléu – que depois se envolveu com Lucilene –, até finalmente casar com Armane – que também andou se engraçando com a dançarina da La Conga. Suely foi casada com o Jurandir, que depois se apaixonou pela Bia, filha do Jorge, que acabou casando com a Suely, mas não antes que ela se envolvesse com o PC, e até com o Tavares, e Jorge passasse por um período confuso com o retorno de Márcia, mãe da Bia, com quem ele formou uma banda; no meio disso tudo, ele teve um rolo com a Lucilene, depois casou com a Suely, mas eles se separaram quando ela resolveu dar guarida para a Flavinha que estava se separando do Djalma. E o Djalma se envolveu com a Lucilene, que já tinha sido casada com seu Chalita, depois de ele ter sido casado com a mãe da Flavinha, e agora o libanês estava envolvido com a Shirley, que caiu de paraquedas nessa história...
Ai, gente, desisto! Não tem como organizar essa novela. É muito rolo pra minha cabeça. Afinal, esse povo vive entre tapas e beijos, num troca-troca interminável.
Vamos só atualizar o status da galera no episódio de hoje: Fátima estava casada, feliz e brigando com Armane, como sempre; Suely estava separada do Jorge, desde que a Flavinha separou do Djalma, que estava com ciúme porque ela estava mexendo com a fantasia dos homens do quarteirão que a viam dançar na La Conga, e Suely, com pena da moça, decidiu abrigá-la em sua casa, e a bisquinha acabou agarrando o Jorge. Djalma, por sua vez, se envolveu com a Lucilene enquanto ainda estava casado com a Flavinha – sendo esse um dos motivos da separação –, e agora o Tuf-Tuf da Flavinha virou o Lepo-Lepo da dançarina com a tatuagem de escorpião. E Seu Chalita, não lembro se chegou a se divorciar de Lucilene, mas estava de rolo com a Shirley, que eu sinceramente não lembro como foi parar nessa história – embora a série esteja sendo reprisada no GNT aos domingos, acho que eu perdi alguns episódios recentemente, justamente os que introduziam Shirley no meio dessa confusão. O advogado Tavares – “carinhosamente” apelidado de rato – andou quebrando a cara e se tornou um morador de rua, e atualmente é o único solteiro da trupe. E Bia e Jurandir estão focados em construir seu felizes para sempre.
E este é precisamente o tema do episódio que vou resenhar hoje.
Por que eu escolhi esse ponto da história – já quase no fim da série –, se eu não descarto em algum momento resenhar episódios bem anteriores? Bem, por dois motivos: primeiro, porque muita gente tem a mania de casar em Maio – dizem que dá sorte, não sei; deve ter alguma lenda envolvida, mas não conheço e fiquei com preguiça de pesquisar. Pesquisas mostram que casais que se casam em Maio se divorciam na mesma proporção que os que casam nos outros onze meses do ano; então, francamente, não sei qual é a razão dessa epidemia de casamentos no quinto mês. E o segundo motivo é que o episódio gira em torno de um inusitado casamento realizado em dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo. E como mais uma Copa vem aí mês que vem – as velas de orações já esgotaram nas lojas em todo o Brasil e os santos informam que todos os atendentes estão ocupados –, achei que seria apropriado resenhá-lo agora.
E quem é o perturbado que se casa em dia de jogo do Brasil? Pois é, tinha que ser o Chaves Jurandir!
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Chamá-la de Diabo é Um Apelido Carinhoso...

em quinta-feira, 24 de maio de 2018


Meryl Streep é a melhor de todas, definitivamente! Se eu tinha qualquer dúvida disso, acabou depois de ler O Diabo Veste Prada.
Pode parecer estranho dizer que cheguei à conclusão definitiva sobre o talento de uma atriz depois de ler um livro – sem que tenha sido escrito por ela. Mas o caso é bem fácil de ser explicado: Miranda Priestly é o personagem, ser humano, criatura, a coisa mais repugnante do planeta! Paranoica, mal-humorada, déspota, tirana (eu sei que essas duas são sinônimos, mas ela vale a redundância), bipolar, perversa, sádica, são algumas das palavras que a definem. Ela é uma megera sem atenuantes! E o fato de ela ter me despertado completa e absoluta repulsa no livro, prova o talento desta dama do cinema americano, que se não me fez morrer de amores pela personagem, ao menos tornou-a suficientemente carismática para ser aplaudida. E principalmente, marcante. Portanto, permitam-me repetir: Meryl Streep é a maior de todas, definitivamente. Ponto.


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O Casamento (Sur)Real

em sábado, 19 de maio de 2018

Enquanto o Príncipe Harry desposa Meagan Markle, vamos conferir um casamento inédito na televisão brasileira. O casamento mais aguardado – ou não – pelos personagens da Vila do Chaves:
Seu Madruga & A Bruxa do 71... Digo, Dona Clotilde!
O episódio de 1981 – época em que o Chaves voltara a ser esquete do Programa Chespirito – é uma versão de O Terno do Tio Jacinto, de 1976. O episódio é mais curto, os diálogos são bem parecidos com os do episódio original – que, na verdade, era remake de A Louca da Escadaria, de 1973 –, mas nessa versão, Dona Clotilde realiza seu sonho de se casar com Seu Madruga. Quer dizer, quase...


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