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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Segredos e Mentiras Não Duram Para Sempre


Acabei de assistir ao último episódio da segunda temporada de Pretty Little Liars. Não é segredo para ninguém que sou fã da série, baseada – e apenas baseada – na série de livros de Sara Shepard.


Eu tinha planejado uma série de posts sobre esta história, que eu deveria ter começado a publicar na quarta-feira passada, de modo que o último post seria publicado hoje, mas devido a circunstâncias alheias ao meu controle, não consegui terminar a tempo, então, vai ficar para depois. Quem sabe até a estreia da terceira temporada no Brasil...


Hoje vou falar apenas sobre o último episódio. Antes, porém, vou adiantar que, como os fãs sabem, a série foi inspirada nos livros, mas as duas histórias são completamente diferentes, e talvez seja este fato que torne tudo tão interessante e viciante.


O episódio 25 da segunda temporada, exibido agora a pouco pelo Boomerang foi intitulado “Sem Máscara”, e o nome foi realmente o mais apropriado. Só existe uma palavra capaz de descrever este episódio: CLÁSSICO!


Teve um pouco de tudo: suspense, romance, terror... Na soma das partes, pode-se dizer que este episódio foi um filme de 45 minutos.



O início do episódio parecia o início de um filme: com o anúncio no noticiário da acusação de Garrett Reynolds pelo assassinato de Alison DiLaurentis, e a hipótese de que ele tenha ingressado na polícia para destruir as evidências que o colocassem na cena do crime.



As suspeitas girando em torno de Melissa pareciam realmente plausíveis.


O convite para o baile de máscaras, com a ordem de que as quatro amigas estivessem lá quando o relógio badalasse meia-noite coroou o final da temporada como a cereja do bolo. Nada mais apropriado, e mais instigante para uma perseguição ao assassino do que um salão enorme repleto de pessoas com o rosto coberto por uma máscara.



Algumas cenas deste episódio me lembraram o clássico de Alfred Hitchcock, Psicose. Creio que foi a lembrança de muita gente, quando elas se hospedaram no motel – exageradamente chamado de resort – onde Ali esteve na última noite de sua vida.




A cena da pessoa encapuzada se aproximando do boxe enquanto Hanna estava no chuveiro não precisou de trilha sonora para que eu ouvisse a música sinistra do filme tocando ao fundo. Cheguei a pensar por um instante que ela fosse se virar e alguém estaria segurando uma faca atrás da cortina.




Eu sabia o tempo todo como este episódio terminaria. Já li os livros e tinha visto algumas cenas do final da temporada na internet, mas tudo foi tão bem confeccionado, que mesmo conhecendo a essência dos acontecimentos, senti todas as emoções de quem viu este enredo pela primeira vez.


O suspense se manteve até o último segundo, e o leque de informações foi aberto aos poucos.


O único absurdo na minha opinião, foi alguém pensar que numa cidade minúscula como Rosewood, ninguém notaria Jenna, a garota cega, cuja cirurgia supostamente não funcionou, dirigindo um carro.




A coisa que ela entregou para a pessoa misteriosa, e que não chegou a ser identificada no episódio – e isto é especulação minha, já que nada foi mencionado sobre esta parte até agora – pode ter sido a bandeira da Cápsula do Tempo.




Explico: A partir do livro cinco, Perversas, surge uma parte da história, oculta até então: o dia em que a Cápsula do Tempo foi anunciada. Elas estavam no sexto ano, e Ali tinha outras amigas. Aria, Hanna, Spencer e Emily eram invisíveis até então. Os alunos mais velhos esconderiam pedaços da bandeira de Rosewood Day, a escola delas, e os alunos a partir do sexto ano teriam que seguir enigmas que, desvendados, levariam a um dos pedaços de bandeira. Quem encontrasse poderia decorá-lo como quisesse e seria homenageado numa cerimônia diante da escola toda. Quando viu o anúncio, Ali se gabou de que seu irmão, Jason lhe contaria onde estava escondido seu pedaço, e Ian – o suposto assassino – lhe advertiu sobre a cláusula do furto, que permitia que qualquer um pudesse roubar o pedaço de bandeira de outra pessoa. O pedaço de Ali não foi devolvido na época, porque Jason o roubou e entregou para outra pessoa – vou deixar para revelar os detalhes na série de postagens. Só vou adiantar que um dos desenhos que Ali fez em seu pedaço de bandeira dava uma pista de seu assassino – ou foi nisso que as quatro amigas acreditaram!


Voltando ao último episódio, uma das cenas mais impressionantes, é a descoberta da toca de A, no mesmo motel onde Ali se hospedou em sua última noite. Spencer havia concluído que Ali se hospedara no quarto ao lado porque estava espionando A. Mas isso era o que A queria que ela pensasse. A descoberta daquele quarto foi planejada por A, para que sua identidade fosse descoberta por Spencer.




No quarto livro, Inacreditáveis, Spencer tinha certeza de que Melissa era A, e foi exatamente esta ideia que A alimentou nos últimos episódios desta temporada, finalizando com a pessoa fantasiada de Cisne Negro no baile, a mesma fantasia que Melissa usara no baile da Filadélfia no ano anterior.




Foi só ao encontrar o diário de Ali, onde uma embalagem de chiclete foi usada como marcador de página, que Spencer percebeu que Mona era A.




Daí por diante, a história praticamente segue a do livro. Spencer está no carro com Mona, fazendo-a confessar seus crimes, enquanto uma ligação secreta de Spencer para o celular de Aria as conduz ao lugar para onde Mona a está levando.


Bem, o mistério não terminou. A identidade de A foi apenas parcialmente revelada. Mona deixa no ar uma dica para manter os nervos dessas quatro amigas à flor da pele: A não é uma pessoa; é um time!


A terceira temporada já estreou nos Estados Unidos, e nos sites da série já circulam informações sobre o que está por vir. Mais algumas máscaras cairão, e ainda existem muitos segredos a serem revelados.


Da minha parte, apenas uma observação intrigante: Maya St. Germain, a garota que se mudou para a antiga casa dos DiLaurentis, que estava desaparecida há alguns episódios, foi encontrada morta. Duas garotas assassinadas na mesma casa... Coincidência? Eu acho que não...




Parece que Aria, Hanna, Emily e Spencer ainda passarão por muita coisa antes que a última máscara caia. Mas até lá, ficamos na expectativa.


Mas não se preocupem... Alguém sabe de tudo. E esta pessoa está louquinha para contar o que sabe. Querem saber quem é essa pessoa?...

– A!


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