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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Desafio #2: Julgando Livros Pela Capa... E Dando Mole Para o Azar!


Bem-vindos ao segundo episódio do desafio literário que eu – facultativo! – levarei até o fim esse ano. O segundo desafio da lista do Tigre era julgar um livro pela capa. Coisa que muito leitor está acostumado a fazer – inclusive a que vos fala... CULPADA!

A verdade é que eu estava analisando outra capa, quando esta capa, ou o título, ou o fato de ter sido escrito por uma autora brasileira me chamou a atenção.

Juro que eu abri só para dar uma folheada, mas o negócio não quis largar da minha mão! E quando eu digo “negócio” estou falando do tal “Azar o Seu!”, da Carol Sabar.

 Fala se essa capa não é linda?!
Eis o enredo da novela:

A protagonista é uma garota azarada, desempregada, endividada – brasileira! –, desesperançada, e que para piorar a situação, guarda uma paixão de infância por um amigo que ela não vê há dez anos, desde que ele se mudou para o exterior, e que nunca lhe escreveu uma carta sequer!

Um belo dia – não tão belo assim –, durante um tiroteio na Linha Vermelha, no Rio de Janeiro – depois de um velório, onde ela arrependidamente deu uns amassos nada saudosos num primo de segundo grau! – ela conhece um “Cara”, que a protege durante o sufoco, e que depois gentilmente dirige sua lata velha até Juiz de Fora.

Até aqui, tudo bem! Uma história como qualquer outra. Quer dizer... Mais ou menos!

Então começa a rolar um flerte entre esta garota azarada, e o sujeito denominado “Cara”! Enfatizo: um flerte entre ela – por ela, entenda “Bia” – e o “Cara”. Simplesmente, “o Cara”; sem nome, sem sobrenome, sem lenço, nem documento.

A única coisa que ela sabe dele é que ele toca um violão Martin D-18 e que está de passagem por Juiz de Fora por causa de um “lance de família”.

E apesar da falta de informação, e do fato de ela ser assumidamente azarada – o que nessa circunstância deveria ser preocupante! –, ela começa a sair com ele, cada vez com mais frequência, enquanto ele tenta fazê-la “adivinhar” seu nome.

Ah! Espera um pouco! Não contei a melhor parte: ele sabe da paixão dela pelo amigo de infância, porque esta garota sem noção azarada acabou dando com a língua nos dentes no momento do tiroteio, quando pensava que o Cara era um Amparador Espiritual, que estava lá para levar sua alma tranquilamente ao outro lado. (Isso quando ela pensou ter sido baleada na cabeça... E continuou raciocinando... Quer dizer, não raciocinando!)
Enfim...
O fato é que saber disso – da paixão adolescente inesquecível – despertou um estranho interesse nele por ela. E Bia, uma administradora de empresas com um currículo excelente, mostrou ao mundo que, apesar de toda a sua qualificação profissional invejável, não sabe somar dois mais dois.

“Azar o Seu!” foi o livro mais divertido que eu li em meses! Ri muito com várias cenas e diálogos. A Carol Sabar – minha nova inclusa no hall de autoras favoritas – conduziu a história de uma maneira leve e divertida, fácil de ler e impossível de largar.

Deu vontade de esganar a protagonista em alguns momentos? De dar uns chacoalhões e dizer “acoooooooooordaaaaa sua tontaaaaaaa!”? CLAAAAARO QUE SIM! E talvez seja exatamente isso que fez desta leitura uma experiência tão maravilhosa.

Sem falar nas referências musicais aqui e ali – já falei que Bia e o Cara eram alucinados por música? Não falei, não? Agora falei!

Quando terminei de ler, fiquei alguns minutos me perguntando: por que já acabou? Não pode me abandonar assim. Quero mais páginas, mais histórias, mais Bia, mais Caraaaaa!...

Sniff! Sniff!

Então, para arrematar: se você ficou curioso(a) e resolveu ler esse livro também e agora não consegue largar, apesar da pilha de outros afazeres mais urgentes, eu só posso dizer, meu querido(a)... Azar o Seu!



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