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Se Contar, Ninguém Acredita No Que Aconteceu Nesse Natal




Véspera de Natal. Um dia em que você espera reunir a família, encher a pança de panetone, brindar com aquele vinho comprado para ocasiões especiais... Você deixa tudo planejadinho desde o meio de novembro para que nada dê errado. Mas véspera de natal também é aquele dia em que pode acontecer de um tudo! Na melhor das hipóteses, acaba rolando uma substituição de última hora no amigo secreto, sua vaga na garagem acaba sendo interditada por uma árvore de natal, e o peru da ceia de repente decide dar uma voltinha e sai voando pela janela. Normal, acontece... Mas aí você acaba ficando com os preparativos do dia ainda mais congestionados porque a sua amiga queimou a rosca no seu apartamento, o carro do seu pai pode ser roubado pela quadrilha do Papai Noel, e você ainda pode terminar a noite com um bando de malucos viciados em banana fazendo bagunça na sua casa... Enfim, tudo pode acontecer na véspera de natal, especialmente com os amigos da Antonella... digo, da Emanuelly. Porque com essa galera, acontece cada coisa que, se contar, ninguém acredita!
Trecho do livro:

[...]

– Hã... Onde está o cidadão que deveria estar deitado aí? – perguntei, cautelosamente, assim que Pedrão se voltou para dentro do apartamento e apertou os lábios com cara de culpado.

Aliás, eu disse cara de culpado? Perdão... Quis dizer cara de MUITO culpado.

– O quê que foi, gente? – perguntei de novo, com um alarme disparado dentro da cabeça. – Cadê o peru?

Pedrão ergueu um braço e coçou a parte de trás da cabeça, nervoso. Cristiana fez uma careta nervosa. Valentina virou a cara para o forno quando tentei olhar para ela. Até o Piripaque pareceu se encolher no colo dela.
– Sabe o quê que é...? – Pedrão hesitou. – O peru estava assim, meio agitado... E decidiu sair voando... Pela janela...
Eu o encarei incrédula. Queria rir. Queria chorar. Queria gravar aquela cena para rir mais tarde. Queria matar o cidadão que estava se escondendo atrás da travessa vazia que poderia servir como prova ou arma do crime, eu ainda estava tentando decidir. Queria pular da janela também para não ter que explicar ao Casanova o que foi que aconteceu com o peru que ele comprou. Queria saber o motivo da gritaria lá embaixo. Será que os mendigos pularam o muro do condomínio para disputar as coxas do peru suicida?
Não. Suicida, não. O bicho não se jogou, foi um homicídio! Homicídio doloso! E em plena véspera de natal, atirar um peru assado pela janela do oitavo andar é crime inafiançável! E passível de prisão perpétua! Ou cadeira elétrica! Ou de uma vassourada na cara!
[...]
 

Um conto especial postado em três partes:



 





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